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Psicologia Educacional

Colégio Objetivo
Para Libâneo (2008), a escola, por meio de seu currículo, representa a dimensão científica do conhecimento. As diversas matérias que compõem o currículo escolar representam um conjunto de conhecimentos socialmente produzidos e organizados com métodos e teorias que visam compreender e orientar as atividades humanas. Então, é papel do professor tornar-se mediador e, a partir desse conceito, estabelecer ligações entre os conceitos científicos e os conceitos cotidianos. No entanto, essa mediação só se torna possível quando o professor conhece essas duas realidades: a dos conceitos científicos e a dos conceitos cotidianos. Portanto, sua primeira tarefa é a de conhecer profunda e corretamente os conceitos científicos de sua área de atuação, ou seja, você deve conhecer profundamente o conteúdo que irá ensinar. A segunda tarefa, e não menos importante, é a de tomar conhecimento dos conceitos e conhecimentos cotidianos dos alunos. Conhecendo o cotidiano do aluno e o conteúdo escolar, o professor pode elaborar esquemas e ações capazes de preparar os alunos para desenvolver as habilidades e capacidades necessárias para a construção do novo conhecimento. Assim, com essas ações coletivas entre professores e alunos, aos poucos, os educandos vão aprendendo e internalizando os conceitos científicos.

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Estudando com Questões

há 2 anos

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há 10 meses

Parece que você está buscando uma análise ou resumo do texto de Libâneo sobre o papel do professor na mediação entre conceitos científicos e cotidianos. O que Libâneo destaca é que o professor deve conhecer profundamente tanto o conteúdo científico quanto a realidade dos alunos. Essa compreensão mútua permite que o professor crie conexões significativas, facilitando a aprendizagem e a internalização dos conceitos científicos pelos alunos. A mediação é, portanto, essencial para que os alunos desenvolvam habilidades e capacidades necessárias para a construção do conhecimento. Se precisar de mais detalhes ou de um aspecto específico, é só avisar!

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Craque NetoCraque Neto

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há 2 anos

O texto apresenta a visão de Libâneo (2008) sobre o papel do professor em relação ao currículo escolar. Segundo o autor, é papel do professor tornar-se mediador entre os conceitos científicos e os conceitos cotidianos, estabelecendo ligações entre eles. Para isso, o professor deve conhecer profundamente o conteúdo que irá ensinar e também os conceitos e conhecimentos cotidianos dos alunos. Com essas ações coletivas entre professores e alunos, os educandos vão aprendendo e internalizando os conceitos científicos.

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Olá, caro(a) acadêmico(a), Seja muito bem-vindo(a) à disciplina de Práticas de Ensino: concepções e organização. Nesta disciplina vamos, juntos, percorrer a trajetória histórica da nossa educação brasileira, atentando nosso olhar às práticas de ensino escolares adotadas em cada período. Pois sabemos que toda concepção escolar está influenciada com o momento social vivido. Em nossa primeira unidade serão abordadas as práticas de ensino empregadas ao longo da História Brasileira, que perpassam por momentos históricos importantes vividos em nossa sociedade, lembrando que esses acontecimentos sociais, políticos e econômicos intervêm no cotidiano educacional. Desde a metodologia, formas de avaliação, objetivos específicos em cada conteúdo temos a presença de orientações para que a organização escolar na sociedade se faça de maneira efetiva. Na segunda unidade, ressaltamos aqui sua importância, apresentaremos as formações para os educadores que contribuem para a elaboração das aulas a serem ensinadas aos nossos alunos. Formações continuadas, que ocorrem dentro do ano letivo, e a formação permanente que advém das observações e práticas constantes no ensino. Na terceira unidade vamos trazer para discussão, as legislações presentes em nossa sociedade, que contribuem para a organização e práticas escolares no cotidiano. Desde a Constituição Federal temos inserido em alguns artigos direcionados, especificamente, as práticas do ensino, porém os embates políticos e sociais trouxeram uma legislação específica para promover, de maneira gradativa e generalizada, a importância das práticas escolares serem adequadas à base. Logo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação traz em seus capítulos detalhes da organização escolar. Logo após LDB, a Base Nacional Comum Curricular foi pensada, desenvolvida e criada para promover uma uniformidade na Educação Escolar. Tais ações para a sua escrita foram decorrentes de uma movimentação de pais e mestres que buscam estimular a educação de qualidade para todos, sofreu diversas intercorrências até sua homologação e vigência. Pois lá na LDB pensava-se em uma Base Nacional com o currículo comum a todos, para que tal prática de ensino no desenvolvimento docente pudesse, de maneira interligada, desenvolver e relacionar práticas educacionais, para que tal execução acontecesse. Lembre-se que estaremos juntos para percorrer esse universo educacional a fim de promover a dedicação ao ensino e as práticas escolares. Conte comigo para que os conteúdos possam ser assimilados e aprendidos de forma que possamos nos tornar melhores profissionais, contribuindo para educação nacional. Bons estudos!

