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Semio neurológica I, II e III 1
Semio neurológica I, II e III
Anki
Assistida
Nº 7
Resumo
Para duplicar esse resumo no seu Notion use esse link → https://anazietz.notion.site/Semio-neurol-gica-I-
II-e-III-a8c333e7f6814d2a9ef596eb43b6eda5
https://youtu.be/znGNZe1lLeY - Exame Neurológico passo a passo
💡 Quem interna o paciente assume! Se vc sair do hospital e a outra pessoa cuidar do paciente e 
ele errar, a culpa vai ser sua. Então, se sair do hospital, acabou o plantão, escreva no 
prontuário "transfiro o cuidado do fulano para o médico...". Isso evita processo!
Você precisa registrar tudo que o paciente está falando, tudo oq vc falou pra ele fazer e deu dicas e 
talz, por causa da judialização.
QP
Pq vc veio aqui?
HMA
Local - pedir para apontar
Duração - do início até agr
Frequência - remitente, recorrente, intermitente.
Tipo - descrição do paciente
Fatores - desencadeantes, agravantes, atenuantes
Manifestações associadas - geralmente o paciente confunde isso com a QP.
Exame físico
Coluna
Cervical
Rigidez de nuca - flexão do pescoço
Analisar as limitações de movimentos
Prova de Brudzinski
Flexão do pescoço, se n tiver lesão OK;
Se tiver lesão o paciente vai flexionar os joelhos.
Lombar
Analisar as limitações de movimento
https://anazietz.notion.site/Semio-neurol-gica-I-II-e-III-a8c333e7f6814d2a9ef596eb43b6eda5
https://youtu.be/znGNZe1lLeY
Semio neurológica I, II e III 2
Estiramento de raiz nervosa;
Lasègue - levanta uma das pernas do paciente, o mínimo é 30º, se for menor q 30º o 
teste da positivo e é característico de acometimentos de nervos periféricos.
Kernig - Flexão da perna do paciente até o peito.
 Presença de dor (sinal, geralmente, de irritação meníngea - meningismo) 
Marcha (equilíbrio dinâmico) e coordenação
Analisa o N. vestibulococlear.
Observe como seu paciente entra no consultório;
Disbasia = distúrbio da marcha
Exemplos:
Semio neurológica I, II e III 3
Ceifante ou hemiplégica:
paciente que teve AVC ou AVE, lesão do trato piramidal;
Ocorre elevação do tônus muscular do lado contralateral ao parênquima acometido, 
membro inferior se encontra esticado e rígido, memb. superior fica rígido e ocorre a 
flexão do cotovelo.
https://s3-us-west-2.amazonaws.com/secure.notion-static.com/8417f711-db46
-4cc1-8abb-02d318fca634/qq.mp4
Parkinsoniana:
Mov. mt rígido. Passos curtos, dificuldade de iniciar um movimento, tremores, "vira 
em bloco".
https://s3-us-west-2.amazonaws.com/secure.notion-static.com/a776455b-f78b
-4971-9cfb-2e28f5dc5ab7/20210404_153838.mp4
Cerebelar:
Não conseguem caminhar em linha reta, "parece andar de bêbado", não tem 
equilíbrio, tem dificuldade para ficar em pé e parado.
https://s3-us-west-2.amazonaws.com/secure.notion-static.com/36894ea6-6dc
7-4c41-8744-707a54cdface/qw.mp4
Escarvante:
Não consegue realizar a dorsiflexão plantar, fazendo com que ele compense 
andando com o joelho muito alto a fim de que não caia.
https://s3-us-west-2.amazonaws.com/secure.notion-static.com/3f196352-4c79
-422b-8f23-a046dc457435/20210404_154431.mp4
Anserina:
Fraqueza de musculatura pélvica, de modo que o equilíbrio físico da marcha é obtido 
ao jogar o peso na perna apoiada no chão.
Base de deambulação muito alargada, com hiperextensão da lordose raquidiana, 
gerando uma hiperlordose.
