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Sinapse Conceito: processo pela qual as células nervosas se comunicam. - Rapidez - Grandes distâncias - Precisão - Sinapse: ponto de contato entre 2 neurônios! - A estrutura de comunicação entre os neurônios é a SINAPSE, e o processo de comunicação é a TRANSMISSÃO SINÁPTICA! ● Tipos de Sinapse: Elétrica e Química. - A diferença entre a química e a elétrica é que a sinapse química tem a fenda sináptica, enquanto a sinapse elétrica tem o contato direto (junções comunicantes)! ● Sinapse Elétrica: • Menor quantidade. • As sinapses elétricas existem entre: neurônios imaturos e células gliais. - Encontrada também em Neurônios que formam o núcleo olivar inferior (movimentos voluntários). • A sinapse elétrica acontece através de JUNÇÕES COMUNICANTES (gap junctions) — são as proteínas conexinas com suas 6 subunidades fazem essa conexão entre o neurônio em cima e o neurônio em baixo). • Canais iônicos: CONEXONS - 6 unidades proteicas (conexinas— proteínas de ligação gap) e um poro. - Os conexons fazem parte da transmissão sináptica. • Sentido bidirecional (devido ao contato direto). • Esse tipo de sinapse NÃO permite o processamento da informação, mas apenas a TRANSMISSÃO adiante (é mais rápido). • É a variação de pH e concentrações elevadas de íons Ca+ que determinam as sinapses elétricas. Problemas nas conexinas podem estar associadas a doenças genéticas. ● Sinapse Química: • Maior quantidade. Contato indireto. Fenda sináptica (NÃO é um espaço vazio). • Acredita-se que surgiram após as sinapses elétricas. • São observadas em contiguidade (proximidade), mas sem continuidade (contato). • A fenda sináptica que permite o contato, e o neurotransmissor é liberado na fenda, se conecta a um receptor na membrana do neurônio pós-sináptico e transmite a informação. - neurotransmissor 1 - neurotransmissor 2 - vesículas simpáticas: neurotransmissores - grânulo secretor: peptídeos (moléculas de ação neurotransmissor) - microtúbulos: estradas que permitem o deslocamento do conteúdo vesicular até o botão sináptico. - As vesículas só podem acoplar na zona ativa em nenhum outro lugar. É uma região específica que tem só lá proteínas que vão agarrar a vesícula. E uma maneira de controlar também a concentração de neurotransmissor, se não, muitas vesículas iam liberar ao mesmo tempo. • Composto por elemento pré-sináptico (neurônio 1), fenda sináptica (espaço interneurônio) e elemento pós-sináptico (neurônio 2). • Os neurotransmissores dos grânulos e das vesículas são lançados na fenda sináptica e depois interagem com receptores específicos para eles presentes no elemento pós-sináptico. • O potencial de ação permite a abertura de canais de Ca+ dependentes de voltagem, assim, com o influxo de Ca+ temos a fusão da membrana da vesícula pré -sináptica com a membrana pós-sináptica. Temos então a ativação do complexo SNARE: - v snare= vesicular (ancorar) - t snare= target (alvo) , que tem como responsabilidade então a ancoragem do N1 em N2, exocitose e liberação do conteúdo vesicular para a fenda sináptica. • Sentido unidirecional. Passagem/influxo de Na+ = despolarização = excitatório. (PEPS) Passagem/influxo de Cl- = hiperpolarização = inibitório. (PIPS) - Axônio + dendrito = axodendrítica. - Axônio + corpo celular = axossomática. - Axônio + axônio = axoaxônica. • As sinapses do SNC podem ser classificadas em duas categorias gerais, baseado na aparência das diferenciações de membranas pré e pós-sinápticas. OBS: geralmente as diferenças estruturais estão relacionadas com diferenças funcionais. • Componentes da fibra sináptica: Matriz extracelular composta por uma parte fibrosa (colágeno e elastina) e uma parte adesiva (fibronectina e laminina). • Características morfológicas e funcionais das sinapses: • Grânulos Secretores: • Síntese de armazenamento de diferentes tipos de neurotransmissores. • Os grânulos secretores são transportados ao longo do axônio até o terminal onde os peptídeos são armazenados. • Zonas Ativas: • Zonas ativadas para o acoplamento das vesículas. • Receptores Pós-Sinápticos: • Fisiologia: 1. Síntese, transporte e armazenamento do neurotransmissor 2. Controle da liberação do neurotransmissor na fenda sináptica (PA chega no terminal, abrem-se os canais de Ca++ e este entra no terminal, o aumento de Ca++ provoca a abertura dos poros para liberação do NT na fenda sináptica) 3. Difusão e reconhecimento do NT pelo receptor pós sináptico 4. Deflagração do potencial de ação 5. Desativação do neurotransmissor • Princípios da Integração Sináptica: • Múltiplos potenciais sinápticos se combinam em um neurônio pós-sináptico. • Quando um neurotransmissor se liga ao seu receptor em uma célula receptora, ele faz com que canais iônicos se abram ou se fechem, podendo produzir uma mudança localizada no potencial da membrana - a tensão através da membrana - da célula receptora. • PEPSs (Potencial excitatório pós-sináptico): ocorre quando a alteração torna a célula alvo mais propensa a disparar seu próprio potencial de ação. • É despolarizante: torna o interior da célula mais positivo, trazendo o potencial de membrana mais perto do seu limite para disparar um potencial de ação (estimula o potencial de ação). • PIPSs (Potencial inibitório pós-sináptico): ocorre quando a alteração torna a célula alvo menos propensa a disparar um potencial de ação. • É hiperpolarizante: tendem a manter o potencial de membrana do neurônio pós-sináptico abaixo do limiar do disparo de um potencial de ação (inibe o potencial de ação).