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MEDULA ESPINHAL

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Na via eferente: 
▫ Trato cortico-espinal (anterior e espinhal ou piramidal): 
o É o maior de todos. 
o Do córtex em direção a espinha. 
o Movimentos voluntários, seja na raiz dos membros ou na parte distal. 
▫ Vestibulo-espinhal: 
o núcleos vestibulares em direção espinha. 
 
 
 
 
o Tônus dos músculos extensores, equilíbrio e postura. 
▫ Reticuloespinhal: 
o Região reticular ou da formação reticular à espinha. 
o Controle da circulação e respiração. 
o Ajuste postural (relaxa extensores, movimentos voluntários axial e proximais). 
▫ Tecto-espinhal: 
o Músculos da cabeça. 
o Coordenação de movimentos de cabeça. 
o Reflexos por estímulos visuais. 
▫ Rubro-espinhal: 
o núcleo rubro em direção a espinha. 
o Tônus dos músculos flexores. 
o Movimentos voluntários da parte distal dos membros. 
SUBSTÂNCIA CINZENTA: 
É divida em grupos nucleares e lâminas de Rexed, onde cada grupo de lamina tem uma função específica (são 10 
lâminas). 
LÂMINAS DE REXED 
 
• Nessas lâminas encontram-se núcleos, conjunto de neurônios agrupados. 
• O maior conjunto forma a lâmina 9, que é o núcleo dos neurônios motores. 
• Núcleo de Clark: importante para área visceral. 
• Na parte posterior tem uma região chamada de substancia gelatinosa, que é muito importante para 
passagem do estimulo de dor, e tem um controle importante para dor. 
o Na fisioterapia, tem um aparelho chamado tens, que bloqueia a abertura de estímulos que ocorre na 
substância gelatinosa, teoria da “comporta”, fecha a comporta da dor. 
 
 
 
 
Lâminas: 
• I a IV: Fibras exteroceptivas. 
o Neurônios sensitivos eferentes, seja somático ou visceral. 
o Na lâmina II, sensitivo de dor. 
• V e VI: Fibras proprioceptivas. 
o Passam neuronios que vieram das linhas proprioceptivas. 
o Ex.: neuronios que formam o pino cerebelar. 
• VII: Interneurônios. 
o Lâmina de associação entre eferência e aferência. 
o Neurônios que fazem comunicação dos neurônios posteriorres comm os neuronios posteriores. 
• VIII: Fibras vestíbulo-espinhais e retículo-espinhais. 
o Vias eferentes. 
o Lâmina relacionada com postura e equilíbrio. 
• IX: Fibras motoras. 
o Motricidade voluntaria. 
o Manutenção de tônus. 
o Disposição superior e membros superiores: 
▪ Região cervical medial: estimula músculos da região de cabeça e pescoço. 
▪ Região antero-medial: raiz de membro. 
▪ Região anterior: braço, antebraço. 
▪ Região lateral: mão. 
o Disposição inferior e membros inferiores: homosacral. 
▪ Região medial: raiz de membro. 
▪ Região anterior: coxa. 
▪ Região lateral: perna. 
▪ Região mais lateral: pé. 
• X: Fibras sensitivas. 
o Associa lado direito com lado esquerdo. 
o Área comissural cinzenta. 
DERMÁTOMOS: Distribuição das raízes pelo corpo. 
 
 
 
 
 
 
 
CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS 
• ALTERAÇÃO MOTORA: 
o Perda total: plegia; 
o Perda parcial: paresia. 
• ALTERAÇÃO SENSITIVA: Parestesia. 
o Total: anestesia; 
o Diminuição: hipoesteia; 
o Aumento: hiperestesia. 
• PARTE ACOMETIDA: 
o 1 membro: mono; 
o 2 membros superiores: di; 
o 2 membros inferiores: para; 
o 4 membros: tetra. 
 
 
 
 
 
PACIENTE COM: 
 LESÃO CERVICAL ALTA: Características. 
 
• Nível motor. 
o Perda total. 
o Tetraplégico. 
• Sensibilidade: 
o Perda de tudo do pescoço pra baixo. 
o Tetraparestésico. 
 
LESÃO CERVICAL BAIXA: Características. Lesão abaixo de C6 ou C7. 
 
 
• Nível motor: 
• Paraplégico: perda total da região torácica pra baixo. 
• Diparético: perda parcial do membro superior. 
• Sensibilidade: 
• Tetraparestésico: perda totoal de sensibilidade. 
 
 
 
 
 
 
LESÃO TORÁCICA: 
 
• Nível motor: 
• Paraplégico. 
• Sensibilidade: 
• Paranestésico. 
 
LESÃO LEMBAR: Quase não afeta a medula. 
 
• Nível motor: 
• Paraparético: perda parcial. 
• Sensibilidade: 
• Paraparestésico: perda total de sensibilidade dos membros inferiores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HEMISECÇÃO: Lesão do lado direito da região lombar. 
 
• Nível motor: 
• Monoplegia: perda de um lado. 
• Sensibilidade: 
• Paraparestésico: um lado epicrítico e outro alteração de dor e temperatura. 
 
LESÕES: 
• Mielomeningocele: doença de mal formação, a coluna não fecha. 
• Lesões císticas: cisto comprime a medula. 
• Lesões escleróticas: formação de placas cicatriciais escleróticas devido a doenças de perda de mielinização. 
• Fraturas: lesa a medula. 
• Fraturas com avulsão: coluna desloca, há ruptura de ligamentos, rompe a medula. 
• Hérnias de disco: compressões na medula.

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