Semio neurológica I, II e III 4
https://s3-us-west-2.amazonaws.com/secure.notion-static.com/83f4e1d6-1dd5
-423c-825b-ad5c631473dc/20210404_154831.mp4
MM
Motricidade e força muscular
Voluntária
É espontânea;
Semio neurológica I, II e III 5
Analisa se tem força muscular 
Conseguir ficar com o braço estendido, apertar a mão e os dedos do médico, 
consegue manter o polegar aberto, tríceps. bíceps, elevação da perna, flexão dos 
pés, flexão dos joelhos, manter as duas pernas elevadas,
Analisa a coordenação.
Involuntária
Analisa o tônus muscular
Reflexa
É feita com o martelo
Tônus Muscular
Inspeção - dá pra ver q tem "mt pele";
Palpação - verificar a consistência muscular;
Mov. passivos - vc movimenta o paciente, estando ele relaxado, e verifica se ele resiste a 
algum movimento.
Hipertonia - mt tensão
Piramidal - espasticidade, eletiva (extensores dos MMII e flexores dos MMSS) e elástica.
Se vc estica o braço o paciente contrai - como um elástico, volta a posição inicial.
típico de quem sofreu AVC
Semio neurológica I, II e III 6
Extrapiramidal -rigidez contínua, não eletiva e plástica.
Ele fica na posição q vc colocou, com resistência.
Sinal da roda denteada - abre em partes, é difícil.
Coordenação
Cerebelo e propriocepção
Faz com o paciente de olhos fechados;
Prova indicador - nariz
colocar o dedo no nariz de olho fechado.
Se com o olho aberto ele consegue colocar o dedo na ponta do nariz e com o olho 
fechado não, o problema está na propriocepção.
Se ele não acerta nem com o olho aberto, nem fechado, o problema é no cerebelo.
Prova calcanhar - joelho
Prova dos mov. alternados
Diadococinesia - faz movimentos rápidos
Tipo "Soco/bate/vira/bate/vira"
eudiadococinesia - função normal
disdiadococinesia - função comprometida
adiadococinesia - função ausente
Postura de Wernicke-Mann
Semio neurológica I, II e III 7
MM
Semio neurológica I, II e III 8
Reflexos
É analisado a...(4)
Presença ou ausência do reflexo;
Simetria entre os lados;
Aumento da área reflexógena;
Velocidade e amplitude da resposta.
Exteroceptivos ou superficiais
Cutaneoplantar - nervo tibial (L4-S2);
Flexão dos dedos
Semio neurológica I, II e III 9
Sinal de Babinski - via piramidal ou corticoespinal - o paciente realiza extensão, 
alteração!
Cutaneoabdominais - superior (T7-T10) e inferior (T10 seg. lombares)
Sai da periferia até o meio, espera-se uma contração unilateral com desvio da 
cicatriz umbilical p/ o hemicorpo estimulado.
Se não acontecer a contração pode ser um problema no arcorreflexo ou via 
piramidal*
*É preciso analisar com calma, pq pacientes mt obesos, por ex. perde um pouco da 
sensibilidade.
Profundos
Paciente n pode estar contraindo a musculatura.
Tricipital - C7 nervo radial - o braço faz um pêndulo
o paciente geralmente n relaxa nessa posição, é preciso q ele deixe todo o peso na sua 
mão;
Semio neurológica I, II e III 10
Supinador - ele é bem discreto mesmo; 
Bicipital - C5-C6 nervo radial - espera-se uma flexão do braço;
Patelar (quadríceps) - L3-L5 nervo femoral
Semio neurológica I, II e III 11
Aqueleu - S1 nervo ciático.
Faz extensão
Clônus e flappings
Clônus é a hiperextensão brusca do pé seguido por contrações rítmicas e involuntárias e 
flappings é esse mov. nas mãos - geralmente associado à encefalopatia hepática.
https://s3-us-west-2.amazonaws.com/secure.notion-static.com/2d3d3aca-02a4-4a
60-bd61-6b686de7a76d/20210404_185142.mp4
Atenção - Em síndromes do neurônio superior, observam-se os reflexos aumentados.
Tabela
Semio neurológica I, II e III 12
Hiperreflexia é qdo vc consegue fazer o reflexo em uma área reflexiva maior. Ex. se vc 
vai em cima da patela ou até na coxa e o efeito patelar ocorre.
