Ed
ano passado
Para responder à pergunta sobre a entrevista concedida por Tayse Campos Potiguara e o uso da história oral, vamos analisar as alternativas: (A) registrar memórias subjetivas, cuja validação depende de pesquisa documental de registros oficiais. - Embora a história oral registre memórias subjetivas, a validação não depende exclusivamente de registros oficiais. (B) construir um conhecimento provisório, que toma narrativas imaginárias como fonte de saberes. - A história oral não se baseia em narrativas imaginárias, mas sim em experiências e vivências reais. (C) conectar memória individual e história do tempo presente para um exercício lírico plurissignificativo. - Essa opção é interessante, mas não é o foco principal da história oral em contextos de resistência e atuação política. (D) valorizar a oralidade como modo de produção e transmissão de saberes e histórias dos povos originários, narradas a partir de suas próprias falas. - Esta alternativa destaca a importância da oralidade e a perspectiva dos povos originários, o que é central na história oral. (E) dar voz às questões feministas indígenas e à autoafirmação de gênero mediante uma entrevista opinativa. - Embora a questão de gênero seja relevante, a ênfase na oralidade e na transmissão de saberes é mais abrangente. A alternativa que melhor se alinha ao uso da história oral no contexto da resistência e atuação política de indígenas mulheres é: (D) valorizar a oralidade como modo de produção e transmissão de saberes e histórias dos povos originários, narradas a partir de suas próprias falas.
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