os outros requisitos do princípio da inclusão, conforme estabelecido no documento “A Declaração de Salamanca e o Plano de Ação para Educação de Necessidades Especiais”. Quando pensamos em um mundo inclusivo, temos a ideia de que todas as pessoas têm as mesmas condições e oportunidades de ser ator principal do seu espetáculo de vida, fazendo a sua participação na sociedade de forma participativa e ativa, entendendo que as relações individuais são estabelecidas à luz de uma igualdade de valores. Pensando dessa forma, não é a pessoa que tem de se adequar ou adaptar-se à sociedade e aos meios educacionais, mas, sim, estes precisam ser preparados e equipados para receber esses indivíduos, esses alunos que necessitam de um atendimento especializado que supram as suas necessidades, para que essas pessoas possam viver e estudar com dignidade e serem reconhecidas como cidadãos. [...] inclusão estabelece que as diferenças humanas são normais, mas ao mesmo tempo reconhece que a escola atual tem provocado ou acentuado desigualdades associadas à existência de diferenças de origem pessoal, social, cultural e política, e é nesse sentido que ela prega a necessidade de reestruturação do sistema educacional para prover uma educação de qualidade a todas as crianças (SASSAKI, 2004, on-line). Desse modo, não é viável perder a orientação dos objetivos formativos que devem nortear os trabalhos e os currículos escolares para que as escolas inclusivas não fortaleçam o estigma do insucesso na sua vida escolar. Orientado por essa visão, os alunos que têm necessidades educacionais especiais nunca devem ser excluídos, segregados ou mesmo protegidos. Eles devem conviver e estar presentes juntamente com os alunos considerados normais que tenham a mesma idade mental ou cronológica; assim, eles assumem as mesmas responsabilidades e os mesmos direitos. Dessa forma irão aprender a superar as dificuldades que sua deficiência apresenta. Assim, o aluno com necessidades educacionais especiais deve permanecer incluso à sociedade, da mesma maneira as escolas e profissionais da educação devem trabalhar com uma pedagogia condizente com a proposta da Declaração de Salamanca.

Qual é o tema principal abordado na unidade II?

A Formação de Professores Permanente e Continuada
A Construção da Prática de Ensino