Outros
Reflexo flexor dos dedos de Hoffman;
Sinal de liberação piramidal desencadeado por pinçamento da falange distal do dedo 
médio, que é submetida à súbita flexão por pressão sobre a unha, levando à flexão dos 
dedos.
Reflexo flexor dos dedos de Wartenberg;
Pode ser observado em pessoas normais, mas é exacerbado na síndrome de liberação 
piramidal.
Desencadeia a flexão dos dedos.
Semio neurológica I, II e III 13
A síndrome de liberação piramidal é caracterizada pela exacerbação dos reflexos 
superficiais fisiológicos e pelo surgimento de reflexos patológicos, além da presença de 
hipertonia e espasticidade, podendo frequentemente estar associada ao déficit de força. 
São sinais de liberação piramidal: Babinski, Chaddock (estimulação da face lateral do 
pé), Gordon (compressão do tendão calcâneo) e Oppenheim (fricção do compartimento 
anterior, na tíbia);
Reflexos axiais da face (glabelar, orbicular dos lábios, mandibular ou massetérico): estão 
exacerbados e inesgotáveisem comprometimentos encefálicos difusos ou piramidais.
Sensibilidade
Deve-se explicar bem ao paciente sobre o teste que será submetido, de modo a evitar erros 
de julgamento.
deve-se fazer a comparação com a região contralateral a fim de verificar a presença de 
gradientes (como distal para proximal) ou segmentos específicos de nervos, raízes, plexo ou 
nível sensitivo relacionado aos dermátomos.
Objetiva
Especial
Olfato, visão, gustação e audição.
Geral
Profunda
Vibratória;
Uso do diapasão
Pressão;
Semio neurológica I, II e III 14
Cinético-postural;
Ex. mexe o hálux pra cima e pra baixo, para em uma posição e pergunta se está 
para cima ou para baixo. O paciente deve estar com o olho fechado. Pode testar 
tbm no polegar. Se ele acertar umas 4x Ok.
Dolorosa.
Superficial
Tátil, térmica e dolorosa.
Paciente de olho fechado, vc compara os dois lados e é realizado por meio do 
toque, usa-se 2 frascos, um com agua fria e outro morna/quente (Se n tiver, usa 
o diapasão que é frio) e algo pontudo p/ a via dolorosa, mas n é preciso fazer 
pressão e realmente machucar, só uma leve picadinha.
Classificação, é igual a dor.
Anestesia, qdo n sente;
Hipoestesia, quando sente pouco;
Hiperestesia, quando sente de uma forma mt aumentada.
Subjetiva
É oq o paciente te fala
Nível de Consciência
ASMOCPLIAV = atenção, sensopercepção, memória, orientação, consciência, pensamento, 
linguagem, inteligência, afeto, vontade...
Escala de Glasgow + reatividade da pupila:
Pupilas
Semio neurológica I, II e III 15
Devem ser isocóricas e fotorreagentes
Não pode ser:
Anisocóricas - uma maior q a outra- sugere paralisia de 3º nervo;
Puntiformes - mt pqn e não reativas - pacientes sedados por opioides; 
Mióticas - pqn e pouco reativa a luz - sugere lesão de tronco encefálico;
Mediofixas - são pupilas de tam. normal, mas n reagentes a luz, indica lesão 
telencefálica grave - função vegetativa do telencéfalo p/ baixo;
Midriáticas - pupilas mt grandes q não reagentes - morte encefálica.
Mini Exame do Estado Mental (MEEM) - pode pesquisar na hora da consulta se necessário
Semio neurológica I, II e III 16
Pontos de corte:
20p p/ analfabetos;
25p p/ idosos com 1 a 4 anos de estudo;
17p p/ idosos com 5 a 8 anos de estudo;
28p p/ idosos com 9 a 11 anos de estudo;
29p p/ idosos com mais de 11 anos de estudo;
Se não bater o mínimo, o paciente deve ser encaminhado para um psicólogo, e se 
for mt inferior, deve ser encaminhado p/ um neurologista.
