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a vulnerabilidade da prova testemunhal

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CENTRO UNIVERSITÁRIO BRASÍLIA DE GOIAS 
CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO 
 
 
 
 
 
CARLOS HENRIQUE SILVA MACHADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS, GOIAS 
2021 
 
 
 
CARLOS HENRIQUE SILVA MACHADO 
 
 
 
 
A VULNERABILIDADE DA PROVA TESTEMUNHAL QUANTO AO 
DECURSO DE TEMPO ATÉ SUA PRODUÇÃO 
 
 
Projeto de Pesquisa apresentado à Banca de 
Qualificação na disciplina Trabalho de 
Conclusão de Curso I do Curso de 
Bacharelado em Direito do Centro 
Universitário Brasília de Goiás, de São Luís de 
Montes Belos, Goiás, a ser utilizado como 
diretriz na elaboração do correspondente 
Artigo Científico, exigido como requisito 
parcial para a obtenção do certificado de 
Bacharelado em Direito, sob a orientação da 
Professora de Trabalhos de Conclusão de 
Curso Ma. Nathália Rydam Pereira Silveira. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS, GOIAS. 
2021 
 
 
 
AGRADECIMENTOS 
 
 
Agradeço primeiramente a Deus por me abençoar com a sabedoria para realizar este 
projeto; 
Agradeço a minha família que sempre me apoiou em meus objetivos, sem a qual não 
poderia chegar aqui; 
Agradeço a minha professora Ma. Nathália Rydam pela atenção e disposição no 
decorrer deste curso; 
Agradeço a todos os professores pela contribuição para minha formação; 
Agradeço ao Centro Universitário Brasília de Goiás pela qualidade de ensino ofertado. 
 
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1. INTRODUÇÃO 
 
O Projeto tem como finalidade realizar um estudo utilizando de meios bibliográficos e 
jurisprudenciais referentes à antecipação de provas no Processo Penal, mais objetivamente a 
antecipação da prova testemunhal por ser esta uma prova de produção e valoração delicada, 
pois diferente da prova documental ou pericial em que se consegue valorar o conteúdo de 
forma mais objetiva, a prova testemunhal carece de mais cautela por razões diversas como 
questões de estar diretamente ligada a condição humana, em que as informações podem se 
perder com o passar do tempo. 
Em contrapartida será discutido acerca da medida de antecipação de provas no 
processo penal, pelo argumento de ser esta uma prova cautelar que pode se perder ou ser 
gravemente afetada pela demora em ser produzida, em consonância com a medida será 
discutido a maneira em que esta se adequa no devido processo legal e os cuidados que devem 
ser tomados para que não seja infringido este princípio, tão logo o objetivo desta pesquisa é 
chegar a conclusão acerca da viabilidade, ou não, da antecipação da prova testemunhal de 
imediato a fim de garantir maior qualidade da prova oral no processo penal. 
Para este estudo será utilizado como base obras bibliográficas de autores renomados 
como Dr. Aury Lopes Jr., Dr. Guilherme Souza Nucci e Dr. Fernando Capez os quais estão 
entre os principais nomes do Direito brasileiro, como também será analisado posicionamentos 
jurisprudenciais visando maior compreensão do direito em questão. 
 
2. JUSTIFICATIVA 
 
Um dos principais objetivos do processo penal se trata da resolução de lides a fim de 
proporcionar paz social, ocorre que em muitos processos se tem uma demora relativamente 
grande entre o fato ocorrido até a produção da prova testemunhal em juízo. Neste sentido é 
gerado uma fragilidade quanto ao conteúdo da prova, pois é notório que por ser a prova oral 
um fator ligado diretamente à condição humana pode sofrer graves influências relativas ao 
decurso de tempo ou saúde da testemunha, pois a memória humana é altamente sensível a 
fatores externos e internos como, por exemplo, idade do depoente, estresse e ansiedade, 
depressão, hipotireoidismo e outros diversos fatores. 
No processo penal, por ser se tratar de aplicar medidas severas como restrição de 
liberdade entre outras, não podemos permitir que provas em que se baseiam sentenças sejam 
fracas ou insuficientes a fim de evitar que a justiça seja falha. Por ser a prova oral uma prova 
sensível, que pode ser afetada ou não ser possível produzir após determinado transcorrer de 
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tempo, nota-se a necessidade em se criar mecanismos que resguardem a produção desse tipo 
de prova no momento devido, possibilitando que seja feita a oitiva da testemunha enquanto as 
informações estão frescas e precisas, pois somente assim é possível se aproximar da verdade 
real. 
A relevância para a sociedade deste estudo se dá pela necessidade de segurança 
jurídica nos processos, pois através de estudos como este que se podem encontrar mecanismos 
a fim de resguardar a integridade do conteúdo da prova testemunhal visto que não basta que a 
prova oral seja produzida de qualquer forma, mas que seja produzida com a máxima 
excelência possível, de tempo, quanto antes possível, e de conteúdo, com informações o mais 
completa possível. 
 
