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O art. 818 da CLT, conforme nova redação dada pela Lei nº 13.467/17 (“Reforma Trabalhista”), patenteou tanto a teoria estática quanto a teoria dinâmica do ônus probatório no processo do trabalho. No que diz respeito às provas na Justiça do Trabalho, assinale a alternativa correta.



  • em havendo necessidade de nomeação de intérprete pelo juiz, as despesas sempre correrão por conta do empregador.
  • pelo princípio protetivo que embasa o processo do trabalho, ao empregador sempre recairá o ônus da prova, bastando ao empregado apenas afirmar na petição inicial e eventualmente produzir contraprovas.
  • quando o processo tramitar pelo rito ordinário, cada uma das partes somente poderá indicar no máximo duas testemunhas.
  • nos inquéritos para apuração de falta grave, a CLT admite a possibilidade de até quatro testemunhas a serem indicadas por cada parte.
  • em regra, no rito ordinário as testemunhas comparecerão independentemente de notificação ou intimação.


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Gustavo Mayer

há 2 anos

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Gustavo Mayer

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

A alternativa correta em relação ao art. 818 da CLT e as provas na Justiça do Trabalho é: "nos inquéritos para apuração de falta grave, a CLT admite a possibilidade de até quatro testemunhas a serem indicadas por cada parte." Isso se alinha com o que está previsto na legislação trabalhista sobre a quantidade de testemunhas em casos de falta grave. As demais alternativas apresentam incorreções em relação ao que estabelece a CLT.

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há 2 anos

A alternativa correta é a letra B: "pelo princípio protetivo que embasa o processo do trabalho, ao empregador sempre recairá o ônus da prova, bastando ao empregado apenas afirmar na petição inicial e eventualmente produzir contraprovas." A Reforma Trabalhista não alterou o princípio protetivo que recai sobre o empregador, que deve comprovar que cumpriu com todas as obrigações trabalhistas. O empregado, por sua vez, deve apenas alegar os fatos que considera relevantes e, se necessário, produzir provas que possam contrapor as alegações do empregador.

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