Exame do estado mental
Minimental ou exame das funções cognitivas superiores
Pares Cranianos
Exame do 1º ao 12º par;
A origem da maioria dos nervos é no tronco encefálico (exceto o ramo externo do XI, q se 
origina na medula);
Nervos e exames detalhados.
I. N. olfatório
Pct com os olhos fechados;
Semio neurológica I, II e III 17
1 frasco para cada narina, ex. café e canela ou pimenta...
O pct fecha uma narina e vc coloca um frasco. Dps ele fecha a outra narina e vc 
coloca outro frasco.
Outras causas - pct pode estar com obstrução nasal, sinusite, rinite, afasia na fala 
(dificuldade para falar oq ele está cheirando);
Classificação
Anosmia - não consegue sentir cheiro;
Hiposmia - sentido diminuido;
Parosmia - o cheiro normal fica ruim. Ex. café com cheiro de gasolina;
Alucinações olfatórias - qdo n se tem estímulo e sente cheiro de algo;
Cacosmia - sensação frequente de odor desagradável.
Essas alterações podem indicar crises epiléticas. lesões de base do crânio.
II. N. óptico
Acuidade visual - classificação
Ambliopia - diminuição;
Amaurose - cegueira;
HIC, tumores, neurite - alterações
Afastar outras causas.
Exame por confrontação
Pct tapa um olho e vc analisa os campos visuais (nasal, temporal). 
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021b-42e6-a1a9-fe52659df995/20210405_114312.mp4
Semio neurológica I, II e III 18
Fundoscopia
Só olhar se n tem nenhuma hemorragia, pq n somos profissionais especializados 
nisso, só quem faz oftalmo msm. 
III. N. oculomotor (esses exames se analisa tbm o N. óptico, o IV - N. troclear. e o VI. N. 
abducente ;
Motilidade extrínseca
Semio neurológica I, II e III 19
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-4183-acdf-20299e5eca15/20210405_115454.mp4
Alterações:
Estrabismo - olho para dentro (N. abducente com problema), olho pra fora 
(N. troclear com problema);
Diplopia - os dois olhos não se movem juntos, visão duplicada;
Ptose - abaixamento da pálpebra. 
Nistagmo - movimentos rápidos do olho do nada. Ex. aquela menina do 
Gaia. 
Motilidade intrínseca
Semio neurológica I, II e III 20
Você joga a luz de um lado e o outro olho tbm contrai a pupila (resposta direta - 
olho com a luz - e resposta consensual - olho sem a luz direta);
Mudanças na pupila
V. N. trigêmeo;
Musculo da mastigação 
Semio neurológica I, II e III 21
Analisar se não tem dificuldade para lateralizar a mandíbula.
https://s3-us-west-2.amazonaws.com/secure.notion-static.com/94cb3cfa-3e5c
-47f2-9477-561b5981042d/qwqw.mp4
Pede para fechar os dentes bem forte, as vezes pode ser usado um palito, 
aqueles de colocar na língua e analisar a impressão dos dentes. Vc encosta na 
pessoa tbm para ver se a musculatura do masseter e temporal está contraindo. 
Raízes sensitivas
Pode ser usado um algodão na esclera para ver se ele fecha os olhos, o olho 
tem q estar virado para a direção oposta do lado q vc vai colocar o algodão.. 
Você pode ir tocando o rosto e vendo se ele sente a pressão. 
VII. N. facial;
Fácies
Resultado dos traços anatômicos mais a expressão fisionômica;
Conjunto de dados exibidos pelo paciente;
Olhar não apenas elementos estáticos, como também a expressão do olhar, os 
movimentos de asa do nariz e a posição da boca.
Semio neurológica I, II e III 22
Semio neurológica I, II e III 23
Semio neurológica I, II e III 24
Semio neurológica I, II e III 25
Mímica facial
Enrugar a testa, franzir supercílios, cerrar pálpebras, mostrar dentes, inflar boca 
e contrair platisma.
Paralisia
Pode ser de um lado ou de um quadrante(mais grave).
Sensitiva
Impressões gustativas
Semio neurológica I, II e III 26
VIII. N. vestibulococlear;
Coclear
Acuidade auditiva
Teste de Weber
Condução aérea vc óssea.
