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Alternativa A: CORRETA. Paciente de 20 anos, em pós-operatório imediato de hernioplastia inguinal com anestesia peridural que causa retenção urinária, evolui com dor crescente em hipogástrio + agitação + massa dolorosa em hipogástrio. Este é um quadro clássico de BEXIGOMA, de modo que a melhor conduta é a sondagem. Alternativa B: INCORRETA. O diagnóstico de bexigoma é clínico, não necessita de exame de imagem, o que torna a alternativa C incorreta também. Alternativa C: INCORRETA. Alternativa D: INCORRETA. Não há sinal de complicações cirúrgicas, logo, não há necessidade de laparoscopia ou revisão da incisão (alternativa E). Alternativa E: INCORRETA. ▶ ��������: A 41 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN - SP - 2018) Vítima de ferimento por arma branca no terceiro espaço intercostal esquerdo, próximo à linha axilar anterior, um rapaz de 25 anos chega ao pronto-socorro levado por populares, com os sinais vitais: pulso: 110 bpm, PA: 110 × 70 mmHg, frequência respiratória: 16 irpm. Está um pouco ansioso, mas consciente e orientado. SatO2 com máscara de oxigênio: 98%. Não são achados outros ferimentos nem sinais de trauma além do ferimento torácico descrito. O FAST (focused assessment with sonography for trauma) não mostra alteração na janela do pericárdio nem líquido livre no abdome. Conduta inicial: A. Intubação traqueal, após sedação e curarização, pois trata-se de ferimento torácico potencialmente grave. B. Eletrocardiograma, pelo risco de lesão cardíaca. C. Drenagem de tórax imediata. D. Radiografia de tórax, seguida, eventualmente por drenagem do espaço pleural esquerdo. E. Punção de espaço pleural esquerdo; dependendo do resultado, drenagem torácica do mesmo lado. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Paciente sem sinais de insuficiência respiratória, não necessitando de intubação. Alternativa B: INCORRETA. Também não é necessário realizar ECG, pois o próprio enunciado nos diz que a janela pericárdica está intacta. Alternativa C: INCORRETA. Não necessariamente será feita drenagem torácica imediata em todo paciente com lesão penetrante de tórax (alternativa C incorreta). Nosso paciente em questão não possui nenhuma evidência clínica de pneumotórax, hemotórax, tamponamento cardíaco, etc., ou seja, ele está BEM! Alternativa D: CORRETA. Paciente vítima de ferimento por arma branca em terceiro espaço intercostal esquerdo, próximo à linha axilar anterior. Ao exame físico, encontramos um paciente consciente e orientado, eupneico e saturando bem. O enunciado relata ainda que não são encontrados outros sinais de trauma e que o FAST não mostra alteração do pericárdio nem líquido livre no abdome. Ou seja, é um paciente que está bem apesar da lesão. Devemos realizar radiografia do tórax, para avaliar se será necessário drenar o tórax. Alternativa E: INCORRETA. ▶ ��������: D 42 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN - SP - 2018) As duas medidas mais importantes para evitar a progressão da lesão cerebral traumática durante o atendimento inicial do traumatizado são: A. Oxigenação adequada e reanimação volêmica. B. Trepanação cirúrgica precoce e corticoide. C. Administração de manitol e anticonvulsivante. D. Cabeceira elevada e ressuscitação com solução hipertônica. E. Hipotermia e expansão volêmica. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: CORRETA. Em todas as alternativas temos medidas para conduzir uma possível hipertensão intracraniana (manitol, corticoide, cabeceira elevada, solução hipertônica, hipotermia). Entretanto, a questão quer saber duas medidas básicas para evitar progressão da lesão cerebral durante o atendimento INICIAL do traumatizado, sendo a oxigenação e a reanimação volêmica essenciais para qualquer atendimento, de modo a manter uma perfusão cerebral adequada. Alternativa B: INCORRETA. A trepanação não faz parte do atendimento inicial. Alternativa C: INCORRETA. Ambos têm indicação na hipertensão intracraniana, mas serão feitos após oxigenação e reposição volêmica. O efeito mais importante do barbitúrico está relacionado ao adequamento do fluxo sanguíneo cerebral à demanda metabólica regional, conseguindo um controle da PIC refratária. O uso do manitol é efetivo para o controle da PIC após TCE grave. Alternativa D: INCORRETA. Elevar a cabeceira faz parte do tratamento, mas não está entre os dois pontos mais importantes. Alternativa E: INCORRETA. A hipotermia também faz parte do tratamento, mas não está entre os dois pontos mais importantes. ▶ ��������: A 43 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN - SP - 2018) Um paciente de 43 anos, cirrótico, CHILD C, chega ao pronto-socorro por distensão abdominal abrupta e choque. Está torporoso, muito descorado e tem as extremidades frias. Pulso: 120 bpm, regular e fino; PA: 80 × 50 mmHg; temperatura: 36 °C. O abdome está distendido e tenso, mas sem sinais de irritação peritoneal. Hemoglobina: 5,0 g/dL, hematócrito: 15%, leucócitos: 4.500/mm³. A tomografia mostra massa única de cerca de 4,0 cm de diâmetro, compatível com carcinoma hepatocelular, em fígado cirrótico. Na massa há sinais de hemorragia ativa. O paciente é reanimado, o que inclui transfusão de sangue. Em condições ideais, a próxima conduta deve ser: A. Transplante hepático de urgência. B. Laparotomia para hemostasia com argônio. C. Laparotomia para damage control (tamponamento com compressas). D. Ressecção hepática não regrada. E. Embolização por arteriografia. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Provavelmente será um paciente candidato a transplante hepático (Child C + Lesão única