3. PROBLEMA 
 
A morosidade é uma situação comum nos processos brasileiros, através dessa situação 
qual a influência que recai sobre a produção da prova testemunhal em decorrência dessa 
demora e quais medidas pode ser tomada a fim de combater este problema? Quais os 
benefícios da medida de antecipação de provas e quais cuidados devem ser tomados a fim de 
não infringir o devido processo legal? 
 
4. HIPÓTESES 
 
No processo penal, o legislador previu situações em que provas poderiam se perder, 
dificultando ou mesmo impedindo que a justiça fosse alcançada. A prova testemunhal se 
enquadra nessa situação por ter características de urgência visto que pode sofrer influência 
externa além de correr o risco de se perder com o decurso de tempo. Em preocupação com 
este problema o legislador previu especificamente que se houver receio que, por enfermidade 
ou velhice, ao tempo da instrução criminal já não exista a possibilidade da produção da prova 
a mesma poderia ser antecipada, ocorre que esta previsão resguarda apenas situações de 
enfermidade, velhice e não se preocupa com o fato da morosidade processual já ser um fator 
negativo para este tipo de prova. 
 Uma das principais medidas suscetível de se combater o perecimento da prova 
testemunhal pelo decurso de tempo seria a antecipação da prova testemunhal assim que for 
iniciada a ação penal pelo Ministério Público, concedendo a parte ré, se presente, 
oportunidade para contesta-la bem como participar da produção desde já. Mas ocorrendo de a 
parte ré estar ausente seria nomeado advogado dativo para acompanhar tal ato, bem como 
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seria concedido oportunidade futura através dos meios legais para contestar a prova produzido 
anteriormente a sua presença podendo anulá-la, se necessário, ou ser refeita, se possível, caso 
se prove ilegal ou ilegítima em virtude da ampla defesa e em respeito ao devido processo 
legal. 
Uma segunda medida também suscetível de lidar com este problema seria a 
judicialização dos elementos informativos produzidos no inquérito que envolvam prova 
testemunhal e depoimento pessoal assim que for iniciada a Ação Penal. Concedendo, neste 
momento, ao assistente, Ministério Público e ao réu a possibilidade de argumentar e contestar 
sobre o conteúdo produzido a fim de ter uma prova recente, judicial e contraditada apta a 
produzir efeitos. 
 
5. OBJETIVOS 
 
5.1 Objetivos gerais 
O Projeto tem como objetivo analisar e discutir sobre a antecipação da prova 
testemunhal como prova cautelar e sua relação com o devido processo legal, mais 
precisamente aperfeiçoar as informações acerca do risco do perecimento da prova 
testemunhal. 
 
5.2 Objetivos específicos 
a) Aperfeiçoar o conhecimento acerca da vulnerabilidade da prova oral no processo 
penal; 
b) Discorrer e comparar julgados referentes ao assunto a fim de proporcionar maior 
clareza sobre o tema; 
c) Levantar informações sobre o efeito positivo da antecipação da produção de provas 
neste contexto; 
 
