Logo Passei Direto
Buscar
Considera-se possuidor de boa-fé
a) apenas aquele que ostenta título de domínio.
b) somente aquele que ostentar justo título.
c) todo aquele que a obteve sem violência ou que não a exerce de modo clandestino.
d) aquele que ignora o vício, ou o obstáculo que impede a aquisição da coisa.
e) o que se mantiver na posse durante o período necessário à usucapião ordinária.
User badge image
Questões Para a Compreensão

há 2 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 anos

Para determinar quem é considerado possuidor de boa-fé, é importante entender o conceito de boa-fé no Direito Civil. A boa-fé é a crença de que se possui um direito sobre a coisa, sem conhecimento de vícios ou impedimentos. Analisando as alternativas: a) Apenas aquele que ostenta título de domínio - Não é correto, pois a boa-fé não se limita a quem tem título de domínio. b) Somente aquele que ostentar justo título - Embora o justo título seja um indicativo de boa-fé, não é a única condição. c) Todo aquele que a obteve sem violência ou que não a exerce de modo clandestino - Esta opção é ampla e abrange aspectos da boa-fé, mas não é a definição mais precisa. d) Aquele que ignora o vício, ou o obstáculo que impede a aquisição da coisa - Esta é uma definição mais precisa de possuidor de boa-fé, pois se refere à ignorância de vícios. e) O que se mantiver na posse durante o período necessário à usucapião ordinária - Isso se refere a um aspecto da usucapião, mas não define a boa-fé. A alternativa que melhor define o possuidor de boa-fé é: d) aquele que ignora o vício, ou o obstáculo que impede a aquisição da coisa.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Grupo de moradores sem-teto invadiu terreno pertencente ao Estado, que, a fim de recuperar a posse do imóvel, ajuizou, cerca de um mês depois, ação de manutenção de posse, instruída com prova da posse, do esbulho e da data de sua ocorrência. Requereu a concessão de liminar. Levando em conta o que dispõe o Código de Processo Civil no que toca às ações possessórias, ao receber a inicial, o Juiz deverá
A) deferir, sem a oitiva dos réus, expedição de mandado liminar de manutenção de posse.
B) indeferir a petição inicial, por inadequação da via eleita.
C) conhecer o pedido como de reintegração e deferir, sem a oitiva dos réus, expedição de mandado liminar de reintegração de posse.
D) conhecer o pedido como de reintegração e designar audiência de justificação prévia, tendo em vista não caber liminar, sem oitiva dos réus, quando for parte o poder público.
E) conhecer o pedido como de reintegração e deferir, depois de justificado o alegado em audiência, a antecipação da tutela, se presentes os respectivos requisitos.

Sobre a posse, de acordo com o Código Civil é INCORRETO afirmar:
a) O sucessor universal continua de direito a posse do seu antecessor; e ao sucessor singular é facultado unir sua posse à do antecessor, para os efeitos legais.
b) A posse direta, de pessoa que tem a coisa em seu poder, temporariamente, em virtude de direito pessoal, não anula a indireta, de quem aquela foi havida.
c) Se duas ou mais pessoas possuírem coisa indivisa, poderá cada uma exercer sobre ela atos possessórios, contanto que não excluam os dos outros compossuidores.
d) A posse pode ser adquirida pela própria pessoa que a pretende ou por seu representante, bem como por terceiro sem mandato, independentemente de ratificação.
e) Não induzem posse os atos de mera permissão ou tolerância assim como não autorizam a sua aquisição os atos violentos, ou clandestinos, senão depois de cessar a violência ou a clandestinidade.

O direito de retenção por benfeitorias poderá ser exercido pelo possuidor de boa fé:
(A) para a indenização das benfeitorias úteis e necessárias.
(B) apenas para a indenização das benfeitorias necessárias.
(C) para a indenização de qualquer tipo de benfeitorias.
(D) apenas para a indenização das benfeitorias úteis.

