O art. 818 da CLT, conforme nova redação dada pela Lei nº 13.467/17 (“Reforma Trabalhista”), patenteou tanto a teoria estática quanto a teoria dinâmica do ônus probatório no processo do trabalho. No que diz respeito às provas na Justiça do Trabalho, assinale a alternativa correta.
Ed
há 2 anos
A alternativa correta em relação ao art. 818 da CLT e as provas na Justiça do Trabalho é: "nos inquéritos para apuração de falta grave, a CLT admite a possibilidade de até quatro testemunhas a serem indicadas por cada parte." Isso se alinha com o que está previsto na legislação trabalhista sobre a quantidade de testemunhas em casos de falta grave. As demais alternativas apresentam incorreções em relação ao que estabelece a CLT.
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Ed
há 2 anos
A alternativa correta é a letra B: "pelo princípio protetivo que embasa o processo do trabalho, ao empregador sempre recairá o ônus da prova, bastando ao empregado apenas afirmar na petição inicial e eventualmente produzir contraprovas." A Reforma Trabalhista não alterou o princípio protetivo que recai sobre o empregador, que deve comprovar que cumpriu com todas as obrigações trabalhistas. O empregado, por sua vez, deve apenas alegar os fatos que considera relevantes e, se necessário, produzir provas que possam contrapor as alegações do empregador.