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Ladainha é uma falação longa e cansativa, que se prolonga tratando sempre do mesmo assunto. No poema acima, o conceito de ladainha é ratificado porque
A trata do assunto da descoberta do Brasil.
B exalta a terra descoberta.
C ironiza o processo de colonização.
D reitera as formas como a terra descoberta era chamada.
E manifesta uma crítica acerca da agressividade do europeu com o índio.
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há 2 anos

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos analisar as alternativas em relação ao conceito de "ladainha", que é uma falação longa e cansativa, focada em um único assunto. Vamos analisar cada alternativa: A) Trata do assunto da descoberta do Brasil. - Essa opção pode ser verdadeira, mas não necessariamente ratifica o conceito de ladainha, pois não indica que o assunto é tratado de forma cansativa ou repetitiva. B) Exalta a terra descoberta. - Embora possa ser uma abordagem, não se relaciona diretamente com a ideia de uma falação longa e cansativa. C) Ironiza o processo de colonização. - A ironia pode ser uma forma de crítica, mas não se encaixa na definição de ladainha como uma repetição cansativa. D) Reitera as formas como a terra descoberta era chamada. - Essa opção sugere uma repetição de termos, o que se alinha bem com a ideia de ladainha, já que implica em uma falação prolongada sobre o mesmo assunto. E) Manifesta uma crítica acerca da agressividade do europeu com o índio. - Embora possa ser uma crítica válida, não se relaciona diretamente com a ideia de uma falação longa e repetitiva. Diante dessa análise, a alternativa que melhor ratifica o conceito de ladainha, por sugerir uma repetição cansativa, é: D) reitera as formas como a terra descoberta era chamada.

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há 2 anos

Para responder a essa pergunta, é necessário analisar o conceito de ladainha apresentado no texto e relacioná-lo com o conteúdo do poema mencionado. O conceito de ladainha é descrito como uma falação longa e cansativa, que se prolonga tratando sempre do mesmo assunto. Portanto, no poema em questão, a ladainha seria caracterizada por repetir constantemente um tema específico, sem trazer novidades ou variações. Analisando as opções apresentadas: A trata do assunto da descoberta do Brasil. B exalta a terra descoberta. C ironiza o processo de colonização. D reitera as formas como a terra descoberta era chamada. E manifesta uma crítica acerca da agressividade do europeu com o índio. Considerando o conceito de ladainha como repetição constante do mesmo assunto, a opção que melhor se encaixa é a letra D, que menciona a reiteração das formas como a terra descoberta era chamada. Isso sugere uma repetição constante de termos ou conceitos relacionados à terra descoberta, caracterizando assim uma ladainha.

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O revenge tourism – ou turismo de vingança – tornou-se um dos mais recentes e controversos tipos de turismo. Com base no texto anterior, o turismo de vingança

A não guarda nenhuma relação com o vírus da covid.
B irá ultrapassar muito as estatísticas do ano de 2019.
C consiste na retomada das viagens após o lockdown.
D diverge totalmente do conceito de demanda reprimida.
E tem sido bastante impulsionado pela guerra na Ucrânia.

Engenheiros ingleses desenvolveram robôs em miniatura para fazer o monitoramento da rede de tubulações. De acordo com texto, os pipebots

A enfrentam certa resistência das empresas de abastecimento.
B são os primeiros robôs utilizados para monitorar a tubulação.
C estão em plena atividade por todo o território do Reino Unido.
D irão patrulhar a tubulação, gerando atualizações constantes.
E evitaram, até agora, a perda de três bilhões de litros de água.

Com base na imagem acima, o propósito do texto é

A alertar para a qualidade dos alimentos que são consumidos.
B incentivar o consumo de alimentos ecologicamente corretos.
C convidar o leitor a adotar hábitos alimentares mais saudáveis.
D promover uma conscientização sobre o desperdício de comida.
E demonstrar o risco da ingestão de gordura para a saúde humana.

