Logo Passei Direto
Buscar

Biologia

Outros
Com base no texto, é possível concluir que a composição da Confederação do Equador envolveu, a princípio,
A) os escravos e os latifundiários descontentes com o poder centralizado.
B) diversas camadas, incluindo os grandes latifundiários, na luta contra a centralização política.
C) as camadas mais baixas da área rural, mobilizadas pela aristocracia, que tencionava subju-gar o Rio de Janeiro.
D) as camadas mais baixas da população, incluindo os escravos, que desejavam o fim da hegemonia do Rio de Janeiro.
E) as camadas populares, mobilizadas pela aristocracia rural, cujos objetivos incluíam a ascensão de D. Pedro I ao trono.
User badge image
Questões Para o Saber

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Para responder a essa pergunta, precisamos analisar as alternativas em relação ao contexto histórico da Confederação do Equador, que foi um movimento de insurreição contra o governo central do Brasil, especialmente em relação à centralização do poder no Rio de Janeiro. Vamos analisar as opções: A) os escravos e os latifundiários descontentes com o poder centralizado. - Embora os latifundiários estivessem descontentes, a inclusão dos escravos não é precisa, pois eles não tinham um papel ativo na política. B) diversas camadas, incluindo os grandes latifundiários, na luta contra a centralização política. - Esta opção é mais precisa, pois os grandes latifundiários realmente estavam envolvidos na luta contra a centralização. C) as camadas mais baixas da área rural, mobilizadas pela aristocracia, que tencionava subju-gar o Rio de Janeiro. - Essa opção não reflete corretamente a composição, pois a aristocracia não mobilizava as camadas mais baixas para subju-gar o Rio de Janeiro. D) as camadas mais baixas da população, incluindo os escravos, que desejavam o fim da hegemonia do Rio de Janeiro. - Embora as camadas mais baixas quisessem mudanças, a inclusão dos escravos como parte ativa não é correta. E) as camadas populares, mobilizadas pela aristocracia rural, cujos objetivos incluíam a ascensão de D. Pedro I ao trono. - Essa opção não é precisa, pois a Confederação do Equador não tinha como objetivo a ascensão de D. Pedro I. A alternativa que melhor representa a composição da Confederação do Equador, considerando a luta contra a centralização e a participação dos grandes latifundiários, é: B) diversas camadas, incluindo os grandes latifundiários, na luta contra a centralização política.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
details

Libere essa resposta sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Após o retorno da Família Real a Portugal, o que as Cortes Portuguesas mais temiam acabou por acontecer, isto é, a Independência em relação ao governo português. Em 1823, instalou-se a Assembléia Constituinte. José Bonifácio de Andrada, conhecido como "o patriarca da Independência", em mensagem à Constituinte escreveu: "Parece útil, até necessário, que se edifique uma nova capital do Império no interior do Brasil para assento da Corte, da Assembléia Legislativa e dos Tribunais Superiores que a Constituição determinar. Esta capital poderá chamar-se Petrópole ou Brasília.(...) Sendo central e interior, fica o assento do governo e do legislativo livre de qualquer assalto de surpresa feito por inimigos externos. Chama-se para as províncias do sertão o excesso de população sem emprego das cidades marítimas e mercantis. Como esta cidade deve ficar, quanto possível, eqüidistante dos limites do Império, (...) vai-se abrir deste modo, por meio de estradas que devem sair como raios para as diversas províncias e suas cidades interiores e marítimas, uma comunicação que de certo criará, em breve, giro do comércio interno da maior magnitude, vistos a extensão do Império, seus diversos climas e produções."
Em seu texto, José Bonifácio dá um motivo estratégico para a mudança da capital – o ataque de inimigos externos –,além de sublinhar dois problemas, um social e outro econômico, que são:
a) A grande massa de escravos que podia revoltar-se a qualquer momento nas províncias e a falta de estradas para o comércio interno.
b) A ausência de empregos para a mão-de-obra livre, com o uso dos escravos, gerando um grande número de desempregados e a urgente necessidade de um comércio ativo ligando as diversas províncias, o que tornaria o Brasil auto-suficiente pela diversidade de sua produção.
c) A complexidade do problema da mão-de-obra infantil e o desejo de desviar o comércio do litoral, que ficava exposto aos ataques externos.
d) O total desconhecimento dos reais problemas brasileiros, começando pela proposta de criação de uma frota marítima para atacar os inimigos externos, a criação de um exército com os desempregados e a criação de uma estrada de ferro ligando o "interland"(interior do território).
e) A proposta de uma capital dentro da província de Minas Gerais, com o intuito de aliviá-la do excedente de mão-de-obra com o fim da mineração, e a proposta de ativar o comércio dessa nova capital, usando tal excedente.

O mapa abaixo retrata o contorno do território brasileiro logo após a Declaração de Independência. Em 1828 esse contorno sofreu grandes modificações em virtude de uma revolução de caráter separatista fomentada pela Argentina. Esse episódio, além de mudar o contorno do território brasileiro, deu origem a um novo país, o Uruguai, que hoje se integra ao Brasil, Argentina e Paraguai na constituição do MERCOSUL.
O episódio ocorrido em 1828 e que deu origem ao Uruguai ficou conhecido como:
a) Revolução Farroupilha.
b) Revolta do Chaco.
c) Questão Cisplatina.
d) Guerra dos Farrapos.
e) Confederação do Equador.

A Constituição Imperial de 1824 estabelece que o governo é monárquico hereditário, constitucional e representativo (artigo 3º) e que a pessoa do Imperador é inviolável e sagrada, não estando sujeita a responsabilidade alguma (artigo 99º).
Comente estes textos constitucionais, definidores da monarquia brasileira.

