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Existem diversas patologias comuns à terceira idade. Por isso, temos que tratar cada paciente de forma distinta, para garantir sua segurança. Para os pacientes de uma doença em questão, o ideal, para este tipo de aluno, é que apostemos em mais volume e menos intensidade de treino. Por exemplo, correr dez minutos na esteira pode ser uma má ideia, porém caminhar por trinta minutos é altamente recomendável. Em uma série de musculação, por exemplo, séries curtas com muita carga devem ser deixadas de lado, para dar lugar a séries mais longas e com menos carga. Exercícios que exijam resistência muscular por longos períodos de tempo, como isometria, podem ser desaconselhados também. Nesse caso, estamos falando de aluno que é paciente de qual patologia? a. Hipertensão arterial sistêmica. b. Hipercolesterolemia ou síndrome metabólica. c. Alguma doença neurodegenerativa, como Parkinsou ou Alzheimer. d. Diabetes. e. Sarcopenia.
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Vivian Russignoli

há 3 anos

Respostas

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ano passado

Para responder a essa pergunta, vamos analisar as características mencionadas no texto e relacioná-las com as patologias apresentadas nas alternativas. O texto fala sobre a necessidade de um treinamento com mais volume e menos intensidade, além de evitar exercícios que exijam resistência muscular por longos períodos. Isso é especialmente relevante para pacientes que podem ter limitações físicas ou que precisam de um cuidado especial em relação à intensidade do exercício. Vamos analisar as opções: a) Hipertensão arterial sistêmica - Embora a hipertensão exija cuidados, o foco em volume e menos intensidade não é exclusivo dessa condição. b) Hipercolesterolemia ou síndrome metabólica - Essas condições podem ser gerenciadas com exercícios, mas não necessariamente exigem a abordagem descrita. c) Alguma doença neurodegenerativa, como Parkinson ou Alzheimer - Pacientes com essas doenças podem ter limitações motoras e cognitivas, o que justifica a necessidade de um treinamento mais adaptado, com volume e menos intensidade. d) Diabetes - Pacientes diabéticos também precisam de cuidados, mas a abordagem não é tão específica quanto a mencionada. e) Sarcopenia - Esta condição envolve a perda de massa muscular e força, e o treinamento deve ser adaptado, mas a descrição do texto se encaixa melhor em doenças neurodegenerativas. Diante disso, a alternativa que melhor se encaixa na descrição do texto, considerando a necessidade de um treinamento adaptado e a preocupação com a segurança do paciente, é: c) Alguma doença neurodegenerativa, como Parkinson ou Alzheimer.

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há 3 anos

O aluno em questão é um paciente de Hipertensão arterial sistêmica.

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Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o diabético pode e deve ser incluído em todo o tipo de treinamento físico desportivo, assim como um idoso saudável. Nesse caso, os modelos de treinamento devem englobar todas as valências físicas, como força, aeróbio, flexibilidade e equilíbrio. Os maiores cuidados, no entanto, devem ser a duração e a intensidade do treino.
Quais são as recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes para esse tipo de paciente?
A - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 150 minutos, de preferência diariamente, em percentagens de VO2 Máx de até 60%, e FC limítrofes 70%. As atividades vigorosas devem ser desenvolvidas por no máximo 75 minutos semanais.
B - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 50 minutos no máximo, de preferência em dias alternados, em percentagens de VO2 Máx de até 60%, e FC limítrofes 70%. As atividades vigorosas, no mínimo 75 minutos semanais.
C - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 150 minutos, de preferência diariamente, em percentagens de VO2 Máx de até 60%, e FC limítrofes 70%. As atividades vigorosas são desaconselhadas para este tipo de paciente.
D - Exercícios moderados devem ser colocados em segundo plano para este tipo de paciente, apostando mais nas atividades vigorosas, que devem ser desenvolvidas por no máximo 75 minutos semanais.
E - Exercícios moderados em carga máxima semanal de 150 minutos, de preferência diariamente, com exercícios como ginásticas em grupo e caminhadas. As atividades vigorosas devem ser desenvolvidas por no máximo 75 minutos semanais.