Com base no poema acima, o eu lírico

A revela um otimismo inabalável na capacidade de o ser humano mudar o mundo.
B argumenta que a violência é a única ferramenta de transformação da sociedade.
C acredita que não há nada que se possa fazer para melhorar a condição humana.
D identifica, com
E

A reportagem dessa revista mostra um comentário sobre a capacidade do homem em fazer descobertas no planeta, e que pode ser resumido no vocábulo desnieblado, referindo-se ao(a)
A escassez de descobertas feitas pelo homem.
B capacidade de o homem desvendar mistérios.
C difícil acesso de descobertas humanas.
D excesso de cientistas e pesquisadores na história.
E falta de reconhecimento pelos historiadores.
A escassez de descobertas feitas pelo homem.
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O texto mostra a existência de um grupo chamado La Población Callejera. Sua problemática é resumida pelo vocábulo callejeros, referindo-se
A um grupo de pessoas que vive nas ruas.
B à falta de crianças nas ruas.
C ao fácil acesso dos meninos em empresas.
D ao excesso de desempregados em casas.
E à falta de oportunidades para jovens em faculdades.
A um grupo de pessoas que vive nas ruas.
B à falta de crianças nas ruas.
C ao fácil acesso dos meninos em empresas.
D ao excesso de desempregados em casas.
E à falta de oportunidades para jovens em faculdades.

A propaganda é utilizada pelas empresas para aumentar a venda dos produtos. Seu papel é fazer com que algo que está sendo anunciado torne-se mais desejado, mesmo que não indispensável. Utilizando o conteúdo verbal e não verbal acima, é correto afirmar que esta publicidade
A pretende destacar a importância que se tem de uma vida dentro da sua zona de conforto.
B tenciona situar frases de forte impacto para combater doenças urbanas atualmente.
C permite mostrar que não se perde tempo quando alguém se esforça a atingir os sonhos.
D procura desvendar o mistério de como conseguir levar uma vida altamente saudável.
E almeja estampar o quanto as pessoas se preocupam mais com sua saúde do que antes.
A pretende destacar a importância que se tem de uma vida dentro da sua zona de conforto.
B tenciona situar frases de forte impacto para combater doenças urbanas atualmente.
C permite mostrar que não se perde tempo quando alguém se esforça a atingir os sonhos.
D procura desvendar o mistério de como conseguir levar uma vida altamente saudável.
E almeja estampar o quanto as pessoas se preocupam mais com sua saúde do que antes.

Do ponto de vista da variação linguística, os textos I e II apresentam, respectivamente, certa identidade, uma vez que ambos expõem marcas de variantes linguísticas típicas do registro

A formal e erudita.
B informal e culta.
C formal e popular.
D informal e arcaica.
E informal e coloquial.

No trecho “– Me lembro que botei o crânio em cima da pilha, me lembro que até calcei ele com as omoplatas para não rolar.”, há construções em desacordo com a norma-padrão no que diz respeito à

A regência nominal e à variação linguística.
B colocação pronominal e à regência verbal.
C variação linguística e à concordância nominal.
D concordância verbal e à formalidade linguística.
E acentuação e à concordância verbal.

Iza o uso da antítese, do paradoxo e do hipérbato para construir uma poesia lírica filosófica, a qual retrata as ambiguidades do ser humano. E mostra sua impaciência em relação à insatisfação do ser humano, o qual sempre encontra um motivo para reprovar o semelhante.

A retrata a reação harmoniosa entre colonizadores e índios, uma vez que os dois povos tiram proveito dessa aproximação.
B apresenta ambiguidade, pois a linguagem corporal dos índios pode indicar curiosidade e medo.
C configura os maus-tratos que os aborígenes sofreram devido ao desrespeito das suas crenças e dos seus hábitos.
D demonstra comportamentos luxuriosos dos índios pelo fato de andarem nus.
E denuncia o massacre sofrido pelos índios, os quais, por não aceitarem as imposições do colonizador, foram mortos.

Paranoia ou mistificação? Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que veem normalmente as coisas e em consequência disso fazem arte pura, guardando os eternos rirmos da vida, e adotados para a concretização das emoções estéticas, os processos clássicos dos grandes mestres. Quem trilha por esta senda, se tem gênio, é Praxíteles na Grécia, é Rafael na Itália, é Rembrandt na Holanda, é Rubens na Flandres, é Reynolds na Inglaterra, é Leubach na Alemanha, é Iorn na Suécia, é Rodin na França, é Zuloaga na Espanha. Se tem apenas talento vai engrossar a plêiade de satélites que gravitam em torno daqueles sóis imorredouros. A outra espécie é formada pelos que veem anormalmente a natureza, e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. São produtos de cansaço e do sadismo de todos os períodos de decadência: são frutos de fins de estação, bichados ao nascedouro. Estrelas cadentes, brilham um instante, as mais das vezes com a luz de escândalo, e somem-se logo nas trevas do esquecimento. Monteiro Lobato. Este artigo foi publicado no jornal O Estado de S. Paulo, em 20 de dezembro de 1917, com o título “A propósito da exposição Malfatti” (fragmento). Em relação à concepção de arte exposta por Monteiro Lobato, pode-se constatar que ela
A pondera o equilíbrio entre as antigas concepções artísticas e as vanguardas europeias.
B critica a constante tentativa de imitação de grandes personalidades da arte, como Rodin, pelos novos artistas.
C classifica os movimentos artísticos modernos de maneira positiva, comparando-os às novas descobertas da psicanálise.
D reforça a importância da descontinuidade dos padrões clássicos de arte, como a proporcionalidade e a simetria.
E encontra justificativa em concepções tradicionais e preconceituosas sobre o conceito de arte, desconsiderando a possibilidade de mudanças históricas de determinados conceitos, como o de estética.

