Ed
há 2 anos
Para determinar qual fator poderia comprometer a eficácia da imunoterapia, vamos analisar cada alternativa: A) A quantidade de exercício físico praticada pelo paciente. - Embora o exercício possa influenciar a saúde geral, não é um fator determinante específico para a eficácia da imunoterapia. B) A existência prévia de linfócitos T no organismo do paciente. - A presença de linfócitos T pode ser benéfica, pois eles são parte do sistema imunológico, mas não necessariamente compromete a eficácia da imunoterapia. C) Replicação in vivo dos linfócitos T geneticamente modificados. - A replicação é crucial para a eficácia da imunoterapia, pois linfócitos T modificados precisam se multiplicar para combater o câncer. D) Presença de doenças cardiovasculares no histórico familiar do indivíduo. - Embora doenças cardiovasculares possam afetar a saúde geral, não são um fator direto que comprometa a eficácia da imunoterapia. E) Mutação nos genes que codificam o antígeno presente na superfície do linfócito B. - Essa mutação pode comprometer a eficácia da imunoterapia, pois altera a forma como o sistema imunológico reconhece e ataca as células. Analisando as opções, a alternativa que mais diretamente comprometeria a eficácia da imunoterapia é: E) mutação nos genes que codificam o antígeno presente na superfície do linfócito B.
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