Ed
ano passado
Analisando o caso apresentado, temos um paciente cirrótico com sinais de choque hipovolêmico e hemorragia ativa em uma massa compatível com carcinoma hepatocelular. A condição do paciente é crítica, e a abordagem deve ser rápida e eficaz para controlar a hemorragia e estabilizar o quadro. Vamos analisar as alternativas: A. Transplante hepático de urgência - Embora seja uma opção para pacientes com carcinoma hepatocelular, a urgência da hemorragia ativa torna essa opção menos viável no momento. B. Laparotomia para hemostasia com argônio - Essa técnica é menos comum e não é a abordagem inicial em casos de hemorragia aguda. C. Laparotomia para damage control (tamponamento com compressas) - Essa é uma abordagem que pode ser utilizada em situações de hemorragia massiva, onde o objetivo é controlar a hemorragia rapidamente e estabilizar o paciente. D. Ressecção hepática não regrada - A ressecção pode não ser a melhor opção em um paciente com hemorragia ativa e instabilidade hemodinâmica. E. Embolização por arteriografia - Essa é uma técnica minimamente invasiva que pode ser utilizada para controlar a hemorragia em casos de carcinoma hepatocelular, mas pode não ser a primeira conduta em um paciente em choque. Diante da situação crítica do paciente, a conduta mais adequada e imediata seria a opção C: Laparotomia para damage control (tamponamento com compressas). Essa abordagem visa controlar a hemorragia rapidamente e estabilizar o paciente antes de considerar outras intervenções.
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