Ed
ano passado
Vamos analisar as opções apresentadas com base no caso da paciente que está com fístula de alto débito e desnutrição após esofagectomia. A) Nutrição parenteral periférica em razão da impossibilidade de utilização do trato gastrointestinal. - A nutrição parenteral periférica pode ser uma opção, mas geralmente não é a primeira escolha em casos de fístula de alto débito. B) Nutrição enteral via gastrostomia, já que a previsão de permanência da nutrição enteral será por um período de tempo inferior a 15 dias. - A gastrostomia é uma opção para nutrição enteral, mas não é indicada se há fístula de alto débito. C) Nutrição enteral via cateter nasoentérico para evitar broncoaspiração. - Embora a nutrição enteral via cateter nasoentérico possa ser uma opção, a presença de fístula de alto débito torna essa abordagem arriscada. D) Nutrição parenteral central em razão da presença de fístula de alto débito. - A nutrição parenteral central é frequentemente indicada em casos de fístula de alto débito, pois permite a nutrição sem utilizar o trato gastrointestinal. E) Nutrição enteral via ileostomia para facilitar a cicatrização da fístula. - A nutrição enteral via ileostomia não é uma abordagem comum para esse tipo de situação. Diante da análise, a opção mais adequada para a conduta dietoterápica da paciente é: D) Nutrição parenteral central em razão da presença de fístula de alto débito.


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