Ed
há 2 anos
Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a correta em relação aos princípios orçamentários: a) O princípio orçamentário da indivisibilidade afirma que o orçamento deve ser uno, ou seja, deve existir apenas um orçamento para um exercício financeiro. - Esta definição não é precisa, pois o princípio da indivisibilidade se refere à impossibilidade de fracionar a execução orçamentária. b) O princípio da globalidade preceitua que a Lei Orçamentária deve incorporar todas as receitas e despesas; ou seja, nenhuma instituição pública poderá deixar de elaborar o orçamento, bem como poderá deixar de fora suas receitas e despesas. - Esta definição está correta, pois o princípio da globalidade realmente exige que todas as receitas e despesas sejam incluídas. c) O princípio da anualidade ou periodicidade assevera que o orçamento público (estimativas da receita e fixação da despesa) deve ser elaborado por um período determinado de tempo (geralmente um ano), podendo este coincidir ou não com o ano civil. - Esta definição também está correta, pois o orçamento deve ser elaborado para um período específico. d) O princípio da especificidade estabelece que o orçamento deve conter apenas matéria orçamentária, não incluindo em seu projeto de lei assuntos estranhos; ou seja, não deverão fazer parte do orçamento matérias estranhas à previsão de receitas e à fixação de despesas. - Esta definição é correta, pois o princípio da especificidade realmente se refere à exclusão de matérias estranhas. e) O princípio da legitimidade pauta-se na própria legalidade geral, segundo a qual cabe ao Poder Público executar somente aquilo que a lei expressamente autorizar; ou seja, a administração pública subordina-se diretamente aos ditames legais. - Esta definição também está correta, pois o princípio da legitimidade se baseia na legalidade. Dentre as alternativas, a que melhor resume um princípio orçamentário fundamental é a b), que fala sobre a globalidade do orçamento. Portanto, a alternativa correta é: b) O princípio da globalidade preceitua que a Lei Orçamentária deve incorporar todas as receitas e despesas; ou seja, nenhuma instituição pública poderá deixar de elaborar o orçamento, bem como poderá deixar de fora suas receitas e despesas.
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