Ed
há 2 anos
Para responder corretamente a essa questão, precisamos analisar cada uma das alternativas em relação ao que o autor do texto pode estar tentando comunicar no primeiro parágrafo. (A) conclui que tais acontecimentos não seriam tão inesperados e surpreendentes em uma cidade não mais caracterizada por um modelo antigo de vida. - Esta opção sugere uma reflexão sobre a mudança de modelo de vida, o que pode ser relevante, mas não necessariamente é o foco principal. (B) deixa evidente que o Rio de Janeiro daquela época não comportaria a presença dos automóveis em suas ruas estreitas e cheias de pedregulhos. - Esta alternativa parece abordar uma limitação física e prática da cidade em relação aos automóveis, o que pode ser um ponto importante. (C) expõe o seu descrédito ao relatar as consequências do uso de automóveis em ruas não pavimentadas para o tráfego desses veículos. - Aqui, o autor parece expressar uma crítica, o que pode ser relevante, mas não necessariamente é uma conclusão. (D) pressupõe posicionamento contrário ao domínio do automóvel nas ruas do Rio, dadas as consequências desastrosas provocadas pelos primeiros veículos. - Esta opção sugere uma crítica mais forte ao uso de automóveis, o que pode ser uma interpretação válida. (E) alude à impossibilidade, naquele momento, de prever as mudanças que ocorreriam no Rio de Janeiro, incluindo soluções urbanísticas. - Esta alternativa fala sobre a incapacidade de prever mudanças, o que pode ser um ponto interessante, mas não necessariamente é o foco do autor. Após analisar as alternativas, a que parece mais alinhada com uma crítica ao uso de automóveis e suas consequências, além de sugerir um posicionamento do autor, é a alternativa (D): pressupõe posicionamento contrário ao domínio do automóvel nas ruas do Rio, dadas as consequências desastrosas provocadas pelos primeiros veículos.
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