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Relatório Seminário – FHTMSS III - 3º período do Serviço Social – 2021 Grupo 8 – Capítulo 2.5.4.2 a 2.5.5 – A reflexão de Iamamoto e a Intenção de ruptura e a modernidade Na visão da realidade de Marilda Iamamoto, o problema social durante o período de consolidação do capitalismo monopolista brasileiro pode ser definido como um aumento da exploração do trabalho e uma queda da qualidade de vida dos trabalhadores, tentando colocar as relações sociais em suas mais diversas atividades. Iamamoto estudou atentamente o serviço social no contexto do capitalismo avançado do Brasil, que se tornou uma profissão de referência e, a partir dessa ideia, analisou o serviço social como sistema. Em sua opinião, o capital é um fator importante nas relações sociais, que fornece o mecanismo geral e a compreensão dos processos sociais. A lógica de produção e reprodução das relações sociais se sobrepõe. Percebemos que, para Iamamoto, a compreensão da sociedade sobre essa profissão está interligada. Além da ocupação como reprodução do controle social e da ideologia dominante, existe também uma relação entre os serviços sociais e a reprodução do trabalho. Na reprodução das relações sociais, é fundamentalmente uma atividade auxiliar e subsidiária do exercício do controle social e da difusão da ideologia da classe dominante para a classe trabalhadora. Ao analisar essas reflexões sobre a inserção da obra social de Iamamoto no Brasil contemporâneo, revela toda a problemática que a envolve. O Brasil enfrenta uma situação de capitalismo monopolista, o Estado está diretamente relacionado nas "questões sociais" e exige um profissional que desempenhe um papel importante junto à população e às instituições onde atua. O argumento de Iamamoto reconhece que a natureza dessa expressão profissional é mais orientada para a esfera ideológica política do que para a esfera econômica. A universidade oferece uma área nova e menos insegura para apostas inovadoras. O espaço universitário é o mais adequado para este projeto, abrindo espaços de ensino, investigação e expansão, por isso encontra-se numa posição privilegiada, tendo em conta a inovação e as suas consequências para intenções disruptivas, conduzindo a uma experiência piloto na área de estágio, não há interação intelectual entre assistentes sociais exigidos pela prática profissional com perda de controle institucional e organizacional, e a possibilidade de responder a novos tipos de interação com teorias e disciplinas sociais que precisa ser sistemática e detalhada, além de explicar a prática de implementação e a possibilidade de obtenção de suporte teórico e metodológico.