A fala descrita anteriormente é de Tarisson Nawa, um estudante indígena do Acre, de 21 anos. Considerando a crítica que ele faz e o período da chegada do colonizador ao Brasil, é possível perceber que Nawa
A cita hábitos indígenas descritos em A Carta de Pero Vaz de Caminha a fim de defender a manutenção desses hábitos para preservar a identidade do nativo.
B estabelece a diferença entre o índio do período colonial e o índio da sociedade contemporânea, exaltando este em detrimento daquele.
C tem lugar de fala, pois, como é um cidadão nativo, o argumento que ele utiliza é inquestionável e impede o levantamento de qualquer outro ponto de vista interpretativo e consensual.
D sente-se homenageado com as manifestações infantis que remetem ao índio que vivia no Brasil no período das Grandes Navegações.
E cita hábitos que definem o índio do século XVI, levantando uma reflexão acerca das mudanças pelas quais a comunidade indígena passou em cinco séculos.

De acordo com a matéria da Revista Língua Portuguesa, as redes sociais
A são as responsáveis pelo aumento de cinquenta por cento do número de leitores na última década.
B disponibilizaram novas práticas de alfabetização e letramento, maximizando o papel da internet no cotidiano.
C modificaram os conteúdos científicos e alteraram, de maneira significativa, o papel do educador na sala de aula.
D banalizaram a escrita e impediram a disseminação de textos elaborados na internet.
E democratizaram a informação, ampliaram as possibilidades de leitura e minimizaram a disseminação da escrita.

Quando produzimos um texto argumentativo, visamos persuadir o nosso ouvinte ou leitor, que é o nosso interlocutor, sobre um determinado assunto, uma ideia ou uma opinião. Não necessariamente precisamos fazê-lo pensar como nós, mas precisamos estabelecer argumentos convincentes para que mostremos ao nosso interlocutor que há uma coerência naquilo que pensamos. No texto acima, o autor, para fundamentar seu ponto de vista, fez uso, principalmente, de argumento(s)
A de autoridade.
B baseado na competência motora.
C por comprovação.
D com base em raciocínio lógico.
E por citação.

Sobre a tipologia da arte e a proposta estética dos dois objetos, pode-se inferir que
A ambos representam o artesanato artístico e servem estritamente para apreciação estética.
B o objeto I é artesanato artístico, e o objeto II é uma escultura de caráter mais histórico que estético.
C o objeto II é artesanato artístico, e o objeto I, artesanato funcional de caráter estético.
D ambos representam o artesanato artístico com diferença na utilização diferente de estilo e técnica.
E os objetos I e II são esculturas de barro e argila, uma retratando o cotidiano, a outra, a história do Brasil.
A
B
C
D
E

Os quadrinhos apresentados abordam uma temática relevante para a sociedade, utilizando a linguagem coloquial. Analisando as informações verbais e não verbais utilizadas na construção da tirinha, podemos inferir, adequadamente, que o humor decorre
A do contraste entre as ações politicamente corretas realizadas pelas personagens e suas falas preconceituosas.
B da coerência entre o posicionamento das personagens, que acreditam na inutilidade de ações ambientalmente corretas.
C da representação de ações consideradas fisicamente saudáveis realizadas no discurso das personagens, mas não postas em prática.
D da oposição existente entre as falas das personagens, que compreendem, de formas diferentes, o conceito de consumo sustentável.
E da incoerência existente entre o discurso de proteção ambiental das personagens e a concretização das ações representadas nos quadrinhos.
A
B
C
D
E

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