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Mendelévia, não reincidente, mas com circunstâncias judiciais desfavoráveis, foi condenada a três anos de prisão por infanticídio (art. 123: Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após. Pena - detenção, de dois a seis anos). Com base nessas informações:


por cumprir em regime fechado, fará jus à saída temporária.


por ser um crime contra a vida, cumprirá a pena em estabelecimento de segurança máxima.


cumprirá sua pena em regime inicial fechado.


cumprirá sua pena em regime inicial semiaberto.


cumprirá sua pena em regime inicial aberto.
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Henrique Valentim

há 3 anos

Respostas

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há 3 anos

Com base nas informações apresentadas, Mendelévia cumprirá sua pena em regime inicial fechado. Isso ocorre porque o crime de infanticídio é considerado um crime hediondo, conforme a Lei nº 8.072/90, e a pena prevista é de detenção de dois a seis anos. Além disso, as circunstâncias judiciais desfavoráveis podem agravar a pena, o que justifica o cumprimento em regime mais rigoroso.

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Craque NetoCraque Neto

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De acordo com o Código Penal, a pena-base será fixada atendendo-se ao critério do art. 59, considerando-se, em seguida, as circunstâncias atenuantes e agravantes, e, por último, as causas de diminuição e aumento. Trata-se, este, do chamado:
Modelo bifásico, proposto por Roberto Lyra, no qual o juiz, na primeira operação, fixa a pena-base a partir de uma avaliação conjunta das circunstâncias inominadas e circunstâncias legais.
Sistema trifásico, conhecido como método Hungria.
Sistema bifásico inserido na Reforma de 1984 no Código Penal e que superou a divergência doutrinária da época sobre o tema.
Sistema quaternário de aplicação de pena, defendido por Nelson Hungria.
Modelo trifásico, defendida por Hungria no sentido de uma operação em dois momentos, mas que considera três elementos básicos.

Considerando as regras previstas no Código Penal para a aplicação da pena, o juiz, ao fixar o valor do dia-multa, deve se atentar principalmente: Às consequências do crime. À culpabilidade do condenado. Às circunstâncias judiciais do art. 59, CP. À gravidade do crime. À situação econômica do condenado.

São considerados espécies de penas restritivas de direitos:
Regime fechado e aberto.
Prestação de serviços à comunidade e detração.
Prestação pecuniária e prestação de serviços à comunidade.
Prisão simples e limitação de fim de semana.
Livramento condicional e visita periódica ao lar.

(DPE-CE / 2014 - Defensor Público) No caso de condenação igual ou inferior a quatro anos, é admissível a adoção do regime:
Fechado, ainda que fixada a pena-base no mínimo legal.
Semiaberto, se reincidente o agente e desfavoráveis as circunstâncias judiciais.
Aberto, se reincidente o agente e desfavoráveis as circunstâncias judiciais.
Semiaberto, se reincidente o agente e favoráveis as circunstâncias judiciais.
Aberto, se favoráveis as circunstâncias judiciais, ainda que reincidente o agente.

O sistema punitivo do Estado constitui o mais rigoroso instrumento de controle social, tendo em vista que a conduta delituosa é a mais grave forma de transgressão de normas. Porém, a Constituição de 1988, tendo adotado como um dos fundamentos da República a dignidade da pessoa humana, estabeleceu limites a aplicação da pena. Esses limites encontram fundamento, principalmente, no princípio da humanidade da pena. Diante do exposto, aponte a alternativa que indica apenas penas admitidas no sistema punitivo brasileiro:
Penas restritivas de direitos, de multa e de banimento.
Pena de morte, cruéis e de banimento.
Pena de multa, de trabalhos forçados e perpétua.
Penas privativas de liberdade e de trabalhos forçados e de banimento.
Penas privativas de liberdade, restritivas de direitos e de multa.

Acerca da fixação da pena-base, o julgador deve analisar as circunstâncias judiciais para a individualização da pena.
Assim é que as condenações definitivas, por fato anterior ao delito, transitadas em julgado no curso da ação penal somente podem ser valoradas, na primeira fase da dosimetria, a título de:
culpabilidade.
personalidade do agente.
antecedentes.
circunstâncias.
conduta social.

Considerando o ordenamento jurídico pátrio, bem como a jurisprudência majoritária sobre a dosimetria da pena na esfera criminal, analise as seguintes afirmativas:
Quais apresentam apenas assertivas incorretas?
I. As condenações penais, transitadas em julgado ou não, podem ser consideradas como maus antecedentes, desde que não atingidas pelo prazo quinquenal, contado do término do cumprimento da pena.
II. Circunstâncias atenuantes e causas de diminuição de pena não podem conduzir à redução de pena abaixo do mínimo legal.
III. Só as condenações penais transitadas em julgado que não configurem reincidência são consideradas como maus antecedentes, não se aplicando aos maus antecedentes a limitação do prazo quinquenal contado do término do cumprimento da pena.
IV. Para efeitos de dosimetria da pena, decorrido o prazo de cinco anos do término do cumprimento da pena o indivíduo não retorna ao status de réu primário.
V. Inquéritos policiais e ações penais em curso não podem ser considerados para exasperar a pena-base.
II, III e IV
I, II e IV
I, III e V
I, II e III
III, IV e V

(DPE/RS - 2018 - Defensor Público) Em 2014, por conduta perpetrada em 2011, Ataulfo foi denunciado pela prática de lesão corporal simples (art. 129, caput, do CP). Em 2016, por conduta perpetrada em 2015, Ataulfo viu-se novamente denunciado, dessa vez pela prática de ameaça. Já em 2017, em razão de conduta praticada em 2016, Ataulfo foi condenado pela prática de furto qualificado pelo emprego de chave falsa, sendo-lhe aplicada uma pena privativa de liberdade de 04 anos de reclusão.
Nesse caso:
É possível substituir a pena privativa de liberdade aplicada por uma pena restritiva de direitos e multa.
Não é possível substituir a pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, tendo em vista a natureza do crime que ensejou a condenação (furto qualificado pelo emprego de chave falsa).
Não é possível substituir a pena privativa de liberdade por restritivas de direitos, tendo em vista a extensão da pena aplicada.
Não é possível substituir a pena privativa de liberdade por restritivas de direitos, tendo em vista a reincidência.
É possível substituir a pena privativa de liberdade aplicada por uma pena restritiva de direitos.

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