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Leia este texto: "A partir do mesmo material concreto e conceitual que experimentamos no nível da realidade, emerge o mundo religioso com novas tensões, dimensões e sínteses. Os conceitos de alma e existência, destino e culpa, felicidade e sacrifício chegando até os cabelos de nossa cabeça e até o pardal do telhado - tudo isso também constitui o conteúdo do mundo religioso. [...] Como a lógica científica, também a lógica religiosa reivindica com demasiada frequência incluir em si todas as demais ou dominá-las." (Fonte: SIMMEL, Georg. A religião. In: SIMMEL, Georg. Religião. Ensaios. Volume 2. São Paulo: Olho D'Água, 2010, p.25).
Tendo em vista esse texto e as definições funcionalistas, podemos afirmar que:
As definições funcionalistas de religião desconsideram as mediações sociais da religião.
As definições funcionalistas de religião buscam exaltar a ideia de autonomia da religião.
As definições funcionalistas de religião baseiam-se em perspectivas internas da religião.
As definições funcionalistas de religião constroem as mediações sociais da religião.
As definições funcionalistas de religião enfatizam os aspectos funcionais da religião.
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Com base no texto de Georg Simmel e nas definições funcionalistas de religião, a afirmação mais adequada é: "As definições funcionalistas de religião enfatizam os aspectos funcionais da religião." Os funcionalistas tendem a analisar como a religião contribui para a coesão social, a integração e a manutenção da ordem social, focando em suas funções dentro da sociedade.

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Craque NetoCraque Neto

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Um dos primeiros poetas da Grécia antiga. Pouco se sabe sobre sua vida, mas calcula-se que tenha nascido por volta dos séculos 8 ou 9 a.C. A Odisseia e a Ilíada, obras da literatura grega, influenciaram o mundo ocidental, e a ele foi atribuída:
Oriêncio
Ferdusi
Hesíodo
Arátor
Homero

Sabemos que os __________ por exemplo, atribuíam suas origens aos heróis que protagonizam a __________, na poesia de Homero, e os _________, atribuíam aos irmãos Rômulo e Remo, filhos do deus_________, eternizados nos relatos do historiador Tito Lívio (romano).
romanos, atalha de Artemísio, gregos, marte
gregos, Titanomaquia, romanos, Perseu
grego, Batalha de Artemísio, romanos, Zeus
romanos, Guerra de Tróia, romanos, Zeus
gregos, Guerra de Tróia, romanos, marte

o ______________ está além do ético, da moral e da bondade, situa-se além da racionalidade, é o inefável. É uma das mais polêmicas afirmacoes porque o _______________ não pode ser entendido e explicado totalmente e, ainda assim, aqueles que tiveram uma ______________ religiosa é que poderiam sentir, embora não possam expressar _____________.
Sagrado, ilustre, experiência, emocionalmente
Sagrado Numinoso, experiência, racionalmente
Profano, Numinoso, emoção, moralmente
Religioso, Reluzente, experiência, cognitivamente
Sagrado, Numinoso. experiência, racionalmente

Sobre a Onisciência é correto afirmar, EXCETO que é um Saber:
detentor de tudo o que passou, desde a origem do universo até o que se passará, nos confins do mesmo.
cognoscível e incognoscível, incluindo vida, passado, presente, futuro, e todo universo, etc.
cognoscível e incognoscível, incluindo pensamentos, sentimentos.
absoluto, pleno, conhecimento infinito sobre todas as coisas.
limitado e restritos que envolve somente as coisas cognoscível e terrenas.

