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Para se insurgir contra a situação apresentada e poder continuar o exercício de seu trabalho constituída na referida ação penal, assinale a opção que indica a medida judicial que deve ser adotada.

A) Mandado de Injunção, perante o Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de anular a decisão judicial que viola direitos constitucionais.
B) Habeas data, com o objetivo de solicitar explicações ao juízo de primeira instância pela decisão prolatada.
C) Mandado de segurança, com o objetivo de garantir o seu direito de exercer a profissão em face da ilegalidade cometida pelo juízo.
D) Ação popular, com o objetivo de anular a decisão do juízo de primeira instância que proferiu a destituição, assegurando a moralidade administrativa.
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há 2 anos

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há 2 anos

Para resolver essa questão, precisamos analisar as opções apresentadas e entender qual medida judicial é mais adequada para garantir o direito de exercer a profissão diante de uma decisão judicial que pode ser considerada ilegal. A) Mandado de Injunção - É utilizado quando há a falta de norma regulamentadora que torne inviável o exercício de um direito constitucional. Não se aplica diretamente a uma decisão judicial. B) Habeas data - É utilizado para garantir o acesso a informações pessoais ou para corrigir dados. Não é a medida adequada para contestar uma decisão judicial. C) Mandado de segurança - É a medida correta para proteger o direito de exercer a profissão em face de ilegalidade ou abuso de poder por parte do juízo. É a opção que se encaixa na situação apresentada. D) Ação popular - É uma ação que visa proteger interesses difusos e coletivos, mas não é a medida adequada para contestar uma decisão judicial específica que afete um direito individual. Diante da análise, a alternativa correta é: C) Mandado de segurança, com o objetivo de garantir o seu direito de exercer a profissão em face da ilegalidade cometida pelo juízo.

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Acerca de situação hipotética mencionada, assinale a alternativa correta, de acordo com o Regulamento Geral da OAB:

A) por se tratar de uma ofensa pessoal, não é caso de instauração de procedimento de desagravo público, direito que se aplicaria somente se a ofensa tivesse caráter profissional. Sem prejuízo, Sandra poderá representar a autoridade policial junto à Corregedoria da Polícia Civil para apuração de infração disciplinar, em razão de eventual abuso de autoridade por não conceder vista do auto de prisão em flagrante.
B) no caso de Sandra, o desagravo público poderá ser promovido de ofício, pelo Conselho Seccional competente; a pedido da advogada ofendida, ou ainda, a pedido de qualquer pessoa interessada. O pedido será submetido à Diretoria do Conselho competente, que poderá, nos casos de urgência e notoriedade, conceder imediatamente o desagravo, ad referendum do órgão competente do Conselho.
C) é direito de Sandra ser publicamente desagravada, em razão de ter sido ofendida no exercício da atividade profissional. O Conselho Seccional da OAB será competente para instaurar o processo de desagravo, que poderá ser dispensado pela ofendida, caso entenda que a ofensa perpetrada pela autoridade não tenha atingido sua honra.
D) é direito de Sandra ser publicamente desagravada, em razão de ter sido ofendida no exercício da atividade profissional. A nota do desagravo deverá ser publicada na imprensa, encaminhada ao ofensor e às autoridades e registrada nos assentamentos de Sandra e no Registro Nacional de Violação de Prerrogativas. Dada a importância da questão das prerrogativas profissionais, a competência para promover a sessão é do Conselho Federal da OAB.

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