O BREVE HISTÓRICO DO SURGIMENTO DA ESCOLA A escola hoje em dia tornou-se parte integral de nossas vidas. Como pensar numa sociedade sem escola? Atualmente o tempo que o aluno permanece na escola é muito maior que antigamente, pois a família tinha um papel maior no processo da aprendizagem. Os valores instituídos e ensinados sempre vieram antes do efetivo “ir à escola”, geralmente devido à vida no campo, as crianças vinham para a “cidade” e só assim tinham acesso ao ensino regular educacional. Então, temos aqui a apresentação da aprendizagem formal – ensino escolar, aprendizagem informal – vivência com a família, aprendizagem por atividades realizadas no cotidiano. Mas com a expansão do trabalho, as evoluções das indústrias, a criança, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, tem a obrigatoriedade de frequentar a escola a partir dos 4 anos completos de idade, ou conforme a necessidade das famílias pode ingressar nos primeiros 6 meses de vida numa Instituição de educação infantil, de forma que se torna aluno e frequenta cerca de no mínimo 14 anos escolares, apenas na Educação Básica. Isso ocorre ao acompanharmos o desenvolvimento social avançado, onde há a emancipação da mulher na busca por ocupar espaços na sociedade econômica, onde o papel da escola ocorre de forma integral na vida do aluno, realizando o atendimento a todas essas crianças que, além do ensino e aprendizagem escolar, estão presentes na escolar para serem cuidados e orientados pelo docente. Assim além dos conhecimentos científicos e sistematizado, passam a adquirir conceitos de socialização em que regras são instituídas para haver uma boa convivência. A cultura é um importante elemento da vida social. Na realidade, a cultura é uma construção realizada em sociedade. Cada indivíduo recebe, conforme o contexto social no qual vive, influências culturais próprias. A sociedade brasileira é multicultural, ou seja, diversas culturas convivem em um mesmo ambiente. Como as escolas são um retrato da sociedade, nelas diferentes influências culturais também interagem o tempo todo. É interessante perceber que a história da escola e da educação acompanha todos os estágios da evolução humana, desde a forma de educação primitiva, (informal/indígenas) até a mais formal, sendo hoje em dia o modelo de educação ministrado na escola atual. Porém sabemos que todos os conceitos são instituídos pela forma de organização do Sistema. Aqui no Brasil, segundo Saviani (2009, p. 42 ), “o sistema não é um dado natural, mas é sempre um produto da ação humana”, de forma que essa ação possui uma intenção, exigindo uma articulação direta entre a teoria e a prática. Ao longo da história, observamos as influências sociais vividas, reproduzidas nos modelos atuais do sistema educacional de cada época, nem sempre existiram as salas de aulas que conhecemos. Tudo foi tomando forma durante a construção do modelo educacional. Hoje podemos definir: Quem é o sujeito a ser ensinado? Qual a formação necessária para educar? Qual o perfil desse educador? A construção de normativas que orientam tais ações e adequações, foram realizadas com debates e discussões a fim de promover uma educação de qualidade. Faremos um resgate da História Geral da Educação, passando pelos métodos de aprendizagens, escritos dos precursores que nos orientam em tais práticas desenvolvidas até os dias atuais. Na antiguidade, as maneiras de ensinar estavam subordinadas à toda hierarquia imposta na sociedade, de forma que, na Idade Média, a influência da expansão do “ensino do evangelho”, o ensino era direcionado às crianças abandonadas, pois a Igreja exercia o papel de acolher, ensinar, garantindo a sobrevivências as classes da época marginalizadas. Damos destaque para o ensino cristão e a profissionalização das pessoas em geral, que realizavam a função trabalhista, no caso o ensino de atividades manuais e artesanais da época (MALHEIROS; RAMAL, 2012). Em meados dos séculos XIV – XVIII, acompanhamos os avanços na formação docente, promovida pela ação dos Jesuítas com o uso Ratio Studiorum prática de ensino, aplicada para aprendizagem; utilizava de um procedimento pedagógico sistematizado com regras e atividades que interligam o estudo escolar, unificando a filosofia e a teologia. Assim, houve uma grande expansão das escolas Jesuíticas

Qual a relação entre aprendizagem casual e aprendizagem sistematizada?

A Base estabelece conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica. Orientada pelos princípios éticos, políticos e estéticos traçados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, a Base soma-se aos propósitos que direcionam a educação brasileira para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Dessa forma, quando estudamos a educação em seus aspectos políticos, sociais, econômicos e psicológicos e tentamos descrever ou explicar o fenômeno educativo, a pedagogia conta com o auxílio de outras áreas, como História, Fundamentos da Educação, Prática de Ensino e outras. Esses estudos acabam convergindo na prática pedagógica em si e, assim, essa área da educação consegue reunir em seu campo de conhecimento os objetivos e ações pedagógicas. Além disso, compreende que a educação propriamente dita não acontece apenas na instituição escolar. Ela ocorre também em diversas instituições e atividades humanas, como na família, no trabalho, nas Igrejas, nas organizações políticas, nos meios de comunicação de massa e outras. Mas toda essa área de atuação precisa estar focada em um objetivo. Chamaremos, então, esse objetivo de objeto de estudo. Dessa maneira, podemos compreender que o objeto de estudo dessa ciência é o ensino, em todos os seus processos e amplitudes. Sendo assim, Libâneo (2008, p. 16) salienta que a atividade principal do professor é sempre o ensino: “Essa tarefa consiste ainda em orientar, organizar e estimular a aprendizagem escolar dos alunos”. O que desejo que você compreenda é que a educação é formada de múltiplos aspectos, como a vida de todos nós, como as relações entre professores e alunos no trabalho docente. Esses aspectos estão carregados de significados sociais, que se constituem na dinâmica das relações humanas entre classes, grupos, entre adultos e crianças, jovens e idosos, homens e mulheres. Isso significa que são os seres humanos que, mediante suas diferentes relações com o mundo, dão significado às coisas, às ideias, às ideologias e opiniões. A compreensão desse fato é fundamental para organização e encaminhamento da prática educativa. Para Libâneo (2008, p. 22), Quem lida com a educação tendo em vista a formação humana dos indivíduos vivendo em contextos sociais determinados, é imprescindível que se desenvolva a capacidade de descobrir as relações sociais reais implicadas em cada acontecimento, em cada situação real da sua vida e da sua profissão, em cada matéria que ensina, como também nos discursos, nos meios de comunicação, nas relações cotidianas, na família e no trabalho. Mais uma vez, concordamos com nosso autor. E arrisco um pouco mais. Nossa capacidade de descobrir as relações reais implicadas nas diferentes instituições é desenvolvida sempre por meio da didática. Aliás, é exatamente esse o contexto de atuação de nossa disciplina: as relações humanas.

