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outros. 
4.1Entidades Mantenedoras 
 
As instituições possuem características próprias. A Petrobras é bem diferente da Coca-
Cola, por exemplo. E isso se reflete nos arquivos. E em função dessas características 
individuais, seus arquivos gerados podem ser: 
• Públicos (federal, estadual, municipal) 
• Institucionais (igrejas, escolas...) 
• Comerciais (empresas, firmas) 
• Familiares ou pessoais 
4.2Abrangência (Extensão de sua atuação) 
 
O mais importante aqui é que saiba que existem arquivos centralizados e descentralizados. 
∀
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Os arquivos descentralizados devem ficar perto do órgão operacional, por serem muito 
consultados. Isso é uma característica dos arquivos correntes. 
Esses arquivos podem até descartar documentos sem valor administrativo ou jurídico. 
Um exemplo é o arquivo setorial. 
Os arquivos Centralizados (centrais ou gerais) centralizam as atividades dos arquivos 
correntes. Eles recebem a produção de várias áreas dentro de uma organização. 
Exemplo: arquivo central ou arquivo intermediário. 
4.3Natureza dos Documentos 
 
A “Natureza dos Documentos” divide-se em duas: Arquivos Especiais e Arquivos 
Especializados 
É chamado de Arquivo Especial, aquele que tem sob sua guarda documentos de formas 
físicas diversas. Em um mesmo local você pode ter CD-ROM, disquete (!), discos, fitas, 
microformas (microfilme), slides e etc. 
Pense: é ou não especial um arquivo que possui documentos em formas físicas tão 
diferentes? Certamente que sim. 
Já o Arquivo Especializado não faz essa “mistureba” toda. Ele possui documentos 
decorrentes “da experiência humana num campo específico”, independentemente da 
forma física que apresentem. São arquivos de engenharia, arquivos médicos ou de 
imprensa, por exemplo. 
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→ Cartográficos: documentos em formatos e dimensões variáveis, contendo 
representações geográficas, arquitetônicas ou de engenharia (mapas, plantas, 
perfis); 
 
→ Iconográficos: Fotografias, gravuras, diapositivos*, desenhos. São documentos em 
suportes sintéticos, em papel emulsionado ou não, com imagens fixas. 
Aqui você vê o diapositivo. Uma espécie de “Slide do powerpoint” do passado. 
Não se preocupe com sua história ou funcionamento. As bancas, quando o citam, 
não entram em detalhes, mas querem saber se você identifica que o diapositivo está 
classificado quanto ao gênero (sim) e se é um exemplo de documento iconográfico 
(sim). Bingo! Mais um ponto na prova. Lembre-se: estamos estudando a classificação 
quanto ao gênero dos documentos. Não perca isso de vista. 
 
→ Filmográficos: Filmes e fitas videomagnéticas – são documentos em películas 
cinematográficas e fitas magnéticas de imagem (tapes), conjugados ou não a trilhas 
sonoras, com bitolas e dimensões variáveis, contendo imagens em movimento. Esse 
é bem fácil de visualizar. 
 
→ Sonoros: discos e fitas áudio magnéticas – são documentos com dimensões e 
rotações variáveis, contendo registros fonográficos. Observe que fono está 
relacionado a som e você não terá problemas. 
 
→ Micrográficos: Rolo, 
microficha, jaqueta, cartão-janela – 
são documentos em suporte fílmico 
resultantes da microrreprodução de 
imagens, mediante utilização de 
técnicas específicas. Ronaldo, “peraí”! 
Jaqueta? Jaqueta nada mais é do que 
um material de plástico ou similar que 
envolve as microformas. Não se 
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preocupe tanto com o aprofundamento desses termos. Veja as questões, note como 
o tema é cobrado e você saberá exatamente o que deve priorizar. É assim que 
devemos estudar ;). 
→ Informáticos: esse aqui é que você mais conhece! São documentos produzidos, 
tratados ou armazenados em computador: disquete, disco rígido, memória flash ou 
disco ótico (CD, DVD), por exemplo. 
 
Quanto à Espécie: 
Vamos listar os documentos classificados quanto à espécie para que isso não fique solto, 
sem que você entenda. De novo: não decore! Procure ter uma visão geral sobre cada uma 
das classificações e tudo ficará mais fácil na hora da prova. Vamos lá: 
→ Atos Normativos: documentos relacionados à normatização das atividades. 
Exemplos: leis, decretos, estatutos, portarias. 
 
→ Atos de Correspondência: diretamente ligados aos atos normativos, pois os atos de 
correspondência é que viabilizam a execução deles. Imagine que no seu futuro 
trabalho como servidor, você veja que uma nova lei foi editada. Se você é o 
responsável por divulgar essa informação, poderá fazer essa comunicação por meio 
de um ato de correspondência, usando uma circular, por exemplo, para divulgar 
essa lei para toda a equipe. Outros exemplos: carta, ofício, memorando, notificação, 
alvará, telegrama, edital. 
 
→ Atos Enunciativos/opinativos: são os que esclarecem os assuntos visando 
fundamentar uma solução. Ex.: parecer, relatório, voto. 
 
→ Atos de assentamento (registro de fatos): trata-se do registro de fatos e ocorrências, 
usando-se: atas, termo, auto de infração, apostila. Então quando o Fiscal Ronaldo 
vê que existe uma fraude em uma empresa, a grosso modo, ele “assenta” uma multa 
(auto de infração), ou seja, ele registra um fato! E esse termo “apostila”? É um termo 
mais administrativo, ligado a uma informação que é acrescentada a um documento 
para alterá-lo oficialmente. 
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→ Atos comprobatórios: são os atos que comprovam os assentamentos, como as 
certidões, atestados e traslados, por exemplo. 
 
→ Atos de Ajuste: representados por acordo de vontade em que a Administração 
federal, estadual ou municipal é uma das partes. Exemplo: tratado, convênio, 
contrato. 
Quanto à Natureza do 
Assunto: 
Aqui vamos ver uma definição bem simplória, pois o tema está ligado à classificação de 
documentos. E é isso que você precisa saber agora. Quanto à natureza do assunto, temos 
como referência a Lei de Acesso a Informação (Lei 12.527/2011) que entrou em vigor em 
16/05/2012. Mas como já disse, o que você precisa aprender agora é isso aqui: 
→ Ostensivos: são documentos cuja divulgação não prejudica a administração. Não há 
restrição de acesso aos documentos. 
 
→ Sigilosos: como o nome indica, são documentos que possuem informações 
sensíveis e que não podem ser divulgadas antes de respeitados os prazos máximos 
de restrição de acesso. Só para você já ficar sabendo, são três os graus de sigilo: 
Reservado (até 5 anos), Secreto (até 15 anos) e Utrassecreto (até 25 anos). Muito 
cuidado com a palavra Confidencial! Essa classificação não existe mais!! 
 
 
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<6?≅ 6)∀ΑΒ =∀Χ0.∆∀ Ε∀Χ&%Φ0 Γ47Η< Ιϑ ≅ (+.0 ΚΛ
 
6)∀ΑΒ =∀Χ0.∆∀ Ε∀Χ&%Φ0 !!!∀#∃%&∋%#()∋∗+,∗−&∃+∃∀∗+.∀/& ∀∀ #∃ ∀%&
Principais Aspectos da LAI, extraídas da CGU2: 
• Acesso é a regra, o sigilo, a exceção (divulgação máxima) 
• Requerente não precisa dizer por que e para que deseja a informação (não exigência de 
motivação) 
• Hipóteses de sigilo são limitadas e legalmente estabelecidas (limitação de exceções) 
• Fornecimento gratuito de informação,

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