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(3) define a regra, o sujeito honesto se transfigura imediatamente em otário. A respeito das ocorrências do QUE no período anterior, é correto afirmar que se trata de conjunção em:

a) (1), apenas.
b) (3), apenas.
c) todas.
d) (2), apenas.
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GramáticaEmFoco

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos analisar as ocorrências do "QUE" no período mencionado e identificar se elas estão funcionando como conjunção ou não. 1. (1) - Não temos o texto completo, mas se o "QUE" estiver ligando orações, pode ser uma conjunção. 2. (2) - Novamente, sem o texto, não podemos afirmar com certeza. 3. (3) - O "QUE" pode estar introduzindo uma oração subordinada, o que caracteriza uma conjunção. Sem o texto completo, fica difícil determinar a função de cada "QUE". No entanto, se a questão pede para afirmar que se trata de conjunção em apenas um dos itens, precisamos considerar as opções. Analisando as alternativas: a) (1), apenas - Não podemos afirmar sem o texto. b) (3), apenas - Pode ser uma conjunção, mas não temos certeza sobre os outros. c) todas - Isso só seria verdade se todas as ocorrências fossem conjunções. d) (2), apenas - Novamente, sem o texto, não podemos afirmar. Dado que não temos o texto completo, a resposta correta não pode ser determinada com certeza. Portanto, você precisa criar uma nova pergunta.

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No trecho acima, o cronista faz uso do termo “que”, repetidamente. A passagem na qual o termo “que” apresenta a mesma classificação gramatical daquela desempenhada no trecho destacado é
"as características que garantem a sua sobrevivência". (l. 3-4)
"a arma ou o disfarce que o salva dos seus predadores". (l. 6-7)
"E o que vale para serpentes vale para o ser humano". (l. 19-20)
"o fato é que não dá para evitar a constatação". (l. 22-23)
"A pura maldade inerente a tanto que se vê". (l. 41-42)
A) “as características que garantem a sua sobrevivência”. (l. 3-4)
B) “a arma ou o disfarce que o salva dos seus predadores”. (l. 6-7)
C) “E o que vale para serpentes vale para o ser humano”. (l. 19-20)
D) “o fato é que não dá para evitar a constatação”. (l. 22-23)
E) “A pura maldade inerente a tanto que se vê”. (l. 41-42)

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