Prévia do material em texto
Aluna: Yasmin Rodrigues de Almeida Matrícula: 19214020063 Polo: Nova Iguaçu Universidade Federal do Rio de Janeiro Licenciatura em Ciências Biológicas Construção do Conhecimento Linguístico em Textos de Biologia Aluna: Yasmin Rodrigues de Almeida Matrícula: 19214020063 Polo: Nova Iguaçu Tema: Entre o limite da inspiração em leituras e o ato de plagiar Título: “No mundo, nada se cria, tudo se copia”. Conforme os anos passam, a evolução das tecnologias contribuem para as negligências cometidas pelos seres humanos, principalmente, em relação ao ato de copiar respostas ou textos publicados virtualmente e em livros. Sobressaindo a prática de plágio ao invés da inspiração, violando o código penal e civil. Atualmente, o termo plágio, vem sendo cada vez mais usado no meio acadêmico, especialmente na situação em que o planeta se encontra: pandemia do Coronavírus. A Educação à Distância no Brasil fez com que a ocorrência desse termo aumentasse e fosse mais comentado. Em consequência disso, vê-se, a todo instante a preocupação do limite entre a inspiração e o ato de plagiar. Fazendo um estudo sobre a inspiração e a cópia, percebe-se que os dois termos estão ligados, pondo em vista que, a inspiração é uma forma de criar algo diferente a partir da identificação em textos, obras e etc; e a cópia ou plágio é quando a obra ou texto é copiado integralmente de um outro autor. Mas para o advogado Rodrigo Pacheco, usar o mesmo tema de um certo texto ou assunto não se classifica em plágio. Em virtude dos fatos mencionados, conclui-se que nada é original, tudo faz parte de ideias pré concebidas e que de fato contribuem para ampliar o conhecimento científico. Aprimorando a veracidade dos textos, fatos documentados e estudados. Dando a devida importância para o código civil, artigo 524 e o código penal, artigo 184, duas leis que garante o uso de obras e textos somente ao proprietário, a violação da mesma ocasiona a prisão de 3 (três) meses a 1(um) ano.