Prévia do material em texto
CURSO: SERVIÇO SOCIAL. CECÍLIA MARIA NASCIMENTO ALCANTARA MÉTODO BH E A CONSTRUÇÃO CRÍTICA QUE OS PROFISSIONAIS FAZEM EM RELAÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL CONSERVADOR. Salvador 2021 CECÍLIA MARIA NASCIMENTO ALCANTARA MÉTODO BH E A CONSTRUÇÃO CRÍTICA QUE OS PROFISSIONAIS FAZEM EM RELAÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL CONSERVADOR. Trabalho apresentado no curso de Serviço Social, Como requisito parcial no processo avaliativo da disciplina: Fundamentos Históricos, Teóricos, Metodológicos do Serviço Social II . Professor: Ana Amélia do Nascimento Amorim Salvador 2021 Ao logo do tempo o Serviço Social passou por várias transformações desde a sua existência, ressignificando seus métodos e aprimorando conceitos, para isso a necessidade da ruptura com o tradicional surgiu, o que iniciou a construção crítica visto que no Brasil estava no período da ditadura (Governo autoritário militar com duração de 21 anos), ficando para trás de outros países que já tinham adotado a ideia o que classificou como renovação, pois a autocracia burguesa limitava a expressão e mudanças que não fossem conservadoras em resposta disso na maioria das vezes a violência e a repressão se fazia presente, logo muitos assistentes sociais eram perseguidos por tentar exercer sua função. As lutas foram árduas passadas por vários processos, em especial no Movimento de Reconceituação sendo até dividida em três partes, na última denominada de intenção de ruptura por exemplo, aconteceu o Método Belo Horizonte considerado por muitos como o embrião da virada do Serviço Social. Entre 1972 e 1975 a equipe de uma Universidade Católica de Minas Gerais iniciaram as suas primeiras propostas críticas sobre o Serviço Social tradicional a favor de pesquisas e na defesa das classes oprimidas, havendo também equívocos por construir fatos que não faziam parte da realidade do Serviço Social Latino-americano, obviamente o projeto obteve seus posicionamentos ideio-políticos que quebrariam barreiras com a neutralidade profissional, acolhendo os seus usuários. Vale ressaltar que o método BH tornou-se algo pouco entendido por possuir partes fragmentadas com bases rasas sobre o Marxismo (já que atualmente na visão conceituada, a teoria crítica marxista prevalece como inspiração) e não trazia questões dos elementos das ações metódicas nitidamente explicadas argumentando o objetivo juntamente com o subjetivo da realidade, também foi dividido no âmbito profissional em objetivo meta (onde entraria a parte praxiologia que o ser humano seria capaz de transformar a sociedade) e objetivo meio (responsável em organização e conscientização da parte oprimida). Por tanto o método Belorizontino foi interrompido, mas foi possível eliminar e incluir características após essa experiência, lembrando que o Serviço Social não era a favor de qualquer tipo de preconceito e o método foi entendido como abertura de caminhos e meios desses ajustes para sair das dificuldade do momento. Até hoje existem avanços em assumir nas diretrizes curriculares para a formação profissional, nas visões de Ética e da Lei de Regulamentação em 1933 e compromissos com os usuários, e o retrocesso pelo pouco do conservadorismo presente tanto na formação e no processo de trabalho. Referências · https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.uece.br/eventos/seminariocetros/anais/trabalhos_completos/425-50933-15072018-141252.pdf&ved=2ahUKEwj8o9OeufLyAhVor5UCHbGmAjMQFnoECAQQBg&usg=AOvVaw2pewpf2UtITMEZ-nEP93HW · https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/1135&ved=2ahUKEwj8o9OeufLyAhVor5UCHbGmAjMQFnoECCUQAQ&usg=AOvVaw14o-IrvRu8qiQGRjM2GUUA · https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://cress-mg.org.br/Upload/Pics/52/52085ea8-ed2c-4875-9665-2ec58d7a7f53.pdf&ved=2ahUKEwj8o9OeufLyAhVor5UCHbGmAjMQFnoECBkQAQ&usg=AOvVaw3XhdN16NCqmJT_VEk74R6Q