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Anna Clara Guimarães XXX Anatomia – Sistema Digestório TONSILAS FARÍNGEAS (OU ADENOIDES: 1- EPITÉLIO PSEUDOESTRATIFICADO COLUNAR CILIADO (EPITÉLIO RESPIRATÓRIO) 2- É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL POR ‘RASTREAR’ O AR QUE ENTRA ATRAVÉS DAS NARINAS TONSILAS TUBÁRIAS: 1- EPITÉLIO PSEUDOESTRATIFICADO COLUNAR CILIADO (EPITÉLIO RESPIRATÓRIO) 2- LOCALIZAM NO TETO DA NASOFARINGE TONSILAS PALATINAS (OU AMÍGDALAS): 1- SÃO COBERTAS POR UM EPITÉLIO ESCAMOSO ESTRATIFICADO NÃO- QUERATINIZADO TONSILAS LINGUAIS: 1- EPITÉLIO ESCAMOSO ESTRATIFICADO NÃO- QUERATINIZADO 2- LOCALIZADO POSTERIORMENTE AO FORAME CEGO DA LINGUA Anna Clara Guimarães XXX Vestíbulo: Limitado externamente por lábios e bochechas e internamente por gengivas e dentes F O S S A BOCA E CAVIDADE ORAL: LÁBIOS, BOCHECHAS, RIMA DOS LÁBIOS, ÂNGULO DOS LÁBIOS, COMISSURA OU LINHA DOS LÁBIOS, FRÊNULO DOS LÁBIOS, VESTÍBULO DA BOCA, PALATO MOLE E PALATO DURO. ARCO PALATOGLOSSO, ARCO PALATOFARÍNGEO, FOSSA TONSILAR, TONSILAS PALATINAS OU AMÍGDALAS, ÚVULA PALATINA (CAMPAINHA). Arco palatofaríngeo parte interna Arco palatoglosso parte externa Anna Clara Guimarães XXX OBS: PRATICANDO Anna Clara Guimarães XXX LÍNGUA: RAIZ DA LÍNGUA, PONTA DA LÍNGUA, PREGAS GLOSS OEPIGLÓTICAS MEDIAL E LATERAL, VALÉCULAS. GABARITO DA DIREITA: 1. Rima da boca 2. Ângulo da boca 3. Filtro 4. Sulco nasolabial 5. Sulco lábio marginal GABARITO DA ESQUERDA: 1. Palato mole 2. Úvula 3. Arco palatoglosso 4. Arco palatofaríngeo 5. Istmo da garganta Prende-se ao osso hioide, mandíbula, processo estiloide e faringe Funções de deglutição, fala, mastigação e gustação MÚSCULOS DA LÍNGUA: EXTRÍNSECOS, GENIOGLOSSO, ESTILOGLOSSO, PALATOGLOSSO, HIOGLOSSO Lingual Genioglosso Hioglosso Anna Clara Guimarães XXX 1- Parótida: Localizada na porção mais lateral, a frente da orelha e acima do músculo masseter de mastigação. Sua inflamação gera a parotidite mais conhecida como caxumba. Da glândula parótida sai o ducto parotídeo, no desenho está representado de coloração verde, que drena a saliva para cavidade oral em partes laterais, desembocando na papila do ducto parotídeo. Produção e secreção de saliva OBS: No meio da parótida tem a passagem do nervo facial que dá a motricidade, logo, é relevante para a inervação motora dos músculos da face. CONSEQUENTEMENTE: tumor, inflamação e lesão na parótida podem causar paralisia facial caso atinja o nervo Ducto parotídico ] Em azul: glândula parótida Em amarelo: glândula submandibular GLÂNDULAS DA SALIVARES: PARÓTIDA + DUCTO PAROTÍDEO, SUBMANDIBULAR, SUBLINGUAL Anna Clara Guimarães XXX Músculo Temporal MÚSCULOS DA MASTIGAÇÃO: MÚSCULO TEMPORAL, MÚSCULO MASSETER E MÚSCULO PTERIGÓIDEO LATERAL E MEDIAL 1. Sublingual 2. Submandibular 1- Músculo Temporal: Sentimos o músculo temporal ao abrir e fechar a boca. Move a mandíbula dorso-cranialmente, levando a um forte fechamento da mesma (elevação). 