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A mortalidade em portadores de insuficiência cardíaca crônica não apresenta redução com a utilização de qual medicação?
A Furosemida.
B Dapaglifozina.
C Carvedilol.
D Sacubitril/Valsartana.
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ReflexoesFilosoficas

ano passado

Respostas

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ano passado

Para responder a essa pergunta, precisamos analisar as opções em relação ao impacto na mortalidade em portadores de insuficiência cardíaca crônica. A) Furosemida - É um diurético utilizado para tratar a retenção de líquidos, mas não tem efeito comprovado na redução da mortalidade. B) Dapaglifozina - É um inibidor do SGLT2 que demonstrou reduzir a mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca. C) Carvedilol - É um beta-bloqueador que também tem mostrado benefícios na redução da mortalidade em insuficiência cardíaca. D) Sacubitril/Valsartana - É uma combinação que demonstrou reduzir a mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca. Portanto, a medicação que não apresenta redução da mortalidade em portadores de insuficiência cardíaca crônica é: A) Furosemida.

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Insu ciência cardíaca é um termo que descreve uma síndrome que abrange um vasto espectro de distúrbios cardiovasculares e que está associada a um risco bastante elevado de morte e de eventos cardiovasculares adversos não fatais. Com relação ao manejo e prognóstico dessa patologia, analise os itens a seguir.
Estão corretos os itens:
I. O tratamento é direcionado inicialmente para a prevenção da lesão cardíaca (p. ex., consequente a hipertensão arterial sistêmica ou infarto do miocárdio) ou para limitar a progressão estrutural se o dano cardíaco já tiver ocorrido (p. ex., remodelamento do ventrículo esquerdo com redução da fração de ejeção ventricular esquerda) e depois para o retardo do desenvolvimento da insuficiência cardíaca sintomática.
II. Dentre as terapias com benefício comprovado para a insu ciência cardíaca, pode-se citar: inibidores da enzima conversora de angiotensina, bloqueadores do receptor de angiotensina, betabloqueadores, antagonistas do receptor de mineralocorticóide, sacubitril-valsartana, hidralazina-dinitrato de isossorbida, digitálicos, cardiodes brilador, transplante cardíaco e treinamento físico.
III. O desenvolvimento de sinais e sintomas da síndrome de insu ciência cardíaca de ne a transição dos pacientes dos estágios assintomáticos “em risco” (estágios C e D) para aqueles que preenchem o diagnóstico clínico de insu ciência cardíaca sintomática. Essa transição para a fase sintomática evidencia a natureza progressiva da insu ciência cardíaca e traz um declínio marcante para o prognóstico.
IV. Os objetivos terapêuticos para o paciente com insu ciência cardíaca de estágios C ou D são alívio dos sintomas, evitar admissões hospitalares decorrentes da piora da insu ciência cardíaca e prevenção da morte prematura. Em geral, as medidas preventivas que são valiosas durante os estágios A e B devem ser mantidas para os pacientes com os estágios C e D da insuficiência cardíaca.
A I e II, apenas.
B I, II e IV, apenas.
C III e IV, apenas.
D I, II, III e IV.

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