Ed
ano passado
Para responder a essa questão, precisamos analisar as teorias mencionadas e como elas se relacionam com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Resolução n.º 7. A BNCC busca uma base comum que integre conhecimentos, respeitando a diversidade e a contextualização. Vamos analisar as alternativas: A) Nas teorias críticas do currículo - Essas teorias geralmente questionam a neutralidade do currículo e defendem uma abordagem mais crítica e reflexiva, o que pode estar alinhado com a BNCC. B) Nas teorias pós-críticas do currículo - Essas teorias também buscam uma reflexão crítica sobre o currículo, podendo ter pontos de convergência com a BNCC. C) Nas teorias defendidas por Ralph Tyler, Bobbit e Dewey - Essas teorias são mais tradicionais e focam em objetivos educacionais claros e na funcionalidade do currículo, o que pode ser considerado mais alinhado com a BNCC. D) Nas teorias defendidas por Michael Young - Young critica a ideia de uma base comum e defende uma abordagem mais diversificada e contextualizada, o que pode ser contrário à ideia de uma base comum. E) Nas teorias defendidas por Paulo Freire - Freire defende uma educação libertadora e crítica, que pode estar em sintonia com a BNCC, que busca contextualização. Diante dessa análise, a alternativa que apresenta uma visão contrária à proposta da BNCC é: D) Nas teorias defendidas por Michael Young.
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Ed
há 2 anos
Analisando a Resolução n.º 7 de 14 de dezembro de 2010, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos, e considerando o Artigo 11, inciso 1º, que destaca a importância da integração da base comum com a parte diversificada do conhecimento, podemos identificar que a Base Nacional Comum Curricular busca enriquecer o currículo, contextualizando os conhecimentos em diferentes realidades. Dessa forma, a BNCC está alinhada com as ideias defendidas por teorias mais progressistas e contextualizadas, como as de Paulo Freire, que valorizam a interdisciplinaridade, a contextualização e a diversidade cultural. Portanto, a alternativa que apresenta as ideias contrárias às defendidas pela Base Nacional Comum Curricular é a letra B) Nas teorias pós-críticas do currículo. Essas teorias costumam enfatizar mais a padronização, a avaliação quantitativa e a hierarquização do conhecimento, o que pode entrar em conflito com os princípios mais flexíveis e contextualizados da BNCC.
Ed
há 3 anos
De acordo com o trecho fornecido, a Resolução n.º 7 de 14 de dezembro de 2010, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos, estabelece a necessidade de uma base comum integrada com a parte diversificada do conhecimento. Portanto, a Base Nacional Comum Curricular é contrária às ideias defendidas nas teorias críticas do currículo (alternativa A), nas teorias pós-críticas do currículo (alternativa B), nas teorias defendidas por Ralph Tyler, Bobbit e Dewey (alternativa C), nas teorias defendidas por Michael Young (alternativa D) e nas teorias defendidas por Paulo Freire (alternativa E).
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