Questão 2 - Um professor de história das Religiões, trouxe dois relatos sobre a criação do mundo e da vida: Relato 1 - Um relato do povo maia quiche (1000 A.C. América Central): "Admirável é o relato da época em que tudo foi formado no céu e na terra: o quarteamento de seus sinais, sua medida e alinhamento e estabelecimento de paralelas [...]. Vede! Tudo estava incerto, tudo era calma e silêncio; nada se movia, tudo era tranquilo, e imensos eram os céus. Vede! A primeira palavra e o primeiro diálogo. Ainda não existia o homem, nem o animal; não havia pássaros, nem barranco; não havia vegetação, nem charco; só o céu existia [...] Só havia imobilidade e silêncio na escuridão e na noite. Sozinhos estavam o Criador e o Autor [...]." (ELIADE, Mircea. O conhecimento sagrado de todas as eras. São Paulo: Editora Mercúrio, 1995, p. 69-70). Relato 2 - Um relato cristão do Livro do Gênesis (Bíblia Cristã) (900 A.C. Oriente Médio): "No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. [...] E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e cada coisa que se arrasta sobre a terra conforme a sua espécie e viu Deus que era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem... Então Deus criou o homem à sua imagem." (Bíblia, Livro do Gênesis, Capítulo 1, v. 1- 9 e 25-27). Em relação à diversidade de relatos da criação apresentados, é possível avaliar que são:
Lendas cósmicas baseadas em duas antigas práticas litúrgico-celebrativas, Narrativas sobre a criação do mundo e dos homens com imagens semelhantes, Histórias de duas religiões antigas que sobreviveram ao mundo moderno, Relatos míticos sobre a natureza dos animais e dos homens nos primórdios, Produtos da imaginação religiosa de dois povos nascidos em regiões diferentes.

Leia este trecho escrito por um sociólogo da religião: "A ciência da religião é incapaz e não tem a mínima legitimidade de fazer declarações se as respostas religiosas perante a posição do homem no cosmo são verdadeiras ou falsas, nem pode decidir se a religião é, na moderna história humana, um fenómeno transitório ou não." (Fonte: DIX, Steffen. O universo, os deuses, os homens. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 56.). Tendo em vista este texto e relendo as definições substancialistas de religião, assinale alternativa correta:
As definições substancialistas de religião evidenciam a estrutura interna da religião. As definições substancialistas de religião enfatizam o contexto social e externo à religião. As definições substancialistas de religião fazem com que a religião apareça como sintoma. As definições substancialistas de religião buscam legitimar experiências religiosas. As definições substancialistas de religião tendem a ser respostas religiosas exclusivistas.

Sobre Friedrich Schleiermacher (1768-1834), filósofo e teólogo germânico é INCORRETO afirmar que:
Definiu a a religião como sentido e gosto pelo infinito.
Afirmou que a essência da religião não é o pensar e o agir, mas a intuição e o sentimento.
Escreveu sobre a Hermenêutica, a Pedagogia e as relações entre as Ciências, a Filosofia e a Teologia.
Defendeu que a religião não tem a ver com a intuição e sentimento, mas com a pura racionalidade.
Entende a religião como intuição e sentimento do Universo.

Leia a avaliação da fenomenologia de Van der Leeuw feita por Nicola Gasbarro, historiador e filósofo italiano: "É inútil procurar em toda a obra de Van der Leeuw as motivações deste salto epistemológico que faz com que todo o horizonte de sentido e, portanto, toda a cultura dependam, de fato e de direito, da perspectiva religiosa: para um teólogo toda a natureza depende do sobrenatural, e toda a cultura nasce da tensão entre natureza e o sentido-valor do sobrenatural. Van der Leeuw nada tem de ingênuo e sabe [...] dissolver a estrutura teológica no contexto experiencial da vida, escondê-la na Filosofia da consciência, até traduzi-la em termos de epistemologia husserliana, mas, quando o sistema ganha corpo, inevitavelmente reemergem na experiência de vida do a priori seja o sublime do mysterium, seja a complexidade da experiência criatural de Otto" (Fonte: GASBARRO, Nicola. Fenomenologia da Religião. In: PASSOS, João Décio; USARSKI, Frank (Orgs.). Compêndio de Ciência da Religião. São Paulo: Paulinas/Paulus, 2013, p. 87). Tendo em vista este texto e a fenomenologia da religião da escola holandesa, assinale a alternativa correta:
A fenomenologia da religião busca compreender o sagrado a partir da experiência religiosa vivida pelo crente ou seguidor de qualquer religião.
A fenomenologia da religião procura, apenas, a apreensão dos elementos estruturais das religiões ou tradições religiosas vividos pelos crentes ou membros de qualquer religião.
A fenomenologia da religião busca relativizar a essência do fenômeno religioso a partir da experiência religiosa vivida pelo crente ou seguidor de qualquer religião.
A fenomenologia da religião busca na cultura e na história os motivos da redenção universal do ser humano que vive as experiências religiosas.
A fenomenologia da religião evitar interrogar as culturas e histórias humanas sobre o sentido do sagrado vivido pelo crente ou seguidor de qualquer religião.

