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MULHERES NO MUNDO DO AGRONEGÓCIO Bruna Massoni Mayelle Ledur Lucas do rio verde 2019 MULHERES NO MUNDO DO AGRONEGÓCIO Bruna Massoni 1 Mayelle Ledur Trombeta 2 Juliana Pereira Bravo 3 RESUMO O trabalho está pautado especialmente na presença da mulher no campo. A mulher sempre teve seu potencial e suas forças de vontades e seus interesses pelo meio do agronegócio e por um longo período na história foram julgadas, oprimidas, devido ao machismo presente na hierarquia da época que ocasionou preconceitos pelo gênero. Mesmo com dificuldades não deixaram se abalar por serem discriminadas a sua posição na sociedade da época. Na atualidade a mulher ganha cada vez mais visibilidade e voz no agronegócio, a mulher vem ganhando espaço tanto como produtora quanto administradora de propriedades rurais apresentando grande adaptação ao trabalho e dedicação e demonstrando grande potencial produtivo no agronegócio na atualidade. 1 INTRODUÇÃO A entrada da mulher no campo desde os tempos da Revolução Industrial vem crescendo conforme os anos, antes da Revolução Industrial lugar de mulher era em sua residência cultivando e sustentando a família. A mulher era responsável pelos cuidados da família e também pelo cultivo dos alimentos na agricultura familiar onde ela desenvolvia as práticas de cultivos do campo baseadas em conhecimentos práticos e com a experiência vinda da própria família Com a necessidade de ajudar no sustento de sua família a mulher foi aprimorando suas práticas e com sua proibição de trabalhar no mercado de trabalho criou-se com o passar dos anos métodos, cursos de aprimoramento, de extensão, treinamentos técnicos para as mulheres que trabalhavam com a agricultura familiar, assim a mulher começa a apresentar maior destaque e vem junto os preconceitos em relação a esta prática. Os alimentos produzidos na agricultura familiar provenientes dos esforços de serviços das mulheres que ficavam excedentes e não consumidos eram inicialmente trocado ou vendido, dessa forma ocorreu a saída da agricultura de subsistência para ser comercializada, começando assim as relações com os comércios tornando a mulher atuante fora do sistema domiciliar. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o Censo Agropecuário 2017, o total de estabelecimentos agrícolas nos quais as mulheres estão a frente participando ativamente aumentou de 12,7% para 18,6% entre 2006 até 2018. São aproximadamente 945,4 mil mulheres envolvidas com o agronegócio. Pesquisas apontam “que 71% das mulheres sofrem discriminação pelo seu gênero’’ segundo estudo da revista globo rural de 2016. As dificuldades enfrentadas pelas mulheres vêm se modificando com o passar do tempo, a presença do o machismo, maus tratos, salários inferiores aos do sexo oposto, contratos com valores baixos a tabela de serviços entre diversos modos dificultam o trabalho da mulher no campo o esforço, A agricultura apresenta grande discriminação quanto às mulheres entretanto há classes e segmentos que defendem os direitos igualitários para ambos os sexos tanto econômica quanto socialmente, a mulher está persistindo no seu potencial enfrentando barreiras e demonstrando seu valor no mundo do agronegócio pois as conquistas estão sendo feitas ao poucos e lentamente. Apesar de todas as dificuldades as mulheres se destacam no mercado de trabalho com versatilidade e profissionalismo independentemente de ser mulher sendo cotadas a cargos de gerência e de liderança no meio agrícola isto é confirmado por pesquisas “Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) revelam que, entre 2002 e 2015, a Taxa de Participação Feminina na Força de Trabalho (TPFT) cresceu chegando a 40% no ano de 2017”. (CEPEA,2018). O objetivo deste trabalho é demonstrar o crescimento da mulher no agronegócio com todas suas dificuldades e conquistas da classe feminina no campo onde serão abordados os principais preconceitos e progresso das mulheres até o presente momento. 