Teste de Rinne - qdo para de ouvir o som no osso, vc traz para perto da 
orelha e ele ainda deve ouvir um pouco. A condução aérea tem que ser 
melhor que a condução óssea.
Semio neurológica I, II e III 27
Vestibular
Nistagmo 
Marcha (explicado no exame físico)
Sinail de Romberg - se tiver lesão no vestibulo de um lado o paciente cai 
para esse lado. Tbm pode ser feito de forma dinâmica e ver se o pct faz o 
sinal da estrela, é visível naquele vídeo do yt em cima dessa aula.
IX. N. glossofaríngeo e X. N. vago são vistos juntos;
Elevação do palato
Lateralização da úvula - desvia p/ o lado saudável
Alteração
Disfonia - alteração da fala
Disfagia - alteração da deglutição. 
Semio neurológica I, II e III 28
XI. N. acessório;
Trapézio
Elevação do ombro
Esternocleidomastóideo
Se consegue rotacionar a cabeça
XII. N. hipoglosso.
M. da língua
Se a lesão é unilateral - ocorre lateralização da língua
Se é bilateral - paralisia - podendo gerar disartria (dif. na fala) e dif. na mastigação e 
deglutição.
Pede para o pct empurrar nossa mão com a língua através da bochecha.
Sintomas relatados frequentemente
Dor
📌 Causa mais comum de consulta
Local
Pergunta mais difícil, pq o povo inventa mt coisa louca.
É bom pedir para a pessoa apontar!
Irradiação
A dor "corre" pra onde?
ai vc pergunta se segue o padrão compatível com o dermátomo.
Qualidade
Queimação, pontada, rasgada... descrição da dor
Intensidade
Pedir para o paciente dar uma nota de 1 a 10
Perguntas para identificar melhor!
olhe essa imagem e me dê uma nota para sua dor agora (e antes se o paciente 
relatou q teve uma dor forte e agr que passou veio para o hospital).
Ex. o paciente diz que vale 8. Então você pergunta se essa dor atrapalhapara 
vestir as roupas, colocar o calçado, escovar os dentes... se o paciente negar, ele 
tem a dor de 4 a 6.
SEMPRE questione a dor com perguntas, não aceite o primeiro número que o 
paciente der. 
É melhor mostrar a imagem logo abaixo do que simplismente pedir uma nota 
(mas se vc sente que o paciente é exagerado melhor falar na forma do exemplo 
Semio neurológica I, II e III 29
acima, assim ele não vai saber se escovar os dentes é considerada mais 
moderada do que forte).
De 1 a 3 é considerada ..., pois não atrapalha as atividades do dia a dia ou trabalho.
Fraca
De 4 a 6 é considerada..., pois atrapalha o trabalho.
Moderada
De 7 a 9 é considerada..., pois atrapalha as atividades de vida diária.
Forte
10 é ..., a pior dor que sentiu na vida.
Fortíssima. 
CUIDADO! Na neuro representa algo muito ruim, msm que o paciente venha no 
momento remitente da dor, se ele relatar que antes teve a dor 10 fique ligado.
Imagem para utilizar com os pacientes.
Paciente com dor mt forte tem esses sinais (pra não se engnar com qualquer paciente q 
diz q é 10 ou 9...).
Pacientes com dor real mesmo apresenta: Sudorese, inquietação, dilatação das 
pupilas, taquicardia, ou seja, manifestações do SNA sipático, principalmente.
Atenção - Se o paciente chegar com "a pior cefaleia da vida de forma súbita" - cuidado! 
mesmo que ele chega no momento q n está com dor, tipo dor q vai e volta ou quando dá 
um problema e dps a dor sai. 
"Como se explodisse uma dor na cabeça"
Hemorradia Subaracnoidea espontânea - tomografia de urgência.
50% dos pacientes com aneurismo que estora morre. 
O famoso "foi encontrado morto, não tinha doenças"
Se romper o aneurisma novamente, 90% dos pacientes vão morer.
Pedir tomografia, chama o neuro e pede pra fazer uma pulsão lombar.