O termo História da Religião teria aparecido, pela primeira vez, em 1867, dentro das obras escritas por Friedrich Max Müller (1823-1900), linguista, historiador, orientalista (estudioso das culturas e civilizações orientais) e mitólogo (estudioso dos mitos). Esse autor escreveu muitos volumes sobre mitologia comparada de diversas civilizações, em especial, as da Índia. O que pensa Max Müller a esse respeito
Todas estão corretas.
I. Para ele, a Ciência da Religião (no singular) conseguiria, através da linguagem, conhecer as culturas a partir das instituições religiosas.
II. Defendeu que com o rigor científico, se faria o estudo das religiões sob o método comparativo sem considerar nenhuma estrutura religiosa superior à outra.
III. Propôs que toda religião começaria com um mito, e de um mito que pode ser entendido como um conjunto de narrativas coletivas que contam histórias de origem, virtudes, heróis, valores, mistérios, movimentos e trajetórias de pessoas e de grupos.

Podemos retornar ainda mais no tempo, pois há evidências ainda mais antigas sobre o interesse de pensadores pelo estudo da religião, que rementem ao Séc. V a.C. Os filósofos pré-socráticos, na Grécia, denunciavam uma forte curiosidade pela religião.
Assinale, em relação a isso, a opção correta:
A história das religiões é uma das ciências da religião que enfoca basicamente a história das religiosidades e dos sentimentos religiosos.
A história das religiões é uma das ciências da religião que se ocupa, centralmente, de documentos e discursos oficiais das religiões.
A história das religiões é uma das ciências da religião que enfoca a história das doutrinas religiosas e as disputas teológicas entre correntes cristãs.
A história das religiões é uma das ciências da religião surgida a partir de distintas influencias, por exemplo, a crítica da religião e os estudos comparativos entre mitos e civilizações.
A história das religiões é uma das ciências da religião que procura estudar, basicamente, das tradições orais das religiões.

Quando a umbanda, o espiritismo, o pentecostalismo, o candomblé curam, suprimindo o mal físico ou a loucura, aplainando a crise existencial, repondo a certeza na ação, ainda que a ciência possa constatar tal mudança, podendo até comprovar a eficácia terapêutica, não pode essa ciência interromper o sentido da experiência religiosa da cura.
Sobre a relação entre religião e sociedade, é possível afirmar:
Que as religiões não curam e que o divino não tem existência social verdadeira.
Que as religiões que buscam a cura, sendo plurais, estão em constante transformação.
Que as religiões não curam e que o divino tem existência social falsa.
Que as religiões curam e que o divino tem existência verdadeira na sociedade.
Que as religiões curam e que o divino tem existência verdadeiramente social.

A religião é analisada em termo de funções, por exemplo, dar coesão aos laços sociais e é vista como força moral, afeto, emoção, em ethos.
Que corrente é essa?
Comunismo
Positivismo
Niilismo
Animismo
Relativismo

Portanto, há na religião algo destinado a sobreviver a todos os símbolos particulares nos quais o pensamento religioso se envolveu sucessivamente.
Esses fragmentos identificam o pensamento de:
Auguste Comte
Herbert Spencer
Max Weber
Durkheim
Karl Marx