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivos gerais Discutir o espaço da mulher no agronegócio e demonstrar as dificuldades a serem enfrentadas pelas mesmas neste meio agrícola. 2.2 Objetivos específicos Apontar as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no mundo do agronegócio; Identificar os preconceitos que as mulheres sofrem no meio dominado pela presença masculina. Demonstrar o crescimento da mulher no agronegócio. Dimensionar as dificuldades a serem enfrentadas pelas mesmas neste meio agrícola no futuro. Bruna Massoni do Curso de Agronomia da Faculdade La Salle, email:22909972@faculdadelasalle.edu.br. 2 Mayelle Ledur do Curso de Agronomia da Faculdade La Salle, e-mail:22910113@faculdadelasalle.edu.br. 3Professora do curso de Agronomia da Faculdade La Salle e-mail juliana.bravo@faculdadelasalle.edu.br. mailto:22909972@faculdadelasalle.edu.br mailto:22910113@faculdadelasalle.edu.br mailto:juliana.bravo@faculdadelasalle.edu.br 2 METODOLOGIA Este estudo foi desenvolvido por meio de revisão bibliográfica que amplia os conhecimentos relacionados à entrada da mulher no campo. Segundo GIL (2008) a revisão bibliográfica foi elaborada com base em material já publicado com objetivo de analisar opiniões divergentes do assunto com carácter qualitativo. Após pesquisa em referências bibliográfica tendo como base artigos científicos, publicações pertinentes e em conhecimentos das pesquisadoras, foi possível elaborar uma conclusão sobre essa discussão para atingir os objetivos deste estudo utilizou se literaturas que vizam pela trajetória da mulher no campo para que possua ampla compreensão dos aspectos históricos e suas conquistas neste espaço. Portanto este estudo trará novas reflexões sobre o empoderamento da mulher no campo sendo de valor igualitário nos tempos atuais ressaltando a ideia que a mulher pode e deve conquistar seu espaço no mundo do agronegócio. 3 REVISÃO DA LITERATURA Durante muito tempo, as mulheres se esforçavam exclusivamente para as tarefas domésticas, como cuidados dos filhos e do cônjuge, enfim de realizar as tarefas que garantiam o sustento e estrutura da família. A partir do século XX, a perspectiva da mulher passou a ser de trabalhar fora do ambiente doméstico e começar as práticas de agricultura familiar. O trabalho feminino no campo começou a ser considerado um fenômeno passageiro, pois às mulheres começaram a ser denominadas frágeis, femininas e eram passíveis de exploração pelos olhos da sociedade. A posição ocupada e a remuneração, em relação aos homens, eram desvantajosas (HOLZMANN, 2000). Pesquisam apontam que desde os anos 1980, a ocupação da mulher é mais elevada do que a masculina. Esse comportamento de aumento da absorção da mão-de-obra feminina tem algumas explicações: a reestruturação do setor produtivo, iniciada na década de 1990, que acarretou uma redução do emprego industrial, principalmente para os homens; a expansão do setor de serviços, onde a presença da mulher é majoritária; a maior flexibilização do mercado de trabalho e a “precarização” das relações de trabalho, com o aumento do trabalho em tempo parcial e do trabalho informal, o que fez com que as mulheres se tornassem mão de obra barata, pois elas conciliarem o trabalho e o cuidado do lar e aceitariam ganhar menos segundo (LAVINAS, 2002). A invisibilidade da violência contra a mulher segundo Saffioti (2007) encontra‐se interligada aos fatores culturais que se estabeleceram ao longo do desenvolvimento da sociedade brasileira e da organização da família, influenciada pelo modelo patriarcal e pela concepção machista, em que mulheres e crianças passam a ser consideradas como propriedades do homem – provedor da família. Devido a essa estrutura