Duração
Quanto tempo dura sua crise de dor?
Semio neurológica I, II e III 30
Evolução
Como iniciou?
Quais caract. diárias, semanais e mensais se mantiveram estáveis? aumentara? houve 
piora?
Foi atenuada por algum fator? diminuiu com o passar dos dias e depois aumentou?
É recorrente? ou só ocorre uma vez ou outra?
Orgânica
Relação com outra função orgânica ou fator concomitante, ex. sudorese.
Desencadeante
fator q desencadeia a dor
Atenuante
o q melhora a dor
Agravante
o que piora a dor
Tipos
Cefaleias
Enxaqueca sem aura
Sem escotomas pré-crise
Enxaqueca com aura
Com estocoma aura pós-crise.
Tem caráter genético.
Antes de acontecer a crise tem bocejos constantes, estocoma cintilante, precisa 
ficar no escuro, sonolência e quedas de produtividade.
É importante tomar o remédio (Enxak) assim que sente o estocoma cintilante. 
Falar para o paciente cortar um comprimido e colocar na carteira. Assim já toma 
no início da aula e diminui mt a crise. 
Chocolate, banana, vinho, glutamato monossódico e shoyo desencadeiam a 
cefaleia.
Cefaléia pós-traumática
Após TCE com sintomas psiquiátricos.
Cefaleia Tensional
Bilateral e frontal
Dor facial atípica
ATM, transtornos psiquiátricos.
HIC
Semio neurológica I, II e III 31
Cefaleia mais intensa a noite (CUIDADO! - pode ser tumor cerebral), vômitos em jato 
e edema de papila.
Epilepsia
Pródromo
Parece com enxaqueca
Aura
Manifestação do sist. nervoso, que acontece antes da crise. Dejavi (o paciente está 
num local estranho e sente que já esteve lá) e Jamavu ( o paciente se sente 
estranho e não reconhece o trabalho ou casa)
Crise
pós-ictal
Desorientado, n recorda oq aconteceu.
Pode ser 1ª ou 2ª
1ª é a doença. 2ª é quando ocorre a partir de outra doença, ex. tumor cerebral
Inquérito
Fatores precipitantes
alcóol, privação do sono, ansiedade...
Tipificação da crise - freq.
Generelizada, parcial simples, parcial complexa.
Medicamento
Usados, freq...
Dor do memb. fantasma
Ex. qdo perde algum membro.
Distrofia simp. reflexa 
é uma dor contínua com queimação associada a fenômenos autonômicos simpáticos, 
dor mal delimitada pelos dermátomos.
Causalgia 
dor contínua com queimação associada a fenômenos autonômicos simpáticos, segue o 
dermátomo, é causada pela compressão de um nervo.
Neuropatia periférica
Semio neurológica I, II e III 32
Queimação e é delimitada em bota e luvas (dor nos pés e mãos), se torna intensa a 
noite, comumente relacionado com pacientes diabéticos ou com vasculopatias 
periféricas. Apresenta disestesia - estímulo que normalmente não desencadeia ou 
agrava a dor.
Neuropatia
dor no carpo, meralgia e ulnar.
Neuralgias
V, VII, IX, pós-herpética (intercostal ou geniculada - ouvido)
Dor facial atípica
ATM - desvio do septo nasal é um fator de risco, transtornos psiquiátricos
Radiculopatias
cervival e lombar
Crises epiléticas
Epilepsias 1ª e 2ª
Transt. mov.
Hipercinéticos e hipocinéticos
Vertigem
central ou periférica
Parestesias
radiculopatias
Distúrbios visuais
Diminuição do campo visual, alucinações, diploidia
Distúrbios auditivos
Zumbidos, diminuição da acuidade auditiva e alucinações
Distúrbios pares cranianos
olfato, paladar, facial, disartria, disfagia
Alterações da linguagem
afasias, distúrbios da escrita e compreensão da fala
Alterações da consciencia
Escala de coma de Glasgow
Sintomas vicerais
Resultam de lesão do SNA. Peristalse, sudorese, FC, dist. esfincteriano
Semio neurológica I, II e III 33

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