Sobre a dívida pública externa do Brasil independente, é certo afirmar que começou a ser contraída:
a) Nos primeiros anos da República, por iniciativa do Ministro da Fazenda Ruy Barbosa, preocupado com a escassez monetária.
b) Por ocasião da Guerra do Paraguai, para financiar os enormes gastos decorrentes do conflito.
c) Logo após a Independência, destinando-se o primeiro empréstimo a indenizar Portugal pela perda da colônia.
d) Quando se implantaram os primeiros planos de valorização do café, a partir do convênio firmado em Taubaté, em 1906.
e) Logo após a Revolução de 1930, a fim de se enfrentar o abalo financeiro resultante da crise de 1929.

Sobre a chegada dos imigrantes a São Paulo, no fim do século XIX, José de Souza Martins, em O CATIVEIRO DA TERRA, escreveu que havia: "dificuldades nas relações de trabalho, derivadas basicamente do fato de que o fazendeiro, tendo subvencionado a vinda do imigrante, considerava o colono propriedade sua." Analise e desenvolva esta afirmativa.

A economia brasileira, durante o período monárquico, caracterizou-se fundamentalmente:
a) Oelo princípio da diversificação da produção agrária e pelo incentivo ao setor de serviços.
b) Pelo estímulo à imigração italiana e espanhola e pelo fomento à incipiente indústria.
c) Pela regionalização econômica e pela revolução no sistema bancário nacional.
d) Pela produção destinada ao mercado externo e pela busca de investimentos internacionais.
e) Pela convivência das mãos-de-obra escrava e imigrante e pelo controle do "deficit" público.

A Constituição de 1824 institucionalizou uma ordem marcadamente hierarquizadora e excludente, à medida que:
I - Vedou a todos que possuíssem renda anual inferior a 100 mil réis, aos analfabetos, assim como aos que não tivessem nascido em território brasileiro o exercício da cidadania política.
II - Restringiu os poderes da Assembléia Geral - composta pela Câmara dos Deputados e pelo Senado imperial - conferindo-lhe prerrogativas unicamente consultivas e não deliberativas.
III - Institui um sistema eleitoral indireto, pelo qual somente alguns dos votantes podiam ser eleitores, isto é, participar diretamente da escolha de deputados e senadores.
IV - Limitou a participação política dos não católicos ao determinar, por exemplo, que só poderiam ser deputados aqueles que professassem a religião oficial do Império.
a) Somente a III.
b) Somente I e II.
c) Somente III e IV.
d) Somente I, II e IV.
e) Todas as alternativas estão corretas.

Considere as seguintes afirmativas sobre a crise do escravismo no Brasil:
I A extinção do tráfico intercontinental resultou da convergência das fortes pressões do governo inglês com interesses do governo imperial e de parcela das elites agrárias brasileiras.
II A crise foi permeada pelo debate entre escravistas e anti-escravistas, no qual os primeiros utilizam argumentos econômicos, jurídicos e morais - "necessidade para a produção", "a inviolabilidade da propriedade", o "caráter civilizatório da escravidão"- contra as proposições ético-morais-religiosas dos últimos - "direitos naturais dos homens", alicerçados pela palavra divina.
III A Lei do Ventre Livre, em 1871, propôs um meio termo conciliatório: ao mesmo tempo que libera todos os filhos de escravos, abre a possibilidade destes - os ingênuos - permanecerem como escravos até completarem 21 anos, no caso dos senhores não serem indenizados.
IV Os abolicionistas, no intuito de defenderem a "raça negra", formaram diversas associações na década de 1880. Os "emancipacionistas", capitaneados por proprietários paulistas, também desejosos de acabar com a escravidão, estavam mais preocupados em eliminar as barreiras que dificultavam a grande imigração de trabalhadores europeus.
V Revoltas e fugas em massa de escravos durante a década de 1880 aceleraram o processo abolicionista, levando inúmeros senhores a transformar trabalho escravo em trabalho livre por iniciativa própria.
a) Somente III.
b) Somente I, II e IV.
c) Somente II, IV e V.
d) Somente III e V.
e) Todas as afirmativas estão corretas.

Em 1824 não se tratava da contradição de interesses coloniais e metropolitanos. Persistiam aí, não obstante tratar-se de país politicamente independente, as mesmas condições de privilegiamento não só dos comerciantes reinóis e seus representantes estabelecidos no país, como também dos ingleses, cuja penetração no Brasil foi determinada pelos acordos de 1810.
Sobre a Confederação do Equador (1824), é correto afirmar que:
a) Os descontentamentos contra os estrangeiros em Recife fez com que as camadas populares liderassem o movimento, que, além de republicano, era abolicionista.
b) O conflito entre comerciantes portugueses em Recife e produtores de açúcar brasileiros em Olinda tomou ares de rebelião contra a monarquia.
c) A dissolução da Assembléia Constituinte pelo Imperador D. Pedro I foi interpretada como um ato de recolonização pelas elites senhoriais pernambucanas.
d) A recuperação econômica da agro-manufatura do açúcar fazia com que os proprietários pernambucanos exigissem maior participação no governo imperial.

Comparando-se os movimentos de independência da América Espanhola e do Brasil, é correto afirmar que:
a) O território fragmentou-se em vários países na parte portuguesa e na espanhola, apesar das tentativas de unidade.
b) A dependência econômica em relação aos países europeus foi superada na América Latina.
c) Enquanto as camadas populares conduziram o processo na América Espanhola, no Brasil foi a elite agrária.
d) A república foi a forma de governo adotada nas ex-colônias espanholas, enquanto no Brasil implantou-se a monarquia.
e) Em ambos houve guerras pela emancipação, apesar do caráter revolucionário predominar no Brasil.

Mais conteúdos dessa disciplina