Um idoso homem, de 80 anos, recém-viúvo, que mora sozinho, é levado pelo vizinho dele ao espaço de atividades físicas no qual você, educador físico, atua. O vizinho diz que ele precisa “sair de casa”. Ao fazer a avaliação, você não percebe qualquer déficit mais grave, somente que o idoso está reticente em ingressar no programa de atividades físicas. A única coisa que lhe chamou a atenção foi a pontuação na Escala Geriátrica de Depressão (GDS), inferindo que aquele idoso poderia ter algum traço de alteração de humor (talvez algum traço de depressão).
Qual seria sua conduta profissional neste caso?
A - Incluir o idoso em um programa de treinamento, visando os princípios de inclusão e sentimento de grupo, respeitando o tempo e o desejo dele. Aconselhar que ele procure auxílio psicológico.
B - Não incluir o idoso em qualquer programa de treinamento, a menos que ele tenha um atestado de um médico psiquiatra, ou um psicólogo.
C - Homens são mais resistentes a admissão das alterações de humor. O importante é não incluí-lo imediatamente em um programa de treinamento, porém orientá-lo que, assim que ele se sinta imbuído no projeto, ele volte a procurar seu espaço.
D - Inclui-lo imediatamente em um programa de treinamento em grupo, apresentando-o à turma, e pedindo que ele fale sobre si mesmo. Só assim ele se sentirá parte integrante daquele grupo de pessoas.
E - No caso de idosos resistentes às atividades físicas, as melhores opções são as atividades individuais, como a musculação, que não exijam muitas relações interpessoais.

O amplo entendimento sobre a raiz e as consequências das síndromes geriátricas, permite pensar em práticas corporais que possam ser utilizadas para o enfrentamento de cada especificidade deficitária do indivíduo idoso. Ou seja, dessa forma o educador físico tem embasamento teórico para prescrever suas rotinas de treinamento, tendo em vista a melhora de pontos específicos da saúde do idoso.
Com isso em mente, analise os itens a seguir e relacione corretamente.
1. Incapacidade cognitiva.
2. Instabilidade postural.
3. Incontinência esfincteriana.
4. Incapacidade comunicativa.
5. Imobilidade.
( ) Se o problema advêm da agnosia ou apraxia, devemos fazer uma análise mais profunda e especializada, tentando compreender exatamente qual a maior dificuldade do idoso.
( ) Vem acompanhada pela fraqueza da musculatura do assoalho pélvico, grupo muscular composto, basicamente, por musculatura profunda, e músculos de fibras do tipo I. Nesse caso, os exercícios que são utilizados para melhorar o equilíbrio do idoso podem ser implementados.
( ) Os melhores modelos de atividade física são aqueles que englobam exercícios resistidos, que privilegiam a musculatura profunda, como o pilates e a yoga.
( ) Nesse caso, e somente nesse caso, nós não devemos impor atividades que enfrentem a sua deficiência. Isso fará com que ele falhe, na maioria das vezes, e acabe se frustrando com a atividade proposta.
( ) Focar nas atividades lúdicas ou esportivas que farão com que ele precise aprender, a cada dia, novas regras, em pequenas doses, para conseguir praticar.
( ) Utilizar movimentos básicos, para quem está, novamente reaprendendo o gesto cinesiológico. Nesse caso, caminhadas, na esteira ou em pistas, pode ser a melhor opção.
A - 1, 3, 2, 4, 1, 5.
B - 1, 2, 3, 4, 1, 5.
C - 2, 1, 3, 4, 1, 5.
D - 1, 3, 2, 1, 4, 5.
E - 1, 3, 2, 4, 2, 5.

Um aluno homem, com 72 anos de idade, apresentando lesão articular, com alguns traços de artrose no joelho direito, precisa fortalecer a musculatura de quadríceps e isquiotibiais, a fim de diminuir a progressão dos desgastes articulares. Porém ele sente muita dor com qualquer movimento de joelho, seja flexão, seja extensão, incapacitando-o de executar movimentos tradicionais para estes grupos musculares.
Qual técnica pode ser utilizada nesse caso?
a. Nesse caso, o aluno deve ser encaminhado ao fisioterapeuta, e ele proporá as técnicas que o educador físico deve ou não aplicar.
b. Podemos trabalhar quadríceps e isquiotibiais com flexões e extensões de quadril.
c. Evitar exercícios específicos, como a musculação, e focar mais nos treinos globais, como as aulas de ginástica, as lutas e as corridas.
d. Executar os movimentos, mesmo com dor. A dor é natural nesse caso, porém, somente com o tratamento correto, será alcançada a recuperação da articulação.
e. Evitar exercícios específicos, priorizando os exercícios multiarticulares. Por exemplo, em vez da extensão de joelhos, o agachamento. Ao invés da flexão de joelhos, a passada.