2- Pterigóide: Os músculos pterigoides são dois músculos localizados na superfície interna da mandíbula, responsáveis pela abertura da boca e protrusão da mandíbula. Além disso, move a mandíbula de um lado para outro auxiliam na movimentação da articulação temporomandibular. Pterigóideo Bucinador Anna Clara Guimarães XXX ESÔFAGO: PARTE CERVICAL, TORÁCICA, ABDOMINAL, CONTRAÇÕES FARINGO ESOFÁGICAS, BRONCOARTÓTICAS E DIAFRAGMÁTICA 3- Masseter: Eleva a mandíbula, consequentemente o fechamento da boca. A contração da parte superior, que cursa diagonalmente à frente, move a mandíbula para frente (protrusão). FARINGE: PARTE NASAL, ORAL E LARÍNGEA, RECESSO PIRIFORME Recesso piriforme: O recesso piriforme é uma pequena depressão da cavidade laringofaríngea em ambos os lados do ádito da faringe. Esse recesso revestido por mucosa é separado do adito da laringe pela prega ariepiglótica. Lateralmente, o recesso piriforme é limitado pelas faces mediais da cartilagem tireóidea e pela membrana tireohióidea É a estrutura mais inferior da faringe e serve como válvula para a parte superior do esófago. O esôfago é um tubo muscular que continua a faringe e é continuado pelo estômago. Possui 4 constrições em seu trajeto: cartilagem cricóide, arco da aorta, brônquio esquerdo e diafragma. No tórax, o esôfago situa-se ventralmente à coluna vertebral e dorsalmente a traqueia, estando próxima da aorta. Para atingir o abdome ele atravessa o músculo diafragma e, quase imediatamente, desemboca no estômago. Junção faringoesofágica, localizada posteriormente à cartilagem cricóide é formada pela união entre a faringe e o esôfago. esfíncter esofágico superior Junção gastroesofágica, localizada no ponto de encontro entre o esôfago e o estômago. esfíncter esofágico inferior As três partes do esôfago são identificadas de acordo pela localização que o tubo passa. A parte cervical por exemplo passa atrás da traqueia, sendo considerada a primeira parte esofágica. A parte torácica, envolve toda a parte do esôfago abaixo da cervical até o diafragma. Posteriormente ao diafragma, é a parte abdominal, que termina ao chegar no estômago. Apenas essa parte é revestida por uma camada serosa chamada peritônio. OBS: lembrar que o diafragma faz a divisão da cavidade torácica e abdominal Anna Clara Guimarães XXX Irrigação do esôfago: 1. Porção cervical: Ramos da artéria tireóidea inferior/ ramo do tronco tireocervical 2. Porção torácica: Ramos esofágicos das artérias brônquicas, das artérias intercostais e artérias esofágicas diretamente da porção descendente da aorta 3. Porção abdominal: das artérias frênicas inferiores e das artérias gástricas esquerda/ramo do tronco celíaco PERITÔNIO: FOLHETOS, OMENTOS, MESOS Peritônio parietal – camada externa que se adere às paredes abdominais anterior e posterior. Peritônio visceral – camada interna que recobre os órgãos abdominais. Ela é formada a partir da reflexão do peritônio parietal da parede abdominal para as vísceras. Meso – prega de peritônio que liga a parede posterior a uma víscera, que contem no seu interior vascularização. Meso do intestino delgado – MESOENTÉRIO (Mesentério - meso de ligamento, entério de intestino delgado) Meso do intestino grosso – recebe nome de acordo com as partes. Ex: mesocólon transverso – meso do colo transverso Função: prender os órgãos à parede do corpo, ou seja, tecido membranoso (peritônio) que é anexado à parede do abdômen e envolve as vísceras impedindo-o de entrar em colapso para baixo em sua região pélvica. https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/parede-abdominal Anna Clara Guimarães XXX OMENTOS Junção de víscera com víscera 1- O Omento Maior é um delgado avental que pende sobre o cólon transverso e as alças do intestino delgado. Está inserido ao longo da curvatura maior do estômago e da primeira porção do duodeno. 