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O LOBO E O LEÃO Um lobo que acabara de roubar uma ovelha, depois de refletir por um instante, chegou à conclusão, que o melhor seria levá-la para longe do curral, para que enfim, fosse capaz de servir-se daquela merecida refeição, sem o indesejado risco de ser interrompido por alguém.
No texto acima qual é tipo de linguagem?
A) Informal
B) Descritiva
C) Formal
D) Coloquial
E) Técnica
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Exercícios Para o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para identificar o tipo de linguagem do texto apresentado, vamos analisar as opções: A) Informal - Geralmente, a linguagem informal é usada em conversas cotidianas e não segue regras rígidas de gramática ou vocabulário. O texto parece ter uma estrutura mais elaborada. B) Descritiva - A linguagem descritiva foca em descrever cenários, personagens e ações de forma detalhada. O texto tem elementos descritivos, mas não é exclusivamente descritivo. C) Formal - A linguagem formal é utilizada em contextos acadêmicos ou profissionais, com um vocabulário mais rebuscado e regras gramaticais rigorosas. O texto não parece seguir esse padrão. D) Coloquial - A linguagem coloquial é semelhante à informal, mas é mais próxima do dia a dia, com expressões comuns. O texto não apresenta esse tipo de linguagem. E) Técnica - A linguagem técnica é utilizada em contextos específicos, como ciência ou tecnologia, com termos especializados. O texto não se encaixa nessa categoria. Considerando a análise, a opção que melhor se encaixa no texto é a) Informal, pois o texto apresenta uma narrativa que não é excessivamente técnica ou formal, mas também não é coloquial. Portanto, a resposta correta é a) Informal.

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Cabeludinho Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem dissesse no Carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava de sério. Mas todo-mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez. E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho. Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por depois ouvi um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.
No texto, o autor desenvolve uma reflexão sobre diferentes possibilidades de uso da língua e sobre os sentidos que esses usos podem produzir, a exemplo das expressões “voltou de ateu”, “disilimina esse” e “eu não sei a ler”. Com essa reflexão, o autor destaca
A) a importância de certos fenômenos gramaticais para o conhecimento da língua portuguesa.
B) os desvios linguísticos cometidos pelos personagens do texto.
C) a distinção clara entre a norma culta e as outras variedades linguísticas.
D) o relato fiel de episódios vividos por Cabeludinho durante as suas férias.
E) a valorização da dimensão lúdica e poética presente nos usos coloquiais da linguagem.

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