Com o envelhecimento, o ser humano pode ter afetadas: a memória; as funções executivas; a linguagem; as funções visuais e espaciais; a gnosia (capacidade de reconhecer objetos ou situações por meio de um dos sentidos) e a praxia (em suma, a motricidade). Quando um ou mais desses campos é afetado pelo envelhecimento, o idoso pode estar caminhando para uma das síndromes geriátricas mais comuns a esse público. De qual síndrome geriátrica estamos falando? a. A instabilidade postural, que é ocasionada pelo déficit nas funções citadas no texto. b. Incontinência esfincteriana, uma vez que o controle esfinctérico é regido, basicamente, pelas funções cognitivas do indivíduo. c. A imobilidade, pois com o acometimento de um ou mais sintomas dos citados no texto, o idoso pode acabar ficando em uma situação de cama ou cadeira de rodas. d. Incapacidade cognitiva, que compreende o grupo de patologias ligadas à demência. e. Incapacidade física, que compreende a perda das funções cinesiológicas e sensoriais básicas.

A osteoporose é a mais comum das doenças osteoarticulares, constituindo um grande grupo de atingidos. Estima-se que, no Brasil, mais de 40% da população apresenta osteopenia, e até 33% das mulheres apresentam osteoporose. As mulheres são as mais atingidas por essas patologias por diversos fatores, mas os principais versam sobre a ocorrência da menopausa, e da menor densidade dos tecidos.
Qual é a indicação de atividades físicas para esse tipo de aluno, visando à manutenção, ou mesmo a regressão da doença?
a. Qualquer modelo, desde que não privilegiem o aumento da tração dos músculos sobre os ossos, para evitar rupturas de músculos, tendões e aponeuroses.
b. Exercícios de alto impacto, pois são sabidamente os melhores estimulantes da síntese óssea.
c. Evitar exercícios específicos, priorizando os exercícios multiarticulares. Por exemplo, ao invés da extensão de joelhos, o agachamento. Ao invés da flexão de joelhos, a passada.
d. Exercícios que tenham algum impacto e tração sobre o tecido ósseo, a fim de forçar o corpo a produzir osteócitos, e detrimento dos osteoblastos, sempre de forma moderada.
e. Exercícios sem impacto, como hidroginástica e natação, uma vez que o impacto nesse tipo de paciente pode significar fraturas.

As doenças respiratórias podem abarcar grandes números de idosos, seja por seus hábitos ao longo da vida, pelo o ambiente em que viveram, pela genética, ou mesmo pelo próprio fato do envelhecimento dos tecidos. E essas doenças podem ser várias desde as mais leves, como alergias, até as mais severas, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Os diferentes níveis de comprometimento de cada uma delas, exigem diferentes cuidados.
Sobre alunos que são pacientes de doenças respiratórias, é correto o que se afirma em:
a. No caso de doenças como a doença pulmonar obstrutiva crônica, não devemos forçar o sistema respiratório, pois a chance de agravarmos o problema é grande. Nesse caso devemos apostar nas atividades anaeróbicas.
b. No caso de doenças mais graves, como a doença pulmonar obstrutiva crônica, ou outras de igual impacto, devemos fortalecer o sistema respiratório com atividades que privilegiam a apnéia, como o pilates e a natação.
c. Em todos os casos, devem ser priorizados os treinamentos com ênfase aeróbia, em altos níveis de frequência cardíaca, a fim de aprimorar os déficits sentidos pelo idoso.
d. No caso de doenças como a doença pulmonar obstrutiva crônica, devemos forçar o sistema respiratório, apostando nas atividades aeróbias, como o treino de força, ou em atividades que tenham a respiração como ponto central, como o pilates e a natação.
e. No caso de doenças como a doença pulmonar obstrutiva crônica, não devemos forçar o sistema respiratório. As atividades anaeróbias, como o treino de força podem ser também, em igual nível, nocivas, assim como as atividades que tenham a respiração como ponto central.

Um dos termos raiz para as síndromes geriátricas engloba as capacidades que tornam o idoso autônomo no seu dia a dia. Por exemplo, se um idoso tem um caso de depressão leve, e está medicado, embora ele possa apresentar alguma incapacidade cognitiva, ele ainda pode ser autônomo. Por outro lado, um idoso com suas capacidades cognitivas e humorais perfeitas, porém com déficits de mobilidade, por exemplo, acaba se tornando um idoso dependente. Esse termo engloba, ainda, dois outros campos: a mobilidade e a comunicação.
O texto se refere a qual termo na geriatria?
a. Independência.
b. Depressão.
c. Decisão.
d. Autonomia.
e. Função executiva.

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