Logo Passei Direto
Buscar

Redação

Outros
6. A redação escolar é um tipo de texto dissertativo-argumentativo. A estrutura mais comum, apontada nesse gênero escolar solicitado também em processos seletivos de concursos públicos, se organiza, tradicionalmente, em: introdução, desenvolvimento e conclusão. Contudo, a melhor alternativa que define a redação como um texto dissertativo-argumentativo, este conforme define Koch e Elias (2009), corresponde à opção:

a) Prescreve, através de orientações, um determinado funcionamento.
b) Descreve o objeto por meio da apresentação de suas qualidades.
c) Pretende descrever uma situação.
d) Visa ordenar uma ideologia de argumentos e contra-argumentos
e) Expõe uma temática de modo imparcial.
User badge image
Aprendendo Através de Exercícios

há 2 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Para identificar a alternativa que melhor define a redação dissertativo-argumentativa, precisamos entender as características desse tipo de texto. A redação dissertativa-argumentativa tem como objetivo apresentar uma tese, defendê-la com argumentos e, muitas vezes, considerar contra-argumentos. Analisando as opções: a) Prescreve, através de orientações, um determinado funcionamento. - Esta opção não se encaixa, pois não se trata de prescrever, mas de argumentar. b) Descreve o objeto por meio da apresentação de suas qualidades. - Esta opção é mais característica de um texto descritivo, não dissertativo-argumentativo. c) Pretende descrever uma situação. - Novamente, isso se refere a um texto descritivo, não a um texto argumentativo. d) Visa ordenar uma ideologia de argumentos e contra-argumentos. - Esta opção se alinha bem com a definição de um texto dissertativo-argumentativo, que envolve a apresentação de argumentos e a consideração de contra-argumentos. e) Expõe uma temática de modo imparcial. - Embora a imparcialidade possa ser um aspecto, a redação dissertativa-argumentativa não é apenas sobre expor, mas sim sobre argumentar. Portanto, a alternativa que melhor define a redação como um texto dissertativo-argumentativo é: d) Visa ordenar uma ideologia de argumentos e contra-argumentos.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
User badge image

Ed Verified user icon

há 2 anos

Para identificar a melhor alternativa que define a redação como um texto dissertativo-argumentativo, é importante considerar as características desse tipo de texto. Um texto dissertativo-argumentativo busca apresentar uma tese (posição do autor) e argumentos que a sustentem, além de possíveis contra-argumentos para refutação. Portanto, a melhor opção que define a redação como um texto dissertativo-argumentativo é aquela que menciona a ordenação de ideias e argumentos. Analisando as opções: a) Prescreve, através de orientações, um determinado funcionamento. - Não está relacionado à definição de texto dissertativo-argumentativo. b) Descreve o objeto por meio da apresentação de suas qualidades. - Não corresponde à definição desse tipo de texto. c) Pretende descrever uma situação. - Não aborda a característica de argumentação presente no texto dissertativo-argumentativo. d) Visa ordenar uma ideologia de argumentos e contra-argumentos - Esta opção destaca a ordenação de argumentos e contra-argumentos, o que é essencial em textos dissertativo-argumentativos. e) Expõe uma temática de modo imparcial. - Não reflete a natureza argumentativa desse tipo de texto. Portanto, a alternativa correta que define a redação como um texto dissertativo-argumentativo, conforme Koch e Elias (2009), é: d) Visa ordenar uma ideologia de argumentos e contra-argumentos.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Mais perguntas desse material

Apesar de a língua apresentar variedades linguísticas, existe uma tradição gramatical, baseada em parâmetros para a escrita ou para situações mais formais de fala, que é denominada Norma-padrão. A norma-padrão, portanto, é um “conjunto de regras, pautadas em autores consagrados, que impõe uma unidade à língua escrita.” (CEREJA; VIANNA; CODENHOTO, 2016, p. 53). Primeiramente, devemos levar em consideração que quando o estudante chega à escola, ele já é falante da língua materna e, certamente, se comunica bem em situações informais e familiares, desse modo, não é necessário que a escola o ensine a falar. O que ocorre, porém, é que como os contextos sociais são diversificados, esse estudante acessará outros modos de falar, que estão relacionados a questões culturais, geográficas e sociais. Diante dessa realidade, é função do professor promover o respeito às diversidades linguísticas, sem perder o foco no objeto de ensino, que é a comunicação eficiente, independente da realidade socio-cultural. Em outras palavras, conhecer e respeitar as variedades linguísticas é de grande importância.

