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Georgia Andressa De Carvalho e Lima Santos T5-A 
Parto eutócico (eu: normalidade tócico: parto): ocorre sem 
intercorrências. 
PARA QUE O PARTO OCORRA 
o Contração uterina (motor) 
o Canal de parto (osso/partes moles) 
o Feto e anexos (objetivo) 
A BACIA OBSTÉTRICA 
Ver se a bacia é favorável ao parto ou não, saber se terei 
problemas futuros com o parto. 
Conjunto de ossos e articulações. Ossos são fundidos e 
formam um canal. 
Sacro e cóccix: sinostose sacro-ilíaca (articulação fixa, são 2). 
No final da gravidez essa articulação fica mais ou menos 
móvel, por estimulo hormonal e edema. 
Ílio: asas do quadril 
Pube: sínfise púbica (articulação) 
Tudo isso no fim da gestação fica mole, para a passagem do 
feto. 
OS ESTREITOS DA BACIA OBSTÉTRICA 
Dois ossos que limitam a passagem do feto: sacro e pube. 
Promontório sacral limita a parte posterior da bacia e a 
sínfise púbica na anterior 
Estreito superior, estreito médio e estreito inferior (o feto 
passa por esse estreito). 
O estreito médio é o que mais limita a pelve, é o pior para o 
feto passar. 
Desproporção do feto com a pelve: ou a bacia é pequena ou 
o feto é grande. 
Saber se o feto está fletido, favorecendo sua evolução de 
parto ou não. Se ele não estiver exatamente fletido em 
direção a pelve, dificulta o nascimento. 
CANAL DE PARTO 
É em “J”. 
Feto se apoia na musculatura abdominal e pube. 
TIPOS DE BACIAS OBSTÉTRICA 
o Ginecoide é a mais frequente na mulher. 
o Andróide: bacia do homem 
o Platipelóide 
o Antropóide 
 
Se você souber examinar e avaliar a bacia da gestante poderá 
prever partos difíceis (distócias). 
Como avaliar a bacia da gestante? Entender quais diâmetros 
existem e quais são avaliáveis no exame físico. 
O ESTREITO SUPERIOR – A TEORIA 
Dá para avaliar os 3 estreitos no toque vaginal. 
Conjugado anatômico: 11cm 
Conjugado obstétrico: 10,5cm à o feto vai passar por esse 
diâmetro! Tem que saber. 
Conjugado diagonal: 12 cm 
AVALIAÇÃO DO ESTREITO SUPERIOR - A PRÁTICA 
Se eu tocar a paciente e chegar facilmente no promontório: 
isso é ruim, pois o espaço é pequeno para o feto passar. Se 
for longe, o conjugado obstétrico é grande, o feto passará 
facilmente. Esperamos que essa bacia seja elíptica deitada. 
RELAÇÃO DE SMELLE 
CO: CD - 1,5 
CD: conjugado diagonal 
CO: conjugado obstétrico 
SIGNIFICADO CLÍNICO 
Quando eu consigo tocar o promontório da gestante, significa 
que possivelmente o estreito superior não seja muito 
adequado para o parto. 
 
O ESTREITO MÉDIO – A TEORIA 
Sacro médio púbico: 12cm 
Diâmetro biciático: 10,5cm à é o pior para o feto passar, 
entre as espinhas isquiáticas. 
Uma espinha muito pontuda é ruim, pois estreita mais. 
AVALIAÇÃODO ESTREITO MÉDIO - A PRÁTICA 
Avaliação direta: toque nas duas espinhas, se forem 
apagadas o estreito médio é bom. 
Quanto mais pontiaguda forem as espinhas ciáticas, menor o 
diâmetro, o estreito médio é ruim! 
O ESTREITO INFERIOR – A TEORIA 
Diâmetro bituberoso. 
Diâmetro cóccix subpúbico: 9,5 cm 
O que limita é o cóccix e a ponta do púbis. Esse estreito se 
avalia através do toque para ver a mobilidade do cóccix. 
O cóccix é móvel, então é um diâmetro mais fácil do feto 
passar. Diâmetro anteroposterior do estreito inferior 
(conjugata exitus). 
Aumenta 2cm com retropulsão do cóccix. 
Mulheres que já tiveram fraturas, trauma de cóccix, terão ele 
fixo, mais difícil a passagem. 
Ângulo: 90, menor que 90, maior que 90. 
Maior ângulo subbupubico: é melhor, para o feto passar. 
Quanto maior o ângulo subpúbico, maior a base do triangulo, 
portanto maior o diâmetro bituberoso. Examina com as mãos. 
Resumo: 
 
Feto fica elipsoide na barriga. 
Ovoide córmico (corpo), ovoide cefálico, ovoide fetal. 
Atitude fetal: relação entre as diferentes partes fetais. 
Qual a atitude do feto: flexão ou deflexão! 
ATITUDES FETAIS 
 
Defletido de 2 grau: não nasce! 
O QUE É A SITUAÇÃO FETAL? 
Maior eixo do feto X maior eixo da mãe 
Eixo do feto igual o da mãe: longitudinal, permite parto 
vaginal. 
Exio do feto trasnverso ao da mae: não passa 
Eixo oblíqua a mãe: não passa. 
Só a situação longitudinal permite o parto vaginal. 
 
Apresentação fetal: o que apresenta para a bacia. 
É a região do feto que ocupa a área do estreito superior e que 
nele se insinuará. 
o Cefálica 96,5% 
o Pélvica 3-4% 
o Córmica 0,5% : o que entra na pelve é o acrômio 
(ombro). 
Longitudinal (situação): cefálica pélvica (apresentação) 
Transversa (situação): córmica (apresentação) 
 
 
POSIÇÃO FETAL 
Dorso fetal x lado materno à direito e esquerdo. Pelas 
manobras de Leopold à determinar estática fetal, situação, 
apresentação. 
 
VARIEDADE DE POSIÇÃO 
Ponto de referência da apresentação fetal X ponto de 
referência ósseo da bacia materna. 
Este dado só é possível determinar ao toque vaginal. 
Preciso saber como o feto está virado, para onde ele está 
olhando. 
Como saber o que estou tocando? 
Sutura lambda: occiptal, sutura sagital (no meio), bregma: 
maior. Sutura metópica: só recém-nascidos tem. 
Lambdaàsutura sagitalà bregma à sutura metópica à 
glabela à linha facial à mento 
 
Cefálica fletida triângulo e linha reta 
Cefálica defletida 1º grau: linha reta, losango, linha reta 
Questões: paciente em posição ginecológica (vista inferior da 
pelve) 
1) Determine qual a apresentação 
(cefálica/pélvica/córmica) 
2) Palpe a apresentação e determine qual a linha de 
orientação! 
3) Na linha de orientação encontre o ponto de 
referência fetal 
4) Correlacione o ponto de referência com os pontos 
de referência da pelve materna 
5) Classifique 
 
Variedade de posição: OEA occipto esquerda anterior. 
o O: de occipto, diz que é fletida. 
o ODT: occipto direta transversa 
o BEP: esquerda posterior, defletida 1 grau. 
o OP: occipto púbica 
o ODP: occipto direita posterior. 
o BP: bregma púbica, defletida 1 grau 
o MP: mento púbica, defletida de 3º grau. 
 
RESUMÃO ESTÁTICA FETAL 
 
N: naso! 
Não cai pélvico e córmico na prova!

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