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Mapas Mentais _ Filosofia do Direito

Material sobre correntes do pensamento jurídico e político: direito como norma posta pela autoridade; contratualismo (Hobbes, Locke, Rousseau); Kant e o imperativo categórico; utilitarismo consequencialista; jusnaturalismo teológico (Agostinho, Tomás de Aquino); Estado de Natureza; autores citados: Ihering, Kelsen, Hart, Bobbio.

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A ideia central das principais
correntes: a ideia de direito como
ciência, o qual recebe validade
quando posto pela autoridade
competente; logo, direito é aquilo
posto pela autoridade
competente, não o que parece ser
mais justo.
Os autores contratualistas (Hobbes,
Locke e Rousseau) buscam explicar
o surgimento da entidade estatal
ou, mais precisamente, o motivo de
os homens abrirem mão de parte
de sua liberdade, conferindo
poderes a um grupo seleto de
indivíduos
Para Kant, a justiça consiste em agir
conforme o imperativo categórico,
pois ao assim fazê-lo, estamos
adequando nossa conduta a uma
máxima universal benéfica para
todos.
O utilitarismo foi uma corrente filosófica
pragmática e consequencialista, isto é,
estava preocupada com o resultado das
ações, e não com os meios. Em outras
palavras, o que importa são os fins
obtidos, e não os meios utilizados para se
chegar até eles.
 Santo Agostinho aproxima seu
pensamento de Platão (mundano x ideal) e
São Tomas de Aquino se aproxima de
Aristóteles (razão e fé). Ambos, contudo,
podem ser vistos como autores ligados ao
jusnaturalismo de cunho teológico (Deus é
a principal fonte do direito).
Todos partem de um mesmo
ponto: um Estado de
Natureza no qual o homem
se encontrava antes do
surgimento do Estado.
Alguns autores: Rudolf Von
Ihering, Hans Kelsen, Herbert
Hart, Norberto Bobbio,

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