Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, precisamos analisar as alternativas em relação à crônica de João do Rio, que geralmente aborda temas sociais e comportamentais com uma crítica sutil. Vamos analisar cada alternativa: (A) Censura à inadequação do comportamento de alguns proprietários de automóveis que ostentavam seu poder em uma época de austeridade. - Essa opção sugere uma crítica direta, que pode ser válida dependendo do tom da crônica. (B) Viés irônico em algumas observações a respeito do incipiente poder e da inimaginável influência do automóvel nos rumos da cidade. - A ironia é uma característica comum em crônicas de João do Rio, e essa opção parece plausível. (C) Ceticismo quanto ao poder de uma nova invenção e à sua eventual influência no futuro da cidade, despreparada para tais novidades. - Essa opção sugere uma visão mais negativa e cética, que pode não ser o foco principal da crônica. (D) Crença na possível destruição de valores sociais decorrente da busca irrefreável pelo progresso e do orgulho pessoal trazido pela posse do automóvel. - Essa opção reflete uma preocupação com a mudança social, que pode ser um tema abordado, mas não necessariamente o foco principal. (E) Entusiasmo pelas medidas que deveriam ser tomadas no sentido de preparar uma cidade antiga para a modernidade representada pelo automóvel. - Essa opção parece menos provável, pois João do Rio tende a criticar mais do que a mostrar entusiasmo. Após essa análise, a alternativa que melhor se encaixa no estilo crítico e irônico de João do Rio, refletindo sobre a influência do automóvel e seu impacto na sociedade, é a (B): viés irônico em algumas observações a respeito do incipiente poder e da inimaginável influência do automóvel nos rumos da cidade.
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