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A jovem advogada Violetta, em razão da sua grande produção de conteúdo profissional nas redes sociais, foi convidada por um grande escritório de advocacia a integrar o corpo de profissionais na condição de advogada empregada. Violetta, embora muito feliz e tentada a aceitar a proposta de emprego, fica em dúvidas quanto ao tratamento que lhe será dispensado em razão da proposta ser para aceitar a confecção de um vínculo empregatício. De acordo com o Estatuto da Advocacia, é correto afirmar que a advogada Violetta:

A) Poderá, desde que de forma eventual, ser impelida a prestar auxílio profissional a questões de interesse pessoal do seu patrão no escritório.
B) O salário a ser recebido por Violetta deve ser definido entre ela e seu empregador, de modo que o Estatuto da OAB nada fala sobre limites mínimos e máximos para a definição do salário dos advogados empregados.
C) Os honorários sucumbenciais recebidos por Violetta deverão ser partilhados com a sua sociedade de advogados, na forma que for estabelecida entre as partes.
D) Por se tratar de um vínculo empregatício, em que a subordinação é uma condição essencial, a advogada Violetta terá sua independência profissional mitigada.
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há 2 anos

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há 2 anos

Vamos analisar cada uma das alternativas em relação ao Estatuto da Advocacia: A) Poderá, desde que de forma eventual, ser impelida a prestar auxílio profissional a questões de interesse pessoal do seu patrão no escritório. - Essa alternativa não está correta, pois a advogada deve manter a ética profissional e não deve prestar serviços pessoais ao patrão. B) O salário a ser recebido por Violetta deve ser definido entre ela e seu empregador, de modo que o Estatuto da OAB nada fala sobre limites mínimos e máximos para a definição do salário dos advogados empregados. - Essa alternativa é verdadeira, pois o Estatuto não estabelece limites salariais, permitindo que as partes negociem. C) Os honorários sucumbenciais recebidos por Violetta deverão ser partilhados com a sua sociedade de advogados, na forma que for estabelecida entre as partes. - Essa alternativa não é correta, pois os honorários sucumbenciais pertencem ao advogado que atuou no processo, salvo acordo em contrário. D) Por se tratar de um vínculo empregatício, em que a subordinação é uma condição essencial, a advogada Violetta terá sua independência profissional mitigada. - Essa alternativa é verdadeira, pois a subordinação no vínculo empregatício pode, de fato, impactar a independência profissional do advogado. Analisando as alternativas, a correta é a B, pois reflete a liberdade de negociação salarial entre a advogada e o empregador, conforme o que é estabelecido no Estatuto da OAB.

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É proibido que um advogado integre, perante o território do mesmo Conselho Seccional, mais de uma sociedade de advogados, bem como é proibido que integre duas Sociedades Unipessoais de Advocacia ou integre uma sociedade de advogados em paralelo a uma Sociedade Unipessoal de Advocacia. Mas isso não impede que o advogado, com o objetivo de expandir sua atuação profissional, decida criar filiais de sua sociedade perante outros Conselhos Seccionais espalhados no Brasil. Acerca do tratamento dispensado pelo Estatuto da OAB ao tema, assinale a afirmativa correta.

A) Para que uma filial seja criada é preciso que o ato de constituição seja averbado no Conselho Seccional onde será instalada, ficando os sócios, inclusive o titular da sociedade unipessoal de advocacia, obrigados à inscrição suplementar.
B) Para que uma filial seja criada é preciso que o ato de constituição seja averbado no registro da sociedade e arquivado Conselho Seccional onde se instalar, ficando apenas os sócios que irão atuar perante a filial, inclusive o titular da sociedade unipessoal de advocacia, obrigados à inscrição suplementar.
C) Para que uma filial seja criada basta que o ato de constituição seja arquivado no registro da sociedade, ficando os sócios, inclusive o titular da sociedade unipessoal de advocacia, obrigados à inscrição principal.
D) Para que uma filial seja criada é preciso que o ato de constituição seja averbado no registro da sociedade e arquivado Conselho Seccional onde se instalar, ficando os sócios, inclusive o titular da sociedade unipessoal, obrigados à inscrição suplementar.

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