Ed
ano passado
Vamos analisar a situação apresentada. A paciente é uma mulher jovem, sem comorbidades, com dor abdominal generalizada, taquicardia, descorada e com pressão arterial baixa, o que sugere um quadro potencialmente grave, como uma hemorragia interna ou uma condição ginecológica aguda. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Dosagem de D-Dímeros e raio-x abdominal contrastado - A dosagem de D-Dímeros é útil para avaliar trombose, mas não é o exame mais indicado para dor abdominal aguda. O raio-x abdominal contrastado pode ser útil, mas não é o primeiro exame a ser realizado. B) Hemograma e cintilografia - O hemograma pode ajudar a avaliar a presença de infecção ou anemia, mas a cintilografia não é um exame indicado para dor abdominal aguda. C) Beta-HCG e Ultrassom de abdome total - A dosagem de Beta-HCG é fundamental em mulheres em idade fértil para descartar uma gravidez ectópica, que pode causar dor abdominal e sinais de instabilidade hemodinâmica. O ultrassom de abdome total é um exame não invasivo que pode ajudar a identificar várias condições abdominais. D) Colangioressonância - Este exame é mais específico para avaliar as vias biliares e não é o primeiro passo em um quadro de dor abdominal aguda. Diante da análise, a alternativa mais indicada para o diagnóstico dessa afecção é: C) Beta-HCG e Ultrassom de abdome total.
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