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e IV. 13. Uma de idade, internada da e Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional (EMTN) está acompanhando uma paciente de 52 anos nutricionista apresentando náuseas com diagnóstico de neoplasia de esôfago. No pós-operatório de esofagectomia, a paciente vem anastomose. Por e vômitos recorrentes, além de ter sido identificada uma fístula de alto débito no local da com desnutrição meio dos métodos subjetivos e objetivos de avaliação do estado nutricional, a paciente foi diagnosticada adotada pela EMTN grave. na fase Com atual base da no paciente. caso apresentado, assinale a opção correta quanto à conduta dietoterápica a ser A Nutrição parenteral periférica em razão da impossibilidade de utilização do trato gastrointestinal. B Nutrição enteral via gastrostomia, já que a previsão de permanência da nutrição enteral será por um período de tempo inferior a 15 dias. C Nutrição enteral via cateter nasoentérico para evitar broncoaspiração. D Nutrição parenteral central em razão da presença de fístula de alto débito. E Nutrição enteral via ileostomia para facilitar a cicatrização da fístula. Campus: Prova Impressa em 31/10/2024 por POLO NOVA IGUAÇU RJ PRISCILA RODRIGUES DE JESUS Ref.: 7043053924 Prova Montada em 31/10/2024
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Viviane Oliveira

ano passado

Respostas

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ano passado

Vamos analisar as opções apresentadas com base no caso da paciente que está com fístula de alto débito e desnutrição após esofagectomia. A) Nutrição parenteral periférica em razão da impossibilidade de utilização do trato gastrointestinal. - A nutrição parenteral periférica pode ser uma opção, mas geralmente não é a primeira escolha em casos de fístula de alto débito. B) Nutrição enteral via gastrostomia, já que a previsão de permanência da nutrição enteral será por um período de tempo inferior a 15 dias. - A gastrostomia é uma opção para nutrição enteral, mas não é indicada se há fístula de alto débito. C) Nutrição enteral via cateter nasoentérico para evitar broncoaspiração. - Embora a nutrição enteral via cateter nasoentérico possa ser uma opção, a presença de fístula de alto débito torna essa abordagem arriscada. D) Nutrição parenteral central em razão da presença de fístula de alto débito. - A nutrição parenteral central é frequentemente indicada em casos de fístula de alto débito, pois permite a nutrição sem utilizar o trato gastrointestinal. E) Nutrição enteral via ileostomia para facilitar a cicatrização da fístula. - A nutrição enteral via ileostomia não é uma abordagem comum para esse tipo de situação. Diante da análise, a opção mais adequada para a conduta dietoterápica da paciente é: D) Nutrição parenteral central em razão da presença de fístula de alto débito.

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