Sobre a posse, assinale a alternativa correta.
a) Mantém-se no Código Civil de 2002 a previsão expressa de que não deve ser julgada a posse em favor daquele a quem evidentemente não pertencer o domínio.
b) Na evicção, o possuidor de boa-fé tem direito de ser indenizado pelas benfeitorias úteis e necessárias que realizar no imóvel pelo seu valor atual, exceto quando as benfeitorias não mais existirem: nesse caso, serão indenizadas pelo valor do seu custo.
c) No sistema jurídico brasileiro, considera-se detentor aquele que exerce poder de fato sobre a coisa sem, todavia, fazê-lo com animus domini, já que este elemento subjetivo é essencial à caracterização da posse.
d) A posse precária adquirida pelo de cujus não perde esse caráter quando transmitida mortis causa aos seus sucessores, ainda que estes estejam de boa-fé.

Assinale a única afirmativa inteiramente correta.
(A) Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas as benfeitorias úteis e necessárias, mas só lhe assiste o direito de retenção pela importância das necessárias.
(B) O possuidor de má-fé responde por todos os frutos colhidos e percebidos, bem como pelos que, por culpa sua, deixou de perceber, desde o momento em que se constituiu de má-fé; tem direito às despesas de produção e custeio.
(C) O possuidor de boa-fé tem direito à indenização das benfeitorias úteis, necessárias e voluptuárias e pode exercer direito de retenção pelo valor de todas elas.
(D) O reivindicante, obrigado a indenizar as benfeitorias, deve pagar o valor atualizado delas, valor esse que, apurado pela perícia, não poderá ultrapassar o reclamado pelo possuidor.

Conforme dispõe o Código Civil, é injusta a posse:
a) exclusiva
b) periódica
c) precária
d) absoluta

Carlos Santos é locatário de um imóvel rural e seu locador, Paulo Carvalho, pelo fato de ser proprietário do bem, entende que pode consumir os frutos da propriedade. Carlos Santos fica sabendo que Paulo Carvalho contratou alguns trabalhadores rurais para começar a colher os frutos na semana seguinte.
Para a proteção da sua posse, Carlos Santos
a) deve propor ação de interdito proibitório, em razão da ameaça à posse.
b) não tem direito à proteção possessória, pois não é proprietário do imóvel.
c) deve propor ação de manutenção de posse, pois ele vem sendo turbado de sua posse e pretende ser mantido integralmente na posse do imóvel.
d) deve propor ação de reintegração de posse, pois há ameaça de turbação de sua posse.
e) deve propor ação de imissão de posse, para garantir a integral manutenção da posse do imóvel.

Falando-se de ações possessórias, é correto (incorreto) afirmar que:
(A) se “A” (autor) propõe possessória contra “B” (réu), caso “B” queira defender-se, revertendo a situação, provando ser ele a vítima do esbulho ou turbação, é necessário que “B” use a via da reconvenção;
(B) se uma pessoa intenta interdito proibitório, quando deveria ter ingressado, com ação de manutenção de posse, não haverá qualquer problema, porque se tratam de ações fungíveis;
(C) é lícito ao autor da possessória pedir, além da proteção específica para sua posse, a indenização por perdas e danos;
(D) para o possuidor casado, é desnecessária a vênia conjugal para a interposição da ação possessória;
(E) todas as alternativas acima contêm afirmacoes incorretas.

No que concerne às ações possessórias, de acordo com o Código de Processo Civil, é correto afirmar:
a) O réu poderá, na contestação, alegando que foi ofendido em sua posse, demandar a proteção possessória, mas não poderá formular pedido de indenização pelos prejuízos resultantes da turbação ou esbulho cometido pelo autor.
b) Na pendência de processo possessório, poderão tanto o autor quanto o réu intentar ação de reconhecimento do domínio.
c) Quando for ordenada a justificação prévia, o prazo para o réu contestar a ação de reintegração de posse contar-se-á da intimação da decisão que deferir ou não a medida liminar.
d) A propositura de uma ação possessória ao invés de outra obstará que o Magistrado conheça o pedido e outorgue a proteção legal correspondente àquela.
e) O possuidor tem o direito de ser mantido na posse em caso de esbulho e reintegrado no caso de turbação.

Mais conteúdos dessa disciplina