Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando o contexto da política regulatória dos planos privados e os princípios do SUS (Sistema Único de Saúde): (A) adota um modelo híbrido, no qual a regulação dos planos de saúde privados se integra aos serviços públicos e forma um sistema único e coordenado em seu funcionamento. - Essa opção sugere uma integração que não é totalmente verdadeira, pois os sistemas operam de forma distinta. (B) opera com base na universalização plena da saúde, garantindo que o sistema público e os planos privados sejam regulados pelos mesmos mecanismos e princípios. - Embora o SUS busque a universalização, os planos privados têm regulação própria e não seguem exatamente os mesmos princípios. (C) descaracteriza os princípios da universalidade e da igualdade, tornando o acesso aos serviços de saúde condicionado à contratação de assistência suplementar. - Esta opção reflete a crítica de que a assistência suplementar pode criar desigualdades no acesso à saúde, o que é uma interpretação válida. (D) formaliza um sistema único de assistência, no qual os planos de saúde privados são considerados complementares ao serviço público e seguem sua mesma lógica de gestão. - Essa opção não é correta, pois os planos privados não seguem a mesma lógica de gestão do SUS. (E) funciona como um sistema segmentado, no qual os planos de saúde privados operam de forma paralela ao serviço público, com regulações e princípios distintos. - Essa opção descreve bem a realidade, onde os planos privados e o SUS operam de forma paralela e com regulações diferentes. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete a situação descrita no trecho é a (C), pois reconhece a descaracterização dos princípios de universalidade e igualdade em função da assistência suplementar.


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