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Diabetes Mellitus conceitos iniciais

Resumo sobre Diabetes mellitus: conceitos, epidemiologia, fisiologia e fisiopatologia; tipos (DM1, LADA, MODY, gestacional, DM2); fatores de risco, sinais e sintomas, exames (glicemia de jejum, TOTG, HbA1c), diagnóstico, rastreamento, prevenção e diferenças entre cetoacidose e estado hiperosmolar.

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Problema 2 
Coordenadora: Emily Caroliny Souza Tibães
Relator : Cláudio Teixeira
Tutora: Ludmila Malveira
Leitura das referências
1) Sociedade Brasileira de Diabetes. Conduta Terapêutica no Diabetes Tipo 2: Algoritmo -SBD 2019. Posicionamento Oficial SBD no 01/2019.
2) Tratado de Medicina de Família – Gusso 2019
3) Diretriz Brasileira de Diabetes 2019-2020
4) Bioquímica Ilustrada - Pamela C. Champe, Richard A. Harvey, Denise R. Ferrier 
Objetivos
Conceito
Epidemiologia
Fisiopatologia
Tipos de DM
Fatores de risco
Exames 
Sintomas
Diagnóstico : Pré diabetes e DM
Rastreamento
Prevenção
Diferenças: Cetoacidose diabética x Estado Hiperosmolar
Conceito
O nome diabetes vem do grego que significa passar através, dando ideia de fluido. Já mellitus vem do latim daquilo que contém mel.
“Diabetes mellitus (DM) consiste em um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia persistente, decorrente de deficiência na produção de insulina ou na sua ação, ou em ambos os mecanismos.”
(Gusso,2019)
Epidemiologia
4º país:  Brasil 12,5 milhões (11,4 a 13,5) - entre 20 e 79 anos
Menor escolaridade
Mulheres
DM1-Aumento da incidência em crianças ( 5 anos)
DM2: 90% dos casos e DM1: 10%
5% das internações,
cegueira adquirida ,amputações de MMII e diálises
FISIOLOGIA
Insulina
Basal
Pós prandial
Glicose
Glut 2
Integrinas: GIP
GLP1
pâncreas
Estimula liberação de insulina
Glut-4 (músculo),tecido adiposo
-glicólise
-gliconeogênese
-lipogênese
fisiologia
Glicagon 
“jejum”
Célula alfa
glicogenólise
Lipólise
proteólise
fisiopatologia
Fisiopatologia
Tipos de DM
Diabetes Tipo I : IA e IB
Lada
Mody
Diabetes Mellitus gestacional
Diabetes Mellitus tipo 2
Diabetes Mellitus tipo I
	Tipo IA	Tipo IB
	comprovada por exames laboratoriais- anticorpos
-anti-ilhota
-anti-insulina
- antidescaroxilase	deficiência de insulina de natureza idiopática
“É uma doença autoimune, poligênica, decorrente de destruição das células β pancreáticas, ocasionando deficiência completa na produção de insulina.” 
( Sociedade Brasileira de Diabetes, 2019)
5 a 10 % dos casos
autoimune
Invasão
linfocitária
das ilhotas
pancreáticas
Alterações nos
genes do HLA
Lada
DM1 tardia
Progressão lenta 
Progressão lenta
Manifestações clínicas tardias
Pacientes maiores do que 30 anos
Mody
“Consiste em uma doença genética de herança autossômica dominante, mas que não é autoimune.”
Doença genética
Autossômica dominante
Não é autoimune
Diabetes Mellitus Gestacional
Alteração
apenas durante
gravidez
Tende a
resolver após
gestação
Efeito do
lactogênio
placentário
Valores entre 92-125 mg/dl em 2 medidas da glicemia de jejum
Se valor maior que 125, já era portadora antes da gestação
Diabetes Mellitus tipo 2
“O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) corresponde a 90 a 95% de todos os casos de DM. Possui etiologia complexa e multifatorial, envolvendo componentes genético e ambiental.”
Resistência
insulínica
Fatores de risco
associados
Histórico familiar
Obesidade
Diferenças
	DM1	DM2
		
Bioquímica Ilustrada
Fatores de risco
História familiar
Sedentarismo
Obesidade 
histórico de Pré DM
DM
GESTACIONAL
SÍNDROME METABÓLICA 
HIPERTENSÃO
Sintomas
Apesar de , na maior parte dos casos , serem assintomáticos ou oligossintomáticos, as seguintes apresentações, contudo, devem levantar a suspeita de diabetes:
Sintomas
DM1 e DM2:
Polis:
poliúria, polidpsia, polifagia com perda ponderal não explicada
Candidíase genital de repetição,
acantose nigricans
Cansaço, alteração visual (“visão embaçada”) 
No DM1, início abrupto, com emagrecimento rápido e inexplicado, hiperglicemia grave associada à desidratação, à cetonemia e à cetonúria.
sintomas
	DM1	DM2
		Efeitos semelhantes, salvo:
Peptídeo C ( valor > 0,1mg/dl) –ainda há produção de insulina
Hiperglicemia
Maior excreção pela urina- Carrega a água 
 ( poliúria)
Desidrata (sensação de sede)-polidipsia
Sensação de fome- polifagia “ simula o jejum”
Peptídeo C ( componente pró-insulínico)
sintomas
	DM1	DM2
	Geralmente mais jovem, magro
Mais comum: cetoacidose	40 anos, obeso
Mais comum: estado hiperosmolar
Exames
 Glicemia em jejum
 TOTG (Teste Oral de Tolerância à Glicose)
 Hemoglobina glicada (HbA1c)
Diagnóstico
Diagnóstico
	Paciente assintomático	Paciente sintomático
		
Rastreio
“O rastreamento consiste em um conjunto de procedimentos cujo objetivo é diagnosticar o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) ou a condição de pré-diabetes em indivíduos assintomáticos.” 
Se a investigação laboratorial for normal, sugere-se repetição do rastreamento em intervalos de 3 anos ou mais frequentemente, se indicado. Na presença de pré-diabetes, recomenda-se reavaliação anual.  Pacientes que tiverem resultados no limite superior do normal devem ser reavaliados em 3 a 6 meses
Prevenção
Medidas não farmacológicas
Medidas Farmacológicas
Quadro diferencial
Cetoacidose diabética
x
Estado Hiperosmolar
Obrigada!
emilysouzatibaes@gmail.com

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