social, muitas mulheres deixam de viver sua vida em prol do “cuidar” algo já imposto às mulheres e tido como natural. A ideologia patriarcal dita as regras para a conduta familiar,como organização social de poder, “baseia‐se no controle e no medo, atitude/sentimento que forma um ciclovicioso” (SAFFIOTI, 2004, 121). A violência de gênero é caracterizada justamente essa divergência entre homens e mulheres, ela é considerada como qualquer ato que resulta ou possa resultar em dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher. Conforme Meneghel e Kronbauer (2005) a violência de gênero assume outras formas, quais sejam: ameaças, coerção, privação de liberdade , ainda que conforme os autores, as privações de liberdade podem ser dirigidas tanto na esfera doméstica. As conquistas das mulheres no campo vem tomando espaço em meio às dificuldades impostas a elas com grande empenho torna se maior parte do cenário do agronegócio na atualidade como apontada na 7ª Pesquisa da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA)*. O histórico do levantamento mostra que, em 2013, as mulheres ocupavam postos de comando em apenas 10% das propriedades rurais do país, número foi para 31% em 2017. E a presença feminina cresceu não apenas nas fazendas, mas em todos os segmentos do agronegócio, como empresas de insumos e máquinas, laboratórios, indústrias de alimentos, tradings e consultorias (Globo rural, 2018). Estes dados refletem na vida destas mulheres demonstrado no relato pertencente a reportagem “As mulheres vão a campo: elas estão transformando o agro brasileiro” segundo Consolata Piastrella, zootecnista na região de goiás que administra sua empresa, a Piastrella Rastreabilidade Animal, atua em 86 propriedades (só confinamentos são 16) espalhadas pelos Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. São 400 mil animais vistoriados. A empresa de Consolata mantém seis funcionários na sede, em Goiânia, e outros comissionados nas diversas regiões do país. 3.1 MULHER NA BIOTECNOLOGIA Outro exemplo de atuação de mulheres está na biotecnologia que está interligada ao campo podemos citar : Johanna Döbereiner (1924 – 2000) A pesquisadora nasceu na Tchecoslováquia e se mudou para o Brasil em 1950. Na década de 1960, quando poucos cientistas acreditavam que a fixação biológica de nitrogênio (FBN) poderia competir com fertilizantes minerais, Johanna Döbereiner iniciou um programa sobre FBN em leguminosas tropicais. O programa brasileiro de melhoramento da soja foi influenciado pelos trabalhos de Johanna. Totalmente baseado em FBN, desenvolveu-se no sentido inverso ao da orientação dos EUA, que elaborava tecnologias de produção apoiadas no uso intensivo de adubos nitrogenados. Os estudos da Dra. Johanna permitiram que a fixação do nitrogênio pelas plantas fosse feita pela bactéria rhizobium. Dessa forma, a soja gerava seu próprio adubo. A cientista chegou a ser indicada ao Prêmio Nobel, em 1997, por seus estudos com FBN (CIB, 2018). Barbara McClintock (1902 – 1992) A norte-americana Barbara McClintock é conhecida por ser pioneira na citogenética. A partir do estudo do milho e como suas características hereditárias eram transmitidas, descobriu os elementos genéticos móveis, que causam o fenômeno conhecido como transposição genética. É considerada, ao lado de Gregor Mendel e Thomas Hunt Morgan, uma das três mais importantes figuras da história da genética. A cientista recebeu o prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina, em 1983. https://www.embrapa.br/en/memoria-embrapa/personagens/johanna-dobereiner De personalidade forte, lutou para estudar e contrariou a mãe que achava que a filha deveria priorizar conseguir um casamento. Leila Macedo Leila Macedo, Ph.D. em Microbiologia e Imunologia, se confunde com a da biotecnologia no Brasil. Ela decidiu seguir uma carreira voltada à biossegurança. Nessa área, além de estabelecer normas e procedimentos que norteiam o trabalho de todos os que lidam com as ciências da vida, influenciou políticas públicas. Assim, impactou diretamente a gestão de centros de saúde, indústria, academia e também na vida dos produtores recebeu o prêmio o Prêmio Norman Borlaug Sustentabilidade 2018 durante o Congresso Brasileiro do Agronegócio. 