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Pesquisadores da Universidade de Massachusetts, EUA, demonstraram que seria possível tratar a Síndrome de Down silenciando o cromossomo extra encon...

Pesquisadores da Universidade de Massachusetts, EUA, demonstraram que seria possível tratar a Síndrome de Down silenciando o cromossomo extra encontrado na pessoa com a doença. O princípio se baseia em aplicar o mecanismo natural que ocorre nas células somáticas das mulheres, em que um dos cromossomos fica inativado, formando o corpúsculo de Barr.
a) Qual cromossomo extra a pessoa com Síndrome de Down apresenta nas células anormais? Esse cromossomo é classificado como autossômico ou sexual?
b) Caso o hipotético mecanismo para o tratamento da síndrome tenha sucesso, com qual aspecto morfológico o cromossomo extra ficaria quando inativado? Por que esse mecanismo pode ser um tratamento ou uma forma de minimizar os sintomas da Síndrome de Down?

Essa pergunta também está no material:

Estudo Ativo Vol 4 - Ciências da Natureza-223-225
3 pág.

Enem Ifc Campus VideiraIfc Campus Videira

💡 1 Resposta

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a) A pessoa com Síndrome de Down apresenta um cromossomo extra no par 21, sendo classificado como autossômico. b) Quando inativado, o cromossomo extra formaria o corpúsculo de Barr, que é uma estrutura compacta e inativa. Esse mecanismo pode ser um tratamento ou uma forma de minimizar os sintomas da Síndrome de Down, pois a presença do cromossomo extra é a causa da síndrome, e sua inativação pode reduzir ou eliminar os sintomas associados. No entanto, é importante ressaltar que essa é uma pesquisa em estágio inicial e ainda não há um tratamento efetivo disponível.

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