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A legitimidade para oferecimento de ação penal por crime contra a honra de servidor público em razão do exercício de suas funções é do
A) ofendido, mediante queixa, e do Ministério Público, condicionada à representação, de forma cumulativa.
B) ofendido, exclusivamente, mediante queixa.
C) Ministério Público, exclusivamente, mediante representação.
D) Ministério Público, exclusivamente, mediante ação penal pública incondicionada.
E) ofendido e do Ministério Público nesse caso, independentemente de representação.
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ano passado

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos entender a legitimidade para a ação penal em casos de crimes contra a honra de servidores públicos no exercício de suas funções. De acordo com o Código Penal Brasileiro, crimes contra a honra (como calúnia, difamação e injúria) cometidos contra servidores públicos no exercício de suas funções têm uma regra específica. A ação penal é, em regra, de iniciativa privada, mas o Ministério Público também pode atuar, dependendo da situação. Vamos analisar as alternativas: A) ofendido, mediante queixa, e do Ministério Público, condicionada à representação, de forma cumulativa. - Esta opção está correta, pois o ofendido pode oferecer queixa e o Ministério Público atua se houver representação. B) ofendido, exclusivamente, mediante queixa. - Esta opção não considera a atuação do Ministério Público. C) Ministério Público, exclusivamente, mediante representação. - Esta opção não está correta, pois não considera a legitimidade do ofendido. D) Ministério Público, exclusivamente, mediante ação penal pública incondicionada. - Esta opção não é correta, pois a ação penal por crimes contra a honra de servidores públicos não é incondicionada. E) ofendido e do Ministério Público nesse caso, independentemente de representação. - Esta opção não está correta, pois a atuação do Ministério Público depende da representação. Portanto, a alternativa correta é: A) ofendido, mediante queixa, e do Ministério Público, condicionada à representação, de forma cumulativa.

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Durante uma festa de confraternização entre amigos da faculdade, em 1º de junho de 2020, começou uma discussão entre Plinio e Carlos, tendo a mãe de Plínio procurado intervir para colocar fim à briga. Nesse momento, Carlos passou a ofender a mãe de Plinio, chamando-a de “macumbeira”, que “deveria estar em um terreiro”. Revoltadas, pessoas que presenciaram o ocorrido compareceram ao Ministério Público e narraram os fatos. A mãe de Plinio disse, em sua residência, que não pretendia manter discórdia com colegas do filho, não tendo comparecido à Delegacia e nem ao órgão ministerial para tratar do evento. O Ministério Público, em 2 de dezembro de 2020, denunciou Carlos pelo crime de racismo, trazido pela Lei nº 7.716/89. Você, como advogado(a) de Carlos, deverá alegar, em sua defesa, que deverá
A) ocorrer extinção da punibilidade, pois não houve a indispensável representação da vítima, apesar de, efetivamente, o crime praticado ter sido de racismo.
B) haver desclassificação para o crime de injúria simples, que é de ação penal privada, não tendo o Ministério Público legitimidade para oferecimento da denúncia.
C) haver desclassificação para o crime de injúria qualificada pela utilização de elementos referentes à religião, que é de ação penal privada, não tendo o Ministério Público legitimidade para oferecimento de denúncia.
D) haver desclassificação para o crime de injúria qualificada pela utilização de elementos referentes à religião, que é de ação penal pública condicionada, justificando extinção da punibilidade por não ter havido representação por parte da vítima.

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