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A restituição da coisa empenhada, objeto de garantia pignoratícia (penhor):
A) Extingue a obrigação pela remissão.
B) Extingue a obrigação pela confusão.
C) É renúncia à garantia, ao acessório, portanto não extingue a obrigação.
D) Encerra o vínculo obrigacional pela novação objetiva.
E) Extingue a obrigação pela compensação.
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Para responder à sua pergunta sobre a restituição da coisa empenhada em um contrato de penhor, vamos analisar as alternativas: A) Extingue a obrigação pela remissão. - A remissão é a renúncia do credor ao direito de exigir a dívida, mas a restituição da coisa empenhada não se encaixa nessa definição. B) Extingue a obrigação pela confusão. - A confusão ocorre quando há a união de credor e devedor na mesma pessoa, o que não se aplica diretamente à restituição do bem. C) É renúncia à garantia, ao acessório, portanto não extingue a obrigação. - Esta alternativa faz sentido, pois a restituição do bem não extingue a obrigação principal, apenas renuncia à garantia. D) Encerra o vínculo obrigacional pela novação objetiva. - A novação implica a substituição de uma obrigação por outra, o que não é o caso da simples restituição do bem. E) Extingue a obrigação pela compensação. - A compensação ocorre quando duas pessoas são simultaneamente credoras e devedoras uma da outra, o que não se relaciona com a restituição do bem. Diante da análise, a alternativa correta é: C) É renúncia à garantia, ao acessório, portanto não extingue a obrigação.

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A novação é extinção da obrigação pelo modo indireto, espécie de adimplemento, em que nova obrigação é criada com a modificação de objeto ou de sujeito da obrigação originária (elemento novo), enquanto esta se extingue com todos os seus acessórios.
Quanto à novação subjetiva, é correto afirmar que:
A) Assim como a cessão de crédito, depende de anuência da parte que não negociou a novação.
B) Não depende de anuência da parte que não participou da novação.
C) Depende de anuência da parte que não negociou a novação, ao contrário da cessão de crédito, em que o cedido não é consultado para fins de anuência.
D) Sempre ocorre quanto ao polo passivo, com a substituição do devedor por terceiro.
E) Deve ocorrer no polo ativo, para a substituição do credor.

Considere as proposições que seguem:
I. Na novação subjetiva passiva, o devedor com a anuência do credor se faz substituir por terceiro. Os acessórios da obrigação anterior se extinguem, liberando-se então o fiador. Este só garantirá a nova obrigação se der anuência.
II. A novação subjetiva passiva pode ocorrer por delegação – o devedor indica terceiro para resgatar o seu débito, com o que concorda o credor; ou por expromissão, quando sem a ciência do devedor, o próprio credor aceita que terceiro assuma o débito do devedor principal.
III. A novação objetiva não depende da anuência das partes.
A) Somente I.
B) Somente I e III.
C) Somente II e III.
D) Somente II.
E) Somente I e II.

Um dos pressupostos para a novação é a existência de obrigação anterior, pois a finalidade da novação é o adimplemento obrigacional pela criação de nova obrigação.
Assim, pode-se afirmar que:
A) se a obrigação não existe, é possível a novação.
B) não se pode novar obrigação nula ou inexigível, como por exemplo dívidas de jogos (jogos lícitos, contratos).
C) a obrigação anulável não pode ser novada.
D) a obrigação natural não pode ser novada se se tratar de dívida prescrita.
E) a dívida de jogo ou de aposta (espécies contratuais) pode ser objeto de novação, porque assim a novação torna exigível obrigação que a lei determina inexigível.

Quanto à compensação, examine as afirmacoes seguintes e assinale a alternativa correta:
I. Trata-se da extinção da obrigação total ou parcial pelo adimplemento através do modo indireto, ocasionada pelo fato de haver reciprocidade entre as dívidas, sendo ao mesmo tempo credor e devedor os sujeitos envolvidos.
II. Se X deve a Y e Y deve a X, prestações da mesma natureza, as duas dívidas se extinguem até o valor em que corresponderem.
III. Dívidas que são pagas em lugares diversos não podem ser compensadas sem dedução das despesas necessárias à operação.
IV. Sendo a mesma pessoa obrigada por várias dívidas compensáveis devem ser observadas as regras da imputação do pagamento (Ex.: se o devedor e o credor ficarem silentes, a lei considera extinta a dívida vencida em primeiro lugar).
A) I, II e III são falsas.
B) I, III e IV são falsas.
C) I e IV são falsas.
D) III e IV são falsas.
E) Todas as proposições são verdadeiras.

Analise as afirmacoes abaixo e assinale a alternativa correta:
A confusão é comum em matéria de direito sucessório, em que o autor da herança deixa dívida ou crédito para os próprios sucessores, que eram, por sua vez, os credores ou os devedores PORQUE Ao receber por herança um crédito do qual é o próprio devedor, não irá se auto executar o sucessor. A dívida é considerada extinta. Da mesma maneira, ao receber por herança uma dívida da qual o sucessor é o próprio credor, não irá o sucessor promover o pagamento a si próprio.
A) As duas afirmações são corretas e a segunda justifica a primeira.
B) As duas afirmações são corretas, mas a segunda não justifica a primeira.
C) Apenas a primeira afirmação é correta.
D) Apenas a segunda afirmação é correta.
E) As duas afirmações são incorretas.

Assinale a alternativa INCORRETA:
A) Para parte da doutrina a obrigação com a confusão se neutraliza, visto que pode voltar a existir caso a fonte da confusão seja extinta.
B) Cessando a confusão, para logo se restabelece, com todos os seus acessórios, a obrigação anterior.
C) No fideicomisso, se o fiduciário é credor ou devedor do fideicomitente, autor da herança, fica neutralizada a obrigação enquanto não for repassada a herança ou legado ao fideicomissário.
D) A confusão na solidariedade ativa ou passiva só extingue a obrigação concernente à parte do credor ou devedor solidário em relação ao qual ocorreu a confusão, persistindo no mais a obrigação e a solidariedade.
E) A confusão na solidariedade passiva extingue a obrigação para todos os codevedores.

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