LEI DE DIRETRIZES E BASES A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira é a precursora das mudanças educacionais, promoveu uma reforma na Educação Nacional e influenciou as práticas escolares. Sua formulação durou alguns anos e a promulgação da lei se fez em 23 de dezembro de 1996, por essa razão a abreviação da LDB 9.394/96. A LDB foi dividida em nove títulos, cada um apresenta uma tratativa exclusiva sobre as legislações nacionais para a Educação. Em seu primeiro título temos a Educação que traz em seu primeiro artigo: A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais (BRASIL, 1996) Em seu segundo título, nomeado Dos Princípios e Fins da Educação Nacional, estabelece que a educação é dever da família e do Estado, e inspira os princípios de liberdade, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do aluno no preparo da formação cidadão. No terceiro, do Direito à Educação e do Dever de Educar, nomeia e declara a estrutura da Educação Básica – dividida em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Além de assegurar o direito do educando, mesmo que internado, em caso de processo de tratamento hospitalar, ou em cuidados domiciliares, o direito a receber conteúdos e atividades adaptadas a suas necessidades atuais. No quarto título temos Da Organização da Educação Nacional, que proporciona a visão geral das distribuições legais ao que compete União, Estados, Distrito Federal e aos municípios em regime de colaboração. No seu nono artigo, descreve a incumbência da União: I - elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; II - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais do sistema federal de ensino e o dos Territórios; III - prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supletiva (BRASIL, 1996). Já aos estados, em seus incisos, fala: I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino; II - definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos finance

Podemos refletir que nunca é tarde para desenvolver ou aprender, sempre temos a chance de conquistar nossos objetivos.

Na Base elas deram lugar a ações como “interpretar”, “classificar”, “comparar” e “resolver”. O novo texto deixa mais claro o propósito de levar o aluno a pensar a partir das informações recebidas, de analisá-las e de responder com uma postura ativa. A BNCC estabelece que, no Ensino Fundamental, a escola precisa preparar o estudante para entender como a Matemática é aplicada em diferentes situações, dentro e fora da escola. Na aula, o contexto pode ser puramente matemático, ou seja, não é necessário que a questão apresentada seja referente a um fato cotidiano. O importante é que os procedimentos sejam inseridos em uma rede de significados mais ampla, na qual o foco não seja o cálculo em si, mas as relações que ele permite estabelecer entre os diversos conhecimentos que o aluno já tem. A questão da pesquisa estruturada em etapas é algo que a BNCC dá ênfase, em especial no que diz respeito ao trabalho com procedimentos estatísticos. A Base deixa evidente a necessidade de se aprender estatística, simulando pesquisas e passando pelas etapas de investigação e coleta, organização e coleta de dados, até chegar a um resultado que precisará ser representado e comunicado ao público de interesse. Além disso, o texto considera que experimentar a pesquisa é essencial na formação do cidadão crítico, que lê e interpreta diariamente dados estatísticos nas mais diferentes mídias. A tecnologia é considerada um elemento importante em todas as áreas do conhecimento. E as tecnologias digitais, em especial, são situadas como importantes ferramentas na modelagem e resolução de problemas matemáticos. A principal mudança está no reconhecimento de que elas não são um elemento separado da Matemática. A Base reconhece que campos como a programação e a robótica estão cada vez mais presentes no convívio social e na vida profissional e, por isso, busca aproximá-los da disciplina. Dessa forma, a BNCC traz em ensino de Matemática, no que concerne ao planejamento e elaboração do currículo escolar, a observação de competências gerais dos estudantes, o desenvolvimento pelo professor de temas e conteúdos essenciais desse componente curricular, a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Ainda conforme a BNCC, é a observação desses elementos a serem assegurados durante a consecução de tarefas e atividades em sala de aula que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento.

Trata-se de uma percepção que entende a compreensão como um processo de aprendizagem, gerada pelo aluno a partir de seu engajamento em construir relações entre as várias ideias matemáticas contidas em um problema e a uma variedade de contextos. Desta forma, é preciso que o professor entenda que esta perspectiva de Resolução de Problemas “corresponde a um modo de organizar o ensino o qual envolve mais que aspectos puramente metodológicos, incluindo uma postura diferente frente ao que é ensinar e, consequentemente, do que significa aprender” (DINIZ, 2001, p. 89). Em outras palavras, tal ideia significa que o professor deve selecionar e/ou elaborar e propor os problemas matemáticos que aguçam o interesse dos alunos em querer resolvê-los.

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