6. REFERENCIAL TEÓRICO 
 
O Direito Processual Penal é ramo do Direito Público e um dos mais importantes no 
ordenamento jurídico brasileiro.O direito processual penal é composto por um conjunto de 
normas e princípios que regulamentam a aplicação do Direito Penal possibilitando ao Estado 
o poder de aplicar o seu ius puniendi. Somente através do instituto da prova que se é possível 
justificar a aplicação do direito penal ao particular como medida de controle social, além de 
possibilitar essa atuação positiva do Estado de forma eficaz, a prova no processo penal tem o 
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objetivo de resguardar o particular contra medidas autoritárias do Estado, evitando que essa 
atuação seja excessiva e suprima direitos e prerrogativas processuais. 
O instituto da prova é um dos mais importantes do processo penal, pois somente 
através dele é que é possível se aproximar da verdade real, segundo Fernando Capez, o tema é 
o mais importante de toda a ciência processual, sendo, por ele, considerado os olhos do 
processo (2021, p.143). O objetivo da prova é o convencimento do órgão julgador acerca da 
verdade formal ou processual, que se trata da realidade subjetiva que se pode provar, visto que 
a verdade é algo relativo, logo o que é verdade para um, para outro não pode ser. Neste 
sentido, estabelecer a verdade real é impossível muitas das vezes, mas não deixa de ser o 
objetivo no processo penal, devendo o julgador buscar por todos os meios processuais 
admitidos em direito se aproximar desta. 
Segundo Nucci, (2021, p. 260) 
 O termo prova origina-se do latim – probatio –, que significa ensaio, 
verificação, inspeção, exame, argumento, razão, aprovação ou confirmação. 
Dele deriva o verbo provar – probare –, significando ensaiar, verificar, 
examinar, reconhecer por experiência, aprovar, verificar, examinar, 
reconhecer por experiência, aprovar, estar satisfeito com algo, persuadir 
alguém a alguma coisa ou demonstrar. 
Desta forma, no processo penal, podemos compreender como meios de prova todo 
recurso que busca comprovar a existência ou inexistência de determinado fato com o fim de 
formar a convicção do julgador e legitimar sua sentença. 
Conforme preceitua o art. 155 do Código de Processo Penal, o juiz formará sua 
convicção pela livre apreciação da prova, a qual deverá ser produzida na fase judicial 
respeitando o contraditório e a ampla defesa da parte contrária, ficando o juiz impedido de 
sentenciar baseando-se apenas na fase inquisitória. Assim analisa Aury Lopes Jr, prova como 
sendo aquilo produzido em juízo na fase processual (2021, p. 74). No entanto, essa restrição é 
limitada quando se trata de provas cautelares, não repetíveis e antecipadas, logicamente pelo 
fato de que em muitas situações a produção da prova na fase judicial pode ser impossível, um 
exemplo claro disso é o do exame de corpo de delito que, com o passar do tempo, as 
evidências deixam de existir. 
A antecipação da prova no processo é um procedimento cautelar assecuratório que 
visa resguardar a efetividade da prestação jurisdicional, em razão do decurso de tempo que 
poderá levar o perdimento de provas urgentes e relevantes para o processo. Conforme o art. 
156 do CPP, a antecipação da prova poderá ser decretada de ofício pelo juiz, desde que seja 
respeitadas questões de necessidade, de adequação e de proporcionalidade da medida, haja 
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vista que não seria lógico antecipar a produção de provas relevantes, mas não urgentes, ou de 
provas urgentes que não fossem relevantes. Segundo Nucci (2021, p. 357), são exemplos de 