2- O Omento Menor estende-se da curvatura menor do estômago e da porção inicial do duodeno até o fígado. Ligação entre órgãos – Hepatogástrico e HepatoDuodenal 3- Apêndices Epiplóicos – são pequenas bolsas de peritônio cheias de gordura, situadas ao longo do cólon e parte superior do reto. Anna Clara Guimarães XXX Anna Clara Guimarães XXX ÓRGÃOS RETROPERITONEAIS SÃO FIXOS CONTRA A PAREDE POSTERIOR DO ABDOME, SENDO PARCIALMENTE COBERTA PELO PERITÔNIO (EXEMPLOS: DUODENO, RINS, PÂNCREAS E RETO). Anna Clara Guimarães XXX As fibras: longitudinais, oblíquas e circulares quando se encontram formam o PILORO, esfíncter do piloro Função: digestão enzimática, misturandoos alimentos e atuando como um reservatório A mucosa é composta apenas por uma camada de células, denominado epitélio colunar simples e as células zimogênicas são responsáveis por liberarem o pepsinogênio e lipase. Anteriormente ao estômago: relação com diafragma na parte superior, parte esquerda do fígado (lobo), Posteriormente: bolsa omental e pâncreas Lembrar do colo transverso que está bem abaixo do estômago, ligando-se ao omento maior OMENTO MAIOR: sai da curvatura gástrica maior OMENTO MENOR: sai da curvatura gástrica menor ESTÔMAGO – CÁRDIA, FUNDO, CORPO GÁSTRICO, PILORO, PREGAS GÁSTRICS, CURVATURA MAIOR E MENOR. Cárdica Pilórico Pilórico Anna Clara Guimarães XXX Intestinos Gastro-Duodenal Gástricas Anna Clara Guimarães XXX FLEXURA DUODENOJEJUNAL JUNÇÃO ÍLEOCECAL INTESTINO DELGADO - DUODENO → JEJUNO → ÍLEO Obs: Ampola é junção de ductos. Papila é orifício TECIDO EPITELIAL SIMPLES E CILÍNDRICO 1- Duodeno: RETROPERITONIAL, parte superior, descendente e horizontal. Com flexura duodeno jejunal, após o íleo vem o ceco que fará a transição para o intestino grosso. O ducto colédoco - que transporta a bile - se junta com ducto pancreático principal e se desemboca na papila maior do duodeno, também chamada de Ampola de Walter. neutralização do ácido gástrico através da produção de secreções alcalinas processamento mecânico e digestão do quimo misturar a bile e as enzimas pancreáticas absorção de água, eletrólitos e nutrientes digestão do quimo recebe enzimas pancreáticas do pâncreas e bile do fígado. Esses líquidos, que entram no duodeno por um orifício denominado esfíncter de Odd 2- Jejuno e Íleo: A superfície da mucosa do jejuno e do íleo apresenta vilosidades e microvilosidades, pequenas projeções, que exercem função de absorção de nutrientes. Obs: ÍLEO: Absorção da vitamina B12, JEJUNO E ÍLEO o principal responsável pela absorção de gorduras. DUOEDENO JEJUNO ÍLEO Anna Clara Guimarães XXX Ileal Anna Clara Guimarães XXX Tem um importante trabalho na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal). O ceco é a primeira parte do intestino grosso, em seguida: colón ascendente, transverso, descente, sigmoide e reto Diferencia do intestino delgado pelo calibre Os haustos do cólon (saculações) são abaulamentos ampulares separados por sulcos transversais. Os apêndices epiplóicos são pequenos pingentes amarelados constituídos por tecido conjuntivo rico em gordura. Aparecem principalmente no cólon sigmóide. A papila