3.2 MULHER NO AGRONEGÓCIO Na atualidade o agronegócio está passando por um processo de revolução digital trazendo novas tecnologias para o setor, auxiliando no processo de otimização da produção. Junto com isso,a presença das mulheres no meio rural onde antes área era tomada quase toda pela presença masculina. Seja no setor da agricultura ou da pecuária, as mulheres estão se destacando de uma maneira positiva, e vêm alcançando grandes resultados no Agronegócio apesar dessa atual maior inserção da mulher no Agronegócio, esse setor ainda é bastante masculinizado, sendo que, mais de 65% dos postos de trabalho desse segmento é ocupada por homens e salários desiguais. Essa desigualdade de gêneros no Agronegócio causa maior empenho das mulheres para conquistar o seu espaço. Isso pode ser demonstrado a partir de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa IPESO, no período de junho a julho de 2017, em que foram entrevistadas 862 mulheres que fazem parte do Agronegócio, com o objetivo de demonstrar o perfil e a atuação das mulheres nesse ramo. Nos resultados das pesquisa realizadas, podem ser destacas: 59,2% são proprietárias e/ou sócias, 54,4% residem na cidade, 50,5% não possuem outras profissões, 36,2% trabalham na área porque gostam, 42,7% dividem as tarefas domésticas,56,2% estão mais preocupadas com estabilidade financeira. Com base nesses resultados, percebe se que está ocorrendo uma evolução das mulheres no cenário agropecuário, sendo que elas estão cada vez mais inseridas no Agronegócio brasileiro, o não seria possível acontecer a umas décadas passadas. Conheça alguma mulheres que se destacam no agronegócio atualmente. Kátia Abreu foi a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no período do segundo governo de Dilma Rousseff, e é pecuarista no estado do Tocantins foi presidente do sindicato rural de Gurupi–TO, presidente Federação da Agricultura e Pecuária, presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, foi eleita a deputada federal e senadora, e levou o título da primeira mulher a ser presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Mônika Bergamaschi Engenheira agrônoma, foi a primeira mulher a comandar a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, onde ficou por 3 anos, foi docente da Disciplina de Cooperativismo da FCAV/UNESP – Campus de Jaboticabal, Secretária Geral da ABAG/RP – Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto, e Secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Na atualidade faz parte do Membro de Conselhos Consultivos e Deliberativos de Entidades de Representação Classista e de Empresas Privadas, Presidente do Conselho Diretor da ABAG/RP – Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto e Presidente Executiva do IBISA – Instituto Brasileiro para Inovação e Sustentabilidade do Agronegócio. Mariely Biff Graduada em Administração no setor de Agronegócios, pós graduada em Gestão Empresarial e MBA em Agronegócios trabalhou durante 6 anos em uma cooperativa de crédito, onde alcançou o cargo de gerente da carteira rural da agência. Atualmente trabalha com consultoria em gestão de pessoas, sucessão familiar e estruturação administrativa à produtores rurais, além de ser colunista em alguns portais do Agronegócio. Henriqueta Miranda Carvalho Silva foi premiada como a Cafeicultora Inspiração no Primeiro Encontro Mulheres do Café, ocorrido em março de 2018.No auge dos seus 94 anos, Henriqueta administra a produção de café em sua propriedade no Sul de Minas e acredita na expansão da produção. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Para finalização deste estudo destaca se a trajetória da mulher no agronegócio lutas e conquistas que reforçarão a ideia de que a mulher tem direitos igualitários em sua participacao no meio da agricultura pecuária e administração rural. Sendo assim finalizamos com a importância da mulher no agronegócio que trabalha para alcançar seus objetivos dentro destemeio competitivo. REFERÊNCIAS Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Mulheres no Agronegócio. Piracicaba, v. 1, Novembro|2018 Disponível em <https://www.cepea.esalq.usp.br/upload/kceditor/files/Mulheres%20no%20agro_FIN AL.pdf > acesso em 07 de Mar. de 2019. Sebastião Nascimento “As mulheres vão a campo: elas estão transformando o agro brasileiro” reportagem 08 de Março de 2019 Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/noticia/2019/03/mulheres-va o-campo-elas-estao-transformando-o-agro-brasileirosite.html> Acesso em: 02 de Mar. 2019. Guimarães, M. C. & Pedroza, R. L. S. Violência contra a mulher: problematizando definições teóricas, filosóficas e jurídicas.Brasília/DF (2015). Disponivel em :<http://www.scielo.br/pdf/psoc/v27n2/1807-0310-psoc-27-02-00256.pdf >Acesso em 10 de Mar. 2019. Belgo Agro Mulheres no agronegócio: um panorama sobre o crescimento da atuação feminina no campo em fevereiro 11, 2019 por Disponivel em: <.https://blog.belgobekaert.com.br/agro/mulheres-no-agronegocio-atuacao-feminina- no-campo/> Acesso em 11 de Mar. 2019. Alana Gandra Repórter da Agência Brasil IBGE: Participação de mulheres no campo aumentou nos últimos anos Publicado em 26/07/2018. Rio de Janeiro Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/ibge-participacao-de-mul heres-no-campo-aumentou-nos-ultimos-anos> Acesso em 15 de Mar. 2019. https://www.cepea.esalq.usp.br/upload/kceditor/files/Mulheres%20no%20agro_FINAL.pdf https://www.cepea.esalq.usp.br/upload/kceditor/files/Mulheres%20no%20agro_FINAL.pdf https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/noticia/2019/03/mulheres-vao-campo-elas-estao-transformando-o-agro-brasileirosite.html https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/noticia/2019/03/mulheres-vao-campo-elas-estao-transformando-o-agro-brasileirosite.html http://www.scielo.br/pdf/psoc/v27n2/1807-0310-psoc-27-02-00256.pdf https://blog.belgobekaert.com.br/agro/author/belgo-agro/ https://blog.belgobekaert.com.br/agro/author/belgo-agro/ https://blog.belgobekaert.com.br/agro/author/belgo-agro/ https://blog.belgobekaert.com.br/agro/mulheres-no-agronegocio-atuacao-feminina-no-campo/ https://blog.belgobekaert.com.br/agro/mulheres-no-agronegocio-atuacao-feminina-no-campo/ http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/ibge-participacao-de-mulheres-no-campo-aumentou-nos-ultimos-anos http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/ibge-participacao-de-mulheres-no-campo-aumentou-nos-ultimos-anos Gabrielly Lara Rocha de Souza. Mulheres no Agronegócio e suas perspectivas para o futuro. 2018 Disponível em : <https://institutoagro.com.br/mulheres-no-agronegocio/> Acesso em 03 de Jun. 2019 Mírian Xavier . Mulheres do Agro Pelo Mundo 14 de Maio de 2018. Disponível em: <http://agromulher.com.br/mulheres-do-agro-pelo-mundo/> Acesso em 06 de Jun.2019 Mulheres na biquisadoras que são a cara da ciência Mulheres na biotecnologia: conheça as pesquisadoras que são a cara da ciência Por Equipe Mais Soja - 14 de agosto de 2018 135 0 https://institutoagro.com.br/mulheres-no-agronegocio/ http://agromulher.com.br/mulheres-do-agro-pelo-mundo/ https://maissoja.com.br/mulheres-na-biotecnologia-conheca-as-pesquisadoras-que-sao-a-cara-da-ciencia/#respond Mulheres na biotecnologia: conheça as pesquisadoras que são a cara da ciência Por Equipe Mais Soja - 14 de agosto de 2018 135