Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, precisamos analisar cada alternativa em relação ao que sabemos sobre herança autossômica e a interpretação de heredogramas. (A) As informações disponíveis para a família 1 são insuficientes para a determinação da recessividade ou dominância da doença. - Esta afirmação pode ser verdadeira, pois, sem mais informações, não podemos concluir sobre a dominância ou recessividade. (B) A família 2 apresenta uma doença dominante. - Se a doença aparece em cada geração e é transmitida de pais para filhos, isso sugere que é uma condição dominante. Esta afirmação pode ser verdadeira. (C) O genótipo dos pais da família 3 é heterozigoto. - Para determinar se os pais são heterozigotos, precisaríamos de mais informações sobre os descendentes. Se a doença é recessiva e aparece em um descendente, os pais devem ser heterozigotos. Esta afirmação pode ser verdadeira, mas depende do contexto. (D) Os descendentes da família 3 são todos homozigotos. - Se os pais são heterozigotos, os descendentes não podem ser todos homozigotos, pois haveria uma combinação de genótipos. Portanto, esta afirmação é errada. Com base na análise, a alternativa errada é: (D) Os descendentes da família 3 são todos homozigotos.
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Os homens, diz antigo ditado grego, atormentam-se com a ideia que têm das coisas e não com as coisas em si. Seria grande passo, em alívio da nossa miserável condição, se se provasse que isso é uma verdade absoluta. Pois se o mal só tem acesso em nós porque julgamos que o seja, parece que estaria em nosso poder não o levarmos a sério ou o colocarmos a nosso serviço. Por que atribuir à doença, à indigência, ao desprezo um gosto ácido e mau se o podemos modificar? Pois o destino apenas suscita o incidente; a nós é que cabe determinar a qualidade de seus efeitos. (Michel de Montaigne. Ensaios, 2000. Adaptado.)
De acordo com este filósofo, a diferença entre o bem e o mal:
Opções de pergunta 10:
depende sobretudo da qualidade valorativa estabelecida por cada indivíduo diante de sua vida.
representa uma oposição de natureza metafísica, que não está sujeita a relativismos existenciais.
relaciona-se com uma esfera sagrada cujo conhecimento é autorizado somente a sacerdotes religiosos.
resulta da queda humana de um estado original de bem-aventurança e harmonia geral do Universo.
depende do conhecimento do mundo como realidade em si mesma, independente dos julgamentos humanos.