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Sobre a Filoso�a do Materialismo Histórico e Dialético, é a�rmar:

Para Marx, a religião não é obra de uma humanidade oprimida que deve buscar consolo na imaginação da fé, mas justamente uma invenção burguesa de enganadores que buscam manipular os meios de produção.
Marx considerava que a superestrutura ideológica é plenamente independente da estrutura econômica, uma vez que o material é superior ao ideal e, dele, rejeita a natureza.
No seio da doutrina marxista existe uma concessão metafísica e idealista na perspectiva da ditadura do proletariado, uma vez que as contradições antitéticas são construções ideais que poderiam produzir o sistema comunista.
A alienação do trabalho, em Marx, é externa ao operário, ou seja, não pertence a seu ser. O trabalhador em estado de alienação se nega, e insatisfeito, e infeliz, não desenvolve livre energia física e espiritual, mas desgasta-se e perde sua humanidade, objeti�cando-se.
Para Marx, a alienação é especulativa e independe dos processos históricos, pois a superestrutura que rege o ideológico, motricidade da alienação, possui elementos culturais superiores aos elementos econômicos em sua constituição.
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ReflexoesFilosoficas

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

A afirmação sobre a Filosofia do Materialismo Histórico e Dialético de Marx apresenta algumas imprecisões. Vamos analisar: 1. Religião: Para Marx, a religião é, sim, uma forma de consolo para a humanidade oprimida, mas não é apenas uma invenção burguesa. Ele a vê como um reflexo das condições sociais e econômicas. 2. Superestrutura e estrutura: Marx argumenta que a superestrutura ideológica (cultura, religião, etc.) é influenciada pela estrutura econômica, e não independente dela. O material é considerado fundamental para entender a sociedade. 3. Ditadura do proletariado: A ideia de ditadura do proletariado não é uma concessão metafísica, mas uma etapa necessária na transição para o comunismo, segundo Marx. 4. Alienação do trabalho: A alienação é uma condição real do trabalhador no sistema capitalista, onde ele se sente desconectado do produto de seu trabalho. Essa alienação é histórica e social, não meramente especulativa. 5. Superestrutura e elementos culturais: Marx enfatiza que a superestrutura é moldada pela base econômica, e não que os elementos culturais sejam superiores aos econômicos. Portanto, a análise deve considerar que a visão de Marx é mais complexa e interconectada do que as afirmações apresentadas.

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A partir dessa reflexão, assinale a afirmativa que explica adequadamente o argumento do autor sobre essa afirmação:

O autor compreende a filosofia como algo que se encontra entre a fé e a razão, considerando que todo conhecimento definido pertence à ciência; todo dogma referente ao que está além do conhecimento definido pertence à fé. Entre ambas, no entanto, existe a filosofia que dialoga somente com o conhecimento estabelecido e nega a fé como explicação da existência humana e do conhecimento.
O autor compreende a filosofia como uma forma de conhecimento, dentre tantos outros possíveis, contudo, dada sua sistematização, seus métodos e seu objeto específicos, impõe-se sobre a teologia, que tem por base simplesmente a doutrina e os dogmas religiosos.
O autor compreende a filosofia como algo que se encontra entre a teologia e a ciência, considerando que todo conhecimento definido pertence à ciência; todo dogma referente ao que está além do conhecimento definido pertence à teologia. Entre ambas, no entanto, existe uma terra de ninguém, uma terra exposta a ataques de ambos os lados. Essa terra de ninguém é a filosofia.
O autor compreende a filosofia como uma ciência de fundamento histórico crítico que estabelece os limites entre a ciência e a teologia.
O autor compreende a filosofia como algo que se encontra entre o senso comum e a ciência, considerando que todo conhecimento definido pertence à ciência e todo dogma referente ao que está além do conhecimento definido pertence ao senso comum. Entre essas formas de conhecimento, existe uma terra exposta a ataques de ambos os lados que o autor reconhece como sendo a própria filosofia.

A partir dessa reflexão, assinale a afirmativa que explica adequadamente o argumento do autor sobre essa afirmação:

O autor compreende a filosofia como algo que se encontra entre a fé e a razão, considerando que todo conhecimento definido pertence à ciência; todo dogma referente ao que está além do conhecimento definido pertence à fé. Entre ambas, no entanto, existe a filosofia que dialoga somente com o conhecimento estabelecido e nega a fé como explicação da existência humana e do conhecimento.
O autor compreende a filosofia como uma forma de conhecimento, dentre tantos outros possíveis, contudo, dada sua sistematização, seus métodos e seu objeto específicos, impõe-se sobre a teologia, que tem por base simplesmente a doutrina e os dogmas religiosos.
O autor compreende a filosofia como algo que se encontra entre a teologia e a ciência, considerando que todo conhecimento definido pertence à ciência; todo dogma referente ao que está além do conhecimento definido pertence à teologia. Entre ambas, no entanto, existe uma terra de ninguém, uma terra exposta a ataques de ambos os lados. Essa terra de ninguém é a filosofia.
O autor compreende a filosofia como uma ciência de fundamento histórico crítico que estabelece os limites entre a ciência e a teologia.
O autor compreende a filosofia como algo que se encontra entre o senso comum e a ciência, considerando que todo conhecimento definido pertence à ciência e todo dogma referente ao que está além do conhecimento definido pertence ao senso comum. Entre essas formas de conhecimento, existe uma terra exposta a ataques de ambos os lados que o autor reconhece como sendo a própria filosofia.

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