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O artigo 167 do CC dispõe que: "É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma". Esse dispositivo, para ser compreendido, deverá ser repartido em duas partes: a primeira, que nos informa que o negócio simulado é sempre nulo; e a segunda, que impõe a subsistência do negócio dissimulado se válido em sua substância e forma extroversão. (CC-Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002) Para que a simulação seja verificada, necessariamente devem estar presentes duas etapas. Quais são essas etapas? A Negócio real (Dissimulado) e Negócio acidental B Negócio real (Dissimulado) e Negócio simulado C Negócio real (Dissimulado) e Negócio administrativo

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Biscoito Para Monstros

ano passado

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ano passado

Para entender a simulação no contexto do artigo 167 do Código Civil, é importante identificar as etapas que caracterizam a simulação de um negócio jurídico. A simulação ocorre quando as partes criam um negócio jurídico que não reflete a verdadeira intenção delas, ou seja, um negócio simulado, enquanto um outro negócio, que é o real, é dissimulado. Analisando as alternativas: A) Negócio real (Dissimulado) e Negócio acidental - A expressão "negócio acidental" não se encaixa no conceito de simulação. B) Negócio real (Dissimulado) e Negócio simulado - Esta alternativa está correta, pois identifica as duas etapas necessárias: o negócio que realmente ocorreu (dissimulado) e o negócio que foi simulado. C) Negócio real (Dissimulado) e Negócio administrativo - A expressão "negócio administrativo" não é pertinente ao conceito de simulação. Portanto, a alternativa correta é: B) Negócio real (Dissimulado) e Negócio simulado.

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