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Estão corretas as afirmativas
I. realizar as análises nos limites da sentença.
II. considerar que a função comunicativa da linguagem determina o modo como a língua está estruturada.
III. compreender os processos sintáticos pelas relações que mantêm com os processos semântico e discursivo.
IV. determinar uma ordem básica para os constituintes da sentença, da qual derivam todas as demais variações.
III e IV.
I e II.
II e III.
I, III e IV.
I, II e III.
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Matematicamente

há 12 meses

Respostas

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há 12 meses

Vamos analisar cada afirmativa: I. Realizar as análises nos limites da sentença. Verdadeiro, essa afirmativa é correta, pois a análise sintática geralmente se concentra na estrutura da sentença. II. Considerar que a função comunicativa da linguagem determina o modo como a língua está estruturada. Verdadeiro, essa afirmativa também está correta, pois a função comunicativa influencia a estrutura da língua. III. Compreender os processos sintáticos pelas relações que mantêm com os processos semântico e discursivo. Verdadeiro, essa afirmativa é correta, pois a sintaxe está interligada com a semântica e o discurso. IV. Determinar uma ordem básica para os constituintes da sentença, da qual derivam todas as demais variações. Verdadeiro, essa afirmativa é correta, pois a ordem dos constituintes é fundamental na análise sintática. Portanto, todas as afirmativas (I, II, III e IV) estão corretas. A alternativa que contém todos os itens verdadeiros é: I, II, III e IV. Entretanto, como essa opção não está disponível, a alternativa que contém a maior quantidade de itens corretos é: I, II e III.

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O internetês — expressão grafolinguística criada na internet pelos adolescentes na última década — foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde “casa” vira ksa; e “aqui” vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante. Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu hábitat natural. Aliás, aí está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de “qualquer jeito”. Mas, e para um adolescente que fica várias horas “teclando” que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a “chavinha” no cérebro do internetês para o português culto? “Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias. Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês” —explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
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