ileal junto com ceco e a junção ileocecal marca a transição intestino delgado intestino grosso INTESTINO GROSSO - CECO, APÊNDICE, PAPILA ILEAL, CÓLONS ASCENDENTES, FLEXURA DIREITA DO CÓLON, CÓLO TRANSVERSO, MESOCOLO TRANSVERSO, FLEXURA ESQUERDA DO COLO, COLO DESCENDENTESS, COLO SIGMOIDE, MESOCOLO SIGMOIDE, APÊNDICE OMENTAIS, TÊNIAS, SACULAÇÕES DO COLO, RETO, CANAL ANAL. Vermiforme Anna Clara Guimarães XXX SACULAÇÕES DO COLO: dilatações da parede do colo entre as pregas semilunares TÊNIA LIVRE Flexura Direta do Colo Anna Clara Guimarães XXX Anna Clara Guimarães XXX Localização: hipocôndrio direito e epigástrio Síntese e secreção de sais biliares, atividade metabólica, armazenamento de glicogênio Trajeto da bile: sai do fígado pelos ductos biliares, que se ramifica em ducto hepático direito e esquerdo, que irão se unir formando o ducto hepático comum. Esse ducto hepático comum encontra com o ducto cístico para formar o ducto colédoco. O ducto colédoco conduz a bile até o duodeno. OBS 1: ducto cístico é o que sai da vesícula biliar OBS 2: o ducto colédoco (DHC + DCISTICO) + ducto pancreático = ampola hepatopancreática. DH DIREITO E ESQUERDO DHCOMUM DCÍSTICO DCOLÉDOCO Ampola hepatopancreática (ampola de Vater) FÍGADO: FACE DIAFRAGMÁTICA, FACE VISCERAL, LOBO DIREITO/ESQUERDO/CAUDADO/QUADRADO, PORTA DO FÍGADO, PEDÍCULO DO FÍGADO ( VEIA PORTA, ARTÉRIA HEPÁTICA PRÓPRIA, DUCTOS BILIARES DIREITO/ESQUERDO, LIGAMENTO FALCIFORME, LIGAMENTO CORONÁRIO, LIGAMENTO REDONDO, DUCTO COLÉDOCO, SULCO DA VEIA CAVA INFERIOR, FOSSA DA VESÍCULA BILIAR 1 3 2 4 5 Anna Clara Guimarães XXX SULCO DA VEIA CAVA IMPRESSÃO DA ADRENAL IMPRESSÃO RENAL VESÍCULA BILIAR LOBO QUADRADO LOBO CAUDADO Suprarrenal Lobo Quadrado Anna Clara Guimarães XXX Anna Clara Guimarães XXX Anna Clara Guimarães XXX VESÍCULA BILIAR: CORPO, FUNDO, DUCTO CÍSTICO Localização: face inferior do lobo direito do fígado Epitélio colunar simples É um órgão anexo do sistema digestivo, consegue armazenar até 50 ml de bile A bile é necessária para a digestão e absorção de gordura O Esfíncter de Oddi, presente na papila maior duodenal/papila hepatoduodenal, impede a bile e o suco pancreático de entrar no duodeno quando não são necessários Formação de cálculos e deposito são na vesícula biliar e nos ductos císticos e hepáticos. Icterícia ocorre pela impregnação do pigmento biliar e torna-se evidente quando a concentração plasmática se encontra acima de 2,5 a 3,0 mg/dL. Anna Clara Guimarães XXX PÂNCREAS: CABEÇA, COLO, CORPO, CAUDA E DUCTO PANCREÁTICO Glândula exócrina do sistema digestivo, como também uma glândula endócrina produtora de hormonas. É um órgão retroperitoneal Digestão através da libertação de peptidases, lipases, nucleases e amilases, liberação de enzimas digestivas para o duodeno, no intestino delgado. Regulação hormonal pela libertação de insulina (células betas), glucagon (células alfas) e somatostatina (células delta) Anna Clara Guimarães XXX Link de aulas: https://www.youtube.com/watch?v=BXpeQLJVRI0 https://www.youtube.com/watch?v=AJaSVoFbt7U https://www.youtube.com/watch?v=d7IcSmz6zD8 https://www.youtube.com/watch?v=ub-Ce2H0vF8 https://www.youtube.com/watch?v=BXpeQLJVRI0 https://www.youtube.com/watch?v=AJaSVoFbt7U https://www.youtube.com/watch?v=d7IcSmz6zD8 https://www.youtube.com/watch?v=ub-Ce2H0vF8