Ed
há 2 anos
Para identificar a alternativa que não faz parte dos princípios elencados na publicação do CFP sobre a atuação do psicólogo no CRAS, vamos analisar cada uma das opções: A. Atuar em consonância com as diretrizes e objetivos da PNAS e da Proteção Social Básica (PSB), cooperando para a efetivação das políticas públicas de desenvolvimento social e para a construção de sujeitos cidadãos. - Este princípio está alinhado com a atuação do psicólogo em contextos sociais. B. Atuar nos settings convencionais, espaços adequados e preparados especificamente para o desenvolvimento das ações nas instalações do CRAS. - Essa opção parece limitar a atuação do psicólogo a espaços convencionais, o que não é uma diretriz comum na prática da Psicologia Social, que valoriza a flexibilidade e a adaptação ao contexto. C. Atuar a partir do diálogo entre o saber popular e o saber científico da Psicologia, valorizando as expectativas, experiências e conhecimentos na proposição de ações. - Este princípio é relevante e está em consonância com a prática da Psicologia Social. D. Atuar para identificar e potencializar os recursos psicossociais, tanto individuais quanto coletivos, realizando intervenções nos âmbitos individual, familiar, grupal e comunitário. - Este é um princípio fundamental na atuação do psicólogo social. E. Atuar de modo integrado à perspectiva interdisciplinar, em especial nas interfaces entre a psicologia e o serviço social, buscando a interação de saberes e a complementação das ações, com vistas à maior resolutividade dos serviços oferecidos. - Este princípio também é pertinente e valorizado na prática. Diante dessa análise, a alternativa que não se alinha com os princípios da atuação do psicólogo no CRAS é: B. Atuar nos settings convencionais, espaços adequados e preparados especificamente para o desenvolvimento das ações nas instalações do CRAS.
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