provas que devem ser antecipadas: 
As provas urgentes, por cautela, são produzidas de imediato, sob pena de se 
perderem. Há aquelas que não serão repetidas, como vários tipos de exames 
periciais (ex.: laudo necroscópico), como regra, bem como as que são 
simplesmente antecipadas (ex.: o depoimento de testemunha muito idosa), 
mas que admite, se possível, a repetição. 
No que tange a determinação de ofício do juiz quanto à produção antecipada da prova 
não feriria o princípio da inércia da jurisdição ou o sistema acusatório do processo penal? 
Assim entende Lopes (2021, p. 396): 
Ainda, por imposição do sistema acusatório-constitucional, deve o juiz 
manter--se em inércia, só atuando quando invocado pelas partes e na medida 
da invocação. Como já explicamos, a inércia é fundante da jurisdição (ne 
procedat iudex ex officio) e ainda garantidora da eficácia do sistema 
acusatório, que, por sua vez, assegura o contraditório. Quando o juiz assume 
uma postura ativa, agindo de ofício na busca da prova, na decretação de 
medidas cautelares (como infelizmente autoriza o art. 156, ainda que 
substancialmente inconstitucional revogado tacitamente pelo art. 3º-A), 
fulmina, numa só tacada, a estrutura acusatória, o contraditório, a ampla 
defesa e o princípio supremo do processo: a imparcialidade do julgador. 
Por outro lado, há aqueles que defendem a discricionariedade do julgador quanto à 
determinação de provas que entender não só cabíveis, mas de efetiva necessidade para o seu 
convencimento como destinatário do conjunto probatório, tema explanado por Nucci (2021, p. 
355): 
O conjunto probatório destina-se ao órgão julgador, seja ele monocrático ou 
colegiado; durante a instrução, o magistrado detém o poder discricionário de 
determinar a realização das provas que entender cabíveis e necessárias ao 
seu convencimento. Portanto, embora a parte tenha o direito de propor a 
realização de qualquer espécie de prova, possui o juiz o poder-dever de 
filtrá-las, determinando a produção das que forem pertinentes. Não sendo o 
caso, pode indeferir as provas requeridas, desde que o faça motivadamente, 
aliás, como toda decisão judicial. 
Analisando outro dispositivo, o art. 225 do Decreto Lei nº 3.689 de 03 de Outubro de 
1941(BRASIL, 1941), há uma previsão de decretamento de antecipação da produção de prova 
testemunhal. Neste caso, a previsão se trata da situação em que uma testemunha tenha que 
ausentar-se ou, que por motivo de doença ou velhice, se tenha o receio que ao tempo da 
instrução criminal seja impossibilitado de fazê-lo, então poderá requerer a oitiva antecipada 
da testemunha. Ocorre que esta previsão leva em consideração apenas aspectos de idade, 
saúde ou a ausência da testemunha e não traz nenhuma relação com a morosidade processual. 
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A respeito da prova antecipada no processo penal, Capez (2021, p. 182) discorre o 
seguinte: 
É aquela produzida antes do momento destinado à instrução processual. 
Pode ser feita: preventivamente, (...); cautelarmente, como providência 
preparatória, quando se demonstrar o perigo do desaparecimento da 
evidência, em face da demora natural do processo principal; (...). 
Como se nota, a morosidade processual é um risco real para a produção de provas no 
processo, não livre disso, a prova testemunhal corre grande risco de ser perdida, pois em razão 
da fragilidade da memória humana pode ocorrer o esquecimento de detalhes importantes 
sobre o fato, o que levaria a ter uma prova vazia que pouco servirá ao seu propósito. 
 
