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A condição mais perigosa e com risco iminente de morte fetal é: a vasa prévia, evidenciada no período intraparto. a rotura uterina, evidenciada no período intraparto. a amniorrexe precoce, evidenciada pelo rompimento da bolsa amniótica. a rotura uterina, evidenciada no período pré-parto. a vasa prévia, evidenciada por USG transvaginal.
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Hugo Henrique

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

A condição mais perigosa e com risco iminente de morte fetal é a vasa prévia, especialmente quando evidenciada no período intraparto. Isso ocorre porque os vasos sanguíneos que estão localizados sobre a membrana amniótica podem se romper durante o trabalho de parto, levando a uma hemorragia fetal rápida e potencialmente fatal.

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Assinale a alternativa correta a respeito da classificação das Síndromes Hipertensivas na Gestação. A hipertensão arterial crônica não pode ser apresentada com pré-eclâmpsia sobreposta. A gestante pode ser portadora de hipertensão arterial crônica e ter menor chance de desenvolver pré-eclâmpsia. Neste caso, é preciso acompanhar a pressão arterial e rastrear a proteinúria e a lesão de órgão-alvo, que pode ser um agravante. A hipertensão arterial crônica sobreposta à pré-eclâmpsia é menos propensa em gestantes com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica há mais de quatro anos. A hipertensão gestacional é desenvolvida no período gestacional, sempre com proteinúria. Neste caso, deve-se monitorar a gestante, mantendo níveis desejáveis da pressão arterial, e encaminhar ao médico obstetra para tratamento medicamentoso. A pré-eclâmpsia pode ser classificada entre leve e grave e pode trazer sintomas da Síndrome HELLP.

A placenta prévia se caracteriza como a inserção da placenta nas proporções inferiores uterina. Neste sentido, pode ser classificada como:
marginalizada, parcial, baixa e total.
marginalizada, completa, proximal e baixa.
marginalizada, parcial, baixa e proximal.
marginalizada, parcial, baixa e central.
marginalizada, completa, parcial e baixa.

A prematuridade é um:
parto a termo realizado antes das 38 semanas, com neonato baixo peso e maturidade sistêmica.
parto a termo realizado antes das 37 semanas, com neonato baixo peso (500g) considerados inviáveis e com imaturidade sistêmica.
parto pré-termo realizado antes das 37 semanas, com neonato baixo peso e maturidade sistêmica.
parto pré-termo realizado antes das 37 semanas, com neonato baixo peso (500g) considerados inviáveis e com imaturidade sistêmica.
parto pré-termo realizado antes das 38 semanas, com neonato baixo peso (500g) considerados inviáveis e com imaturidade sistêmica.

O abortamento é uma condição que atinge de 10% a 15% das gestantes. Sobre isso, são classificados como espontâneo:
o abortamento completo, incompleto, inevitável, infectado, habitual, retido e Incompetência Istmo-cervical.
o abortamento completo, incompleto, inevitável, infectado, habitual, retido e Insuficiência Istmo-cervical.
o abortamento completo, incompleto, inevitável, infectado, habitual e retido.
o abortamento completo, incompleto, habitual, inevitável e ameaça de abortamento.
o abortamento completo, incompleto, inevitável, infectado e habitual.

O abortamento inevitável, após 8 semanas, tem como característica principal o fato de: não apresentar dor tipo cólica e sangramento. apresentar dor e sangramento mais intenso e de aspecto vermelho vivo. apresentar dor e sangramento mais intensos. não apresentar nenhum tipo de dor, nem sangramento intenso, mas parecer com uma menstruação. não apresentar nada específico, exceto ser inevitável.

São causas de hemorragias no segundo e no terceiro trimestre da gestação: a placenta prévia, o descolamento prematuro de placenta, a amniorrexe precoce e a vasa prévia. a placenta prévia, o descolamento prematuro de placenta, a rotura uterina e a vasa prévia. a placenta prévia, o descolamento prematuro de placenta e a rotura uterina. a placenta prévia, o descolamento prematuro de placenta e a vasa prévia. a placenta prévia, a gestação ectópica, a rotura uterina e a vasa prévia.

No abortamento retido é primordial que a gestante realize a ultrassonografia transvaginal para diagnóstico. Neste sentido, o orifício cervical interno:
permanece fechado e pode acontecer quando a gestação é anembrionaria. Neste caso, a retirada do saco gestacional é feita de forma medicamentosa ou por meio do AMIU.
permanece aberto e pode acontecer quando a gestação é anembrionaria. Neste caso, a retirada do saco gestacional é feita de forma medicamentosa ou por meio do AMIU.
permanece aberto e pode acontecer quando a gestação é anembrionaria e quando o embrião cessa sua vitalidade intraútero. Neste caso, a retirada do concepto é feita de forma medicamentosa ou por meio do AMIU.
permanece aberto e pode acontecer quando o embrião perde a sua vitalidade e não apresenta sinais de sangramento. Neste caso, o diagnóstico é feito com USG e a retirada do saco gestacional, de forma medicamentosa ou por meio do AMIU.
permanece fechado e pode acontecer quando a gestação é anembrionaria e o embrião cessa sua vitalidade intraútero. Neste caso, a retirada do concepto é feita de forma medicamentosa ou por meio do AMIU.

A respeito do diabetes gestacional, assinale a alternativa correta. É diagnosticado nas primeiras 10 semanas de gestação. Durante o pré-natal deve-se orientar a mulher quanto à reeducação alimentar e à importância de manter um peso estável durante a gestação, sem graus de sobrepeso ou obesidade. O tratamento é estritamente medicamentoso, com hipoglicemiantes orais ou insulina. É diagnosticado após a 18ª semana de gestação. Durante o pré-natal deve-se orientar a mulher quanto à reeducação alimentar e à importância de manter um baixo peso durante a gestação, pois sobrepeso e obesidade complicam e aumentam o risco de morbimortalidade materno fetal.

É um sintoma da rotura uterina que traz risco materno fetal: a parede abdominal com contorno anormal. ao toque vaginal que evidencia a subida de apresentação. o choque hipovolêmico. a paralisia cerebral. a hematúria.

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