Variedade padrão (língua culta formal) variedade linguística baseada no modo de falar e escrever dos grupos sociais de maior prestígio cultural, político e econômico; caracteriza-se pelo uso de estruturas frasais mais complexas, pelo vocabulário mais elaborado (mais sofisticado) e pela observância às regras da gramática normativa. Variedade não padrão (coloquial), variedade mais espontânea, empregada em situações informais do dia a dia e caracterizada pelo emprego de frases de estrutura simples, pela pouca (ou nenhuma) observância às regras da gramática normativa, pelo vocabulário mais comum e pela presença de frases feitas, expressões populares e gírias (AMARAL et al., 2013, p. 165).

Variedade padrão (língua culta formal) variedade linguística baseada no modo de falar e escrever dos grupos sociais de maior prestígio cultural, político e econômico; caracteriza-se pelo uso de estruturas frasais mais complexas, pelo vocabulário mais elaborado (mais sofisticado) e pela observância às regras da gramática normativa. Variedade não padrão (coloquial), variedade mais espontânea, empregada em situações informais do dia a dia e caracterizada pelo emprego de frases de estrutura simples, pela pouca (ou nenhuma) observância às regras da gramática normativa, pelo vocabulário mais comum e pela presença de frases feitas, expressões populares e gírias (AMARAL et al., 2013, p. 165).

Considerando a fala dos interlocutores, pode-se concluir que:

a) o uso de “excelência” denota desrespeito, pois o depoente não vê o deputado como autoridade.
b) o efeito humorístico é provocado pela passagem brusca da linguagem formal para a informal.
c) o uso da linguagem formal e da informal evidencia a classe social a que pertencem as personagens.
d) a linguagem empregada no texto serve apenas para compor as imagens do deputado e do depoente.
e) o pronome “seu” foi usado pelo depoente como sinal de respeito para com o parlamentar ilustre.

( ) Nessa situação do cartum, a professora poderia ter utilizado os conhecimentos linguísticos de que os alunos dispõem para abordar as diferenças que ocorrem na língua de acordo com as regiões, ou seja, explicar variação linguística geográfica.
a) V,V,V,V
b) V,F, F,V
c) F,F,F,F
d) F,V,V,F
e) V,V,F,F

Na teoria da comunicação, a depender da proposta ou intento do texto, é possível perceber o foco em um desses seis elementos, por exemplo, se o objetivo de determinado texto é divulgar um produto ou serviço, a ênfase será dada ao receptor do texto, possível consumidor do produto. Portanto, segundo os pressupostos dessa teoria, organizamos a linguagem de tal modo a atender nossa finalidade comunicativa.

a) Função emotiva ou expressiva.
b) Função conativa ou apelativa.
c) Função referencial ou denotativa.
d) Função poética.
e) Função metalinguística.
f) Função fática.

Apesar de a língua apresentar variedades linguísticas, existe uma tradição gramatical, baseada em parâmetros para a escrita ou para situações mais formais de fala, que é denominada Norma-padrão. A norma-padrão, portanto, é um “conjunto de regras, pautadas em autores consagrados, que impõe uma unidade à língua escrita.” (CEREJA; VIANNA; CODENHOTO, 2016, p. 53). Primeiramente, devemos levar em consideração que quando o estudante chega à escola, ele já é falante da língua materna e, certamente, se comunica bem em situações informais e familiares, desse modo, não é necessário que a escola o ensine a falar. O que ocorre, porém, é que como os contextos sociais são diversificados, esse estudante acessará outros modos de falar, que estão relacionados a questões culturais, geográficas e sociais. Diante dessa realidade, é função do professor promover o respeito às diversidades linguísticas, sem perder o foco no objeto de ensino, que é a comunicação eficiente, independente da realidade socio-cultural. Em outras palavras, conhecer e respeitar as variedades linguísticas é de grande importância.

Variedade padrão (língua culta formal) variedade linguística baseada no modo de falar e escrever dos grupos sociais de maior prestígio cultural, político e econômico; caracteriza-se pelo uso de estruturas frasais mais complexas, pelo vocabulário mais elaborado (mais sofisticado) e pela observância às regras da gramática normativa. Variedade não padrão (coloquial), variedade mais espontânea, empregada em situações informais do dia a dia e caracterizada pelo emprego de frases de estrutura simples, pela pouca (ou nenhuma) observância às regras da gramática normativa, pelo vocabulário mais comum e pela presença de frases feitas, expressões populares e gírias (AMARAL et al., 2013, p. 165).

Predomina no texto a função da linguagem:
a) fática, porque o autor procura testar o canal de comunicação.
b) metalinguística, porque há explicação do significado das expressões.
c) conativa, uma vez que o leitor é provocado a participar de uma ação.
d) referencial, já que são apresentadas informações sobre acontecimentos e fatos reais.
e) poética, pois chama-se a atenção para a elaboração especial e artística da estrutura do texto.

Mais conteúdos dessa disciplina