Ed
ano passado
Para calcular o número de partículas em excesso em uma esfera eletrizada, você pode usar a seguinte fórmula: \[ n = \frac{Q}{e} \] onde: - \( n \) é o número de partículas em excesso, - \( Q \) é a carga total da esfera, - \( e \) é a carga elementar (1,6 x 10^-19 C). Dado que a carga da esfera é -3,2 µC, primeiro precisamos converter essa carga para coulombs: \[ -3,2 \, \mu C = -3,2 \times 10^{-6} \, C \] Agora, substituindo os valores na fórmula: \[ n = \frac{-3,2 \times 10^{-6} \, C}{1,6 \times 10^{-19} \, C} \] Calculando: \[ n = \frac{-3,2 \times 10^{-6}}{1,6 \times 10^{-19}} \] \[ n = -2 \times 10^{13} \] O número de partículas em excesso é aproximadamente \( 2 \times 10^{13} \) elétrons (considerando que a carga é negativa, indicando excesso de elétrons). Portanto, a resposta é que a esfera possui aproximadamente \( 2 \times 10^{13} \) partículas em excesso.
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Ed
há 2 anos
Para calcular o número de partículas em excesso na esfera eletrizada, podemos utilizar a fórmula: n = Q/e Onde: n = número de partículas em excesso Q = carga total da esfera e = carga elementar Substituindo os valores na fórmula, temos: n = -3,2.10^-6 C / (1,6.10^-19 C) n = -2.10^13 partículas Como o resultado é negativo, significa que a esfera está eletrizada com elétrons em excesso. Portanto, o número de elétrons em excesso na esfera é de 2.10^13.