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Rita no texto evidencia uma prática do cotidiano nas cidades no Brasil nos séculos XVIII e XIX caracterizada pela

a) valorização do trabalho braçal.
b) reiteração das hierarquias sociais.
c) sacralização das atividades laborais.
d) superação das exclusões econômicas.
e) ressignificação das heranças religiosas.
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ano passado

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ano passado

Vamos analisar cada alternativa: a) valorização do trabalho braçal. - Essa afirmativa pode ser verdadeira em alguns contextos, mas não é a característica principal do cotidiano nas cidades brasileiras nos séculos XVIII e XIX, onde havia uma hierarquia social bem definida. b) reiteração das hierarquias sociais. - Essa afirmativa é verdadeira, pois as cidades brasileiras desse período eram marcadas por uma forte estratificação social, onde as hierarquias eram constantemente reafirmadas. c) sacralização das atividades laborais. - Essa afirmativa não é uma característica predominante do cotidiano nas cidades brasileiras nesse período. d) superação das exclusões econômicas. - Essa afirmativa é falsa, pois as exclusões econômicas eram uma realidade nas cidades brasileiras do século XVIII e XIX. e) ressignificação das heranças religiosas. - Embora a religião tenha um papel importante, essa não é uma característica central do cotidiano nas cidades desse período. Com base na análise, a alternativa que melhor representa uma prática do cotidiano nas cidades do Brasil nos séculos XVIII e XIX é: b) reiteração das hierarquias sociais.

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As críticas desses cronistas ao processo de colonização portuguesa na América estavam relacionadas à

a) utilização do trabalho escravo.
b) implantação de polos urbanos.
c) devastação de áreas naturais.
d) ocupação de terras indígenas.
e) expropriação de riquezas locais.

A “despersonalização” e a “dessocialização” dos escravizados podem ser associadas, respectivamente,
A) ao fato de que os escravos eram identificados por números marcados a ferro e à interdição do contato entre os cativos e seus senhores.
B) à noção do escravo como mercadoria e ao fato de que os africanos eram extraídos de sua comunidade de origem.
C) à noção do escravo como tolerante ao trabalho compulsório e ao fato de que ele era proibido de fazer amizades ou constituir família.
D) ao fato de que os escravos eram etnologicamente indistintos e à proibição de realização de festas e cultos.
E) à noção do escravo como desconhecedor do território colonial e ao fato de que ele não era reconhecido como brasileiro.

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