Ed
há 2 anos
Vamos analisar cada uma das alternativas em relação à Resolução CFM nº 2173/2017, que trata dos critérios para o diagnóstico de morte encefálica: (A) O conceito atual de morte considera a cessação das funções vitais cardiovasculares. - Esta afirmação está incorreta, pois a morte encefálica é definida pela cessação das funções do cérebro, não apenas das funções cardiovasculares. (B) O médico estará habilitado a aplicar o protocolo de determinação de morte encefálica ao realizar o curso de capacitação para determinação de morte encefálica conforme disposto na resolução do CFM que define os critérios para a morte encefálica. - Esta alternativa está correta, pois a resolução realmente exige que o médico tenha capacitação específica. (C) Em qualquer circunstância que resulte em coma não perceptivo, irreatividade supraespinhal e apneia persistente, deve ser iniciado o protocolo de morte encefálica. - Esta afirmação é imprecisa, pois o protocolo deve ser iniciado apenas após a confirmação de critérios específicos, não em qualquer circunstância. (D) Nas ocorrências de morte encefálica, a Declaração de Óbito será assinada pelo médico que aplicou o protocolo de determinação de morte encefálica ou por seu substituto. - Esta alternativa está correta, mas não é a mais relevante em relação à capacitação. (E) A morte encefálica deverá ser determinada por médicos não participantes das equipes de remoção e transplante. - Esta afirmação está correta, pois a resolução estabelece que a determinação deve ser feita por médicos que não tenham interesse no transplante. Após essa análise, a alternativa mais correta e que se alinha diretamente com a capacitação necessária para a aplicação do protocolo é a (B). Portanto, a resposta correta é: (B).
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