7. ROTEIRO PROVISÓRIO 
 
 A VULNERABILIDADE DA PROVA TESTEMUNHAL QUANTO AO DECURSO 
DE TEMPO ATÉ SUA PRODUÇÃO 
1. PROVA NO PROCESSO PENAL 
1.1 PROVA TESTEMUNHAL E SUAS CARACTERÍSTICAS 
1.2 FATORES DISFAVORÁVEIS A PRODUÇÃO DA PROVA TESTEMUNHAL 
1.3 EFEITO DANOSO DO DECURSO DE TEMPO NA PROVA TESTEMUNHAL 
 
2. PROVAS CAUTELARES; 
2.1 ANTECIPAÇÃO DE PROVA NO PROCESSO PENAL 
2.2 CARACTERÍSTICAS DE URGÊNCIA DA PROVA TESTEMUNHAL 
2.3 POSSIBILIDADES DE ANTECIPAÇÃO DA PROVA TESTEMUNHAL NO 
PROCESSO PENAL 
2.4 RISCO DO PERECIMENTO DA PROVA TESTEMUNHAL EM RELAÇÃO AO 
DECURSO DE TEMPO ATÉ SUA PRODUÇÃO 
 
3. PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DA ANTECIPAÇÃO DA PROVA 
TESTEMUNHAL 
3.1 A ANTECIPAÇÃO DA PROVA ORAL E A AMPLA DEFESA 
3.2 A ANTECIPAÇÃO DA PROVA ORAL PODE FERIR O PRINCÍPIO DO 
DEVIDO PROCESSO LEGAL 
3.3 A JUDICIALIZAÇÃO DOS ELEMENTOS INFORMATIVOS DO INQUÉRITO 
COMO MEDIDA CAUTELAR PARA O PERECIMENTO DE PROVAS ORAIS 
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8. METODOLOGIA 
 
Quanto aos procedimentosmetodológicos, para alcançar os objetivos pretendidos no 
projeto será realizada uma pesquisa de natureza bibliográfica descritiva tendo como fontes 
obras bibliográficas de grandes nomes do direito brasileiro como Dr. Aury Lopes Jr., Dr. 
Guilherme Souza Nucci, Fernando da Costa Tourinho Filho e Dr. Fernando Capez como. 
Também serão analisados documentos jurídicos de grande relevância sendo eles: o Código de 
Processo Penal em seus artigos 155, 156, 225 e 366; Súmula 455, TERCEIRA SEÇÃO, 
julgado em 25/08/2010; Recurso Ordinário em Habeas Corpus RHC 54563 RO 
2014/0329666-0 STJ dentre outras importantes jurisprudências. 
O método a ser utilizado é o dedutivo, em que parte das referidas obras doutrinárias, 
documentos jurisprudenciais explanando o tema e buscando atingir o objetivo de sanar um 
problema através de hipóteses a serem levantadas. 
O artigo será dividido em 03 (três) capítulos onde serão observados os seguintes 
temas, no primeiro será avaliado acerca da prova no processo penal, sua importância e os 
aspectos gerais da prova testemunhal e fatores que dificultam ou impossibilitam a produção 
dessa modalidade de prova. No segundo capítulo será discutido sobre provas cautelares e 
como pode ser aplicada a medida de antecipação de provas no contexto de provas orais. No 
terceiro capítulo serão verificados os aspectos da produção da prova testemunhal produzida 
antecipadamente e os cuidados a serem levados em respeito aos princípios do devido processo 
legal e da ampla defesa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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9. CRONOGRAMA 
 
ATIVIDADE Agosto/2021 Setembro/20
21 
Outubro/2021 Novembro/2021 Dezembro/2021 
Levantamento 
bibliográfico 
X X 
Definição do 
orientador 
X 
Leitura 
dirigida 
X X X X 
Realização de 
fichamento, 
resumos e 
escrita 
 X X X 
Orientações 
com o 
orientador 
X X X X X 
Entrega do 
artigo para 
correção 
 X 
Apresentação X 
Entrega 
definitiva do 
projeto 
 X 
Protocolo final 
do artigo 
corrigido e 
aprovado pela 
banca 
examinadora 
 X 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
 
10. REFERÊNCIAS 
 
BRASIL, Decreto Lei nº 3.689 de 03 de Outubro de 1941. Brasília, DF: Palácio do Planalto, 
1941. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del3689.html. Acesso 
em 31 de maio de 2021, às 02:42h. 
 
CAPEZ, FERNANDO. CURSO DE PROCESSO PENAL: PROVA. 28ª ed. São Paulo: 
Editora Saraiva, 2021. 9786555595895. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555595895/. Acesso em: 30 May 2021, 
02:25:09. 
 
LOPES JUNIOR, Aury. DIREITO PROCESSUAL PENAL: PRINCÍPIO DA 
CONGRUÊNCIA (OU CORRELAÇÃO) NA SENTENÇA PENAL. 18ª ed. São Paulo: 
Editora Saraiva, 2021. 9786555590005. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555590005/. Acesso em: 28 Mar 2021, 
03:26:01. 
 
NUCCI, Guilherme de Souza. Código de Processo Penal Comentado: RESSALVA DAS 
PROVAS CAUTELARES. 20ª ed. Barueri: Grupo GEN, 2021. 9788530993474. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788530993474/. Acesso em: 28 Mar 
2021, 02:13:58. 
 
NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Processo Penal: CONCEITO E SENTIDO DE 
PROVA. 17ª ed. Barueri: Grupo GEN, 2020. 9788530990282. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788530990282/. Acesso